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Sensação do tempo voando, na correria do dia a dia?

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O tempo voando e nós: corremos automaticamente ou vivemos conscientemente?

E já estamos novamente no final do ano…eu poderia começar este texto como todo mundo te perguntando se você conquistou o que queria, se alcançou seus objetivos, se produziu, etc., etc., etc….mas, não vou…vou começar te perguntando assim: Você se sentiu ouvida e ouviu este ano?

Posso estar errada, mas acho que uma das piores sensações ao concluir um ciclo (e final de ano tem esse peso e esse significado, não é?) é a sensação de que o tempo passou e não o vivemos, não estivemos presentes de verdade, vivemos, mas não VIVEMOS! Contemplamos o tempo voando. Apenas fizemos as nossas tarefas, cumprimos os nossos deveres, cumprimos nossa jornada de trabalho e sim, nos divertimos em alguns momentos, passeamos, estivemos com amigos, mas…VIVEMOS?

Aqui cabe muito bem abrir um parênteses para trazer um trecho de um texto muito bacana de Eliane Brum:

“Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo.  E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E já percebemos que essa condição humana um corpo humano não aguenta. O corpo então virou um atrapalho, um apêndice incômodo, um não-dá-conta que adoece, fica ansioso, deprime, entra em pânico. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo. Pelo menos até conseguirmos nos livrar desse corpo que se tornou uma barreira. O problema é que o corpo não é um outro, o corpo é o que chamamos de eu. O corpo não é limite, mas a própria condição. O corpo é.”

Mas, voltando…Não há como ter uma resposta positiva para esta pergunta (estamos VIVENDO?) se não nos conhecermos profundamente, se não mergulharmos em nós mesmos, nos conectarmos com a nossa essência, com o que realmente importa para nós; mas a resposta negativa é fácil de obter, e para mim um dos sinais é a falta de presença no que fazemos cotidianamente, falta que podemos perceber quando:

* Primeiro pela sensação do tempo passar muito rápido, do tempo voando;

* Segundo pela sensação de vazio que fica ao final de um ano e a vontade de ter podido fazer mais;

* E por último pela percepção de não termos sido ouvidos, o que gera a contraparte: soubemos ouvir o outro? A nós mesmos? Ao universo?

Mas, então apenas nos apercebermos deste fato, trazermos para consciência e está feito? A minha natureza mental de ser humano, me obriga a pensar e buscar respostas e atitudes a serem tomadas, para se fazer algo a respeito, para mudar esta situação e virar o jogo. Então, imagino que o que você esteja esperando seja isso, uma lista agora de “X formas” de melhorar esta questão.

Coinscidências ou não à parte, recentemente publiquei um post no meu instagram com os seguintes dizeres: “ PRECISAMOS URGENTEMENTE NÃO FAZER ALGO À RESPEITO DE TUDO” (quer conferir vai lá: https://www.instagram.com/p/BbxrWRGHOZu/?taken-by=fabianaaparicio)

Então, se você quiser você pode buscar ações práticas para essa questão, se ela te motivou o suficiente. De hoje, até pelo menos o final do ano eu vou fazer o seguinte:

Primeiro respirar. Segundo ouvir. Falar menos, muito menos e ouvir. Depois, procurar estar presente cada segundo que vivo. Perceber as minhas sensações naquele momento, em busca de uma conexão com a minha essência. E não fazer mais nada.

Vou focar muito em ouvir, fazer a minha parte.

Se ainda assim, você estiver pensando em como colocar tudo isso em prática e diminuir essa sensação do tempo voando, tenho algumas dicas que pode ajudar:

1. Procure uma atividade para entrar em contato com você mesmo, para acalmar a mente, para estar em maior contato com estímulos internos do que externos, por exemplo a prática de meditação ou Yôga, que faz parte da minha vida e por isso, posso indicar tranquilamente (se quiser ler mais sobre meditação, clique aqui);

2. Procure incluir em sua vida atividades que te dão prazer e que você faz por escolha, exclusivamente porque quer, por prazer;

3. Alimente e provoque emoções positivas em sua vida (tenho um artigo sobre isso, leia clicando aqui, se quiser);

4. Procure descobrir por onde a sua energia escoa. Todos temos formas de captar energia, mas também temos os nossos “ralos”, que é por onde perdemos energia, descubra os seus. (quer ler mais, clique aqui para acessar o meu artigo);

5. Para estar mais presente, trabalhe os sentidos: quando estiver comendo sinta o sabor do alimento, separe um tempo para ouvir música e faça apenas isso, ao esperar alguém em qualquer lugar contemple o espaço ao seu redor, observe o entorno, a movimentação; estes são alguns exemplos para exercitar a presença.

 

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Por que algumas situações se repetem em sua vida e como evitar isso

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Entenda a atuação dos padrões nas situações que se repetem

Você já pensou o quanto a gente se prende em padrões? Padrões de todos os tipos: de comportamentos, de fala, de atitudes, de relacionamentos, de respostas, de pensamentos até…

E o pior é que fazemos isso sem perceber e depois não entendemos por que as coisas se repetem. Por que sempre temos os mesmos resultados. Por que sempre acabamos numa mesma situação. Por que determinadas situações se repetem.

Einstein dizia: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.”.

Só que para começarmos a mudar, a fazer diferente, temos primeiro que perceber, que tomar consciência do que estamos repetindo. E isso, nem sempre é fácil. Mas, é necessário e é o primeiro passo. Para alcançar isso, você pode trabalhar de formas diferentes…há quem escolha uma terapia, há quem prefira reflexões e atenção plena ao comportamento, há quem goste de conversas com um amigo “cabeça” que tem uma percepção mais apurada e pode ajudar a esclarecer, enfim, há várias formas de tornar isso consciente.

Mas, há também uma forma muito prática, que ao invés de começar pela causa, pelo entendimento, começa pela consequência. E qual é a consequência? O comportamento. E como isso acontece? Fazendo diferente. Sem pensar no que fazemos normalmente, mas pensando em simplesmente fazer diferente.

Por exemplo, se você sempre vai até algum lugar usando o mesmo caminho, use outro. Se você sempre toma a mesma coisa de café da manhã, faça escolhas diferentes, se você sempre age de acordo com uma rotina específica todos os dias, mude algo de vez em quando. Ou ainda, escove os dentes com a mão esquerda, ouça uma música que não costuma ouvir, leia um livro que jamais leria, vá a lugares diferentes, etc..

Simplesmente faça, sem se questionar a razão de fazer ou qual é a ligação que há com qualquer de seus comportamentos, falas, pensamentos. Ou pensando nas situações que se repetem. Não importa. Apenas pense em fazer algo novo todos os dias.

Pode parecer difícil, talvez você tenha pensado: “Nossa! Como vou achar uma coisa nova todos os dias?”. Pois é… está vendo como estamos condicionados? É exatamente este trabalho que começará a ser processado…o estímulo para coisas novas, diferentes é tão intenso, de tal forma que o cérebro começará a criar novos caminhos, novas respostas e deixar de se prender a padrões.

Sempre que repetimos um padrão ele se reforça em nossa mente, e a tendência do cérebro, para economizar energia, será apontar para a resposta mais parecida que possa ser implementada sem muito esforço. Começamos, então, a entender porque situações se repetem. E o que será que acontece quando as respostas são sempre muito diferentes? Começamos a quebrar estes padrões. E aí sim, a ter resultados diferentes.

Isso sem falar que, ao fazer coisas novas, estamos vivendo experiências diferentes e podemos descobrir e viver emoções que nunca vivemos, podemos nos deparar com novas paixões, novas descobertas sobre o mundo e sobre nós mesmos, um novo mundo pode se abrir bem na nossa frente! E isso, não tem preço!

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Urgência. E se fosse a sua última chance de conquistar seu objetivo?

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Sacrifícios e senso de urgência!

Esse final de semana eu estava passeando na Avenida Paulista com a minha família. Você conhece lá? De domingo ela é fechada para o trânsito de carros e fica livre para pedestres, ciclistas, patinadores, skatistas, etc..

E também vira um grande palco para músicos, performistas, artistas plásticos, artesãos. Pessoas que expõem o seu trabalho ou sua arte num extenso palco ao ar livre.

Mas, é claro que muitos dos que estão lá procuram não apenas a oportunidade de expor o seu trabalho, mas de eventualmente serem abordados por alguém que queira patrociná-los e também para coletar o dinheiro que vai ajudar no seu sustento ou talvez, seja tudo o que terão.

O que me chamou a atenção foi que muitas das pessoas que estavam ali, deveriam se esforçar ao máximo, abrindo mão de uma série de coisas que preferiam estar fazendo para lutar pelo próprio sonho e fazer acontecer. E faziam isso, porque não viam alternativas.

Você, quando corre atrás do seu sonho, quando trabalha para realizar o seu objetivo, tem a mesma força de vontade, o mesmo empenho? Abre mão de coisas que gosta de fazer e que são valiosas para você? Quanto exatamente é o seu empenho? Do que exatamente você abre mão?

Tenho certeza de que a grande maioria se estivesse em uma situação de “vida ou morte”, de última chance para fazer algo dar certo, teria muito mais dedicação, disciplina, empenho e coragem.

A falta de opções ou a necessidade nos tira do comodismo. Faz com que tenhamos uma performance muito melhor do que numa situação confortável, em que sabemos que temos alternativas.

Isso não quer dizer que é o único fator que fará termos sucesso em nossos objetivos. De forma alguma, as variáveis são muitas. Porém, ele é um fator decisivo para alcançar o sucesso. Sem esta garra, essa motivação, essa entrega, fica mais difícil, ou talvez quase impossível alcançarmos nossas metas.

É o nosso 120%. É o sacrifício. É abrir mão de coisas que são valiosas. E é uma coisa a mais. É a presença de um sentimento, que ouvi pela primeira vez, com o sistematizador do SwáSthya Yôga: um senso de urgência!

Mesmo que não tenhamos urgência no que tivermos que fazer, sentir-se assim faz diferença e nos alça a patamares bem mais elevados de performance, de execução, de lucidez!

O senso de urgência presente nos coloca favoráveis a:

– Fazer o que tem que ser feito, sem rodeios, sem melindres, sem reclamações. Tem que fazer, levanta e faz. Pense menos e haja mais;

– Não deixar coisas para depois. Uma vez que entendemos o teor da tarefa, o impacto que terá no nosso objetivo, não dá para procrastinar, para deixar para depois;

– Enxergar a falta de tempo de outra forma. Se eu não quero abrir mão de algumas coisas para alcançar meu objetivo, então pode ser que eu não tenha mesmo tempo. Mas, à medida que o senso de urgência atua, percebemos que o tempo existe e é uma questão de prioridade e organização. O tempo é emocional.

E ainda, sabendo que não somos eternos nesta nossa vida terrena atual, quanto mais rápido nos colocarmos a realizar o que temos que fazer, melhor. Porque, a sensação de passagem do tempo é cada vez maior. Quanto mais velhos ficamos, mais rápido o tempo passa.

Então, porque deixar para depois? Tem que fazer logo!

E, ao refletir sobre esse tema, comecei a perceber que eu mesma, que me considero produtiva, organizada e administro bem minhas tarefas, usava a desculpa do tempo. Porque não queria abrir mão de algumas coisas que são valiosas para mim.

Eu abro mão de muitas coisas hoje, mas percebi que se quero alcançar os meus objetivos, realizar, sempre tem um esforço a mais.

E nesse ponto, quando ampliamos nossa consciência, começamos a perceber que podemos mais. Que há mais para ser feito. Que verdadeiramente não estamos em nosso 120% ou 130% ou 140%. Tem espaço para agirmos com mais urgência.

Tudo vai depender da sua vontade de realizar os seus sonhos.

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Mudança de vida? 7 sinais de que você precisa fazer isso!

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O que fazer para entender e começar uma mudança de vida.

Estar disponível para mudanças é uma habilidade a ser desenvolvida. É uma habilidade que se constrói pouco a pouco, modificando crenças, aprendendo a ouvir, se abrindo para novas oportunidades, procurando ser mais flexível nos padrões e regras que regem nossos comportamentos e decisões.

Vivenciar uma mudança de vida de forma tranquila é prática. É treino. Só aperfeiçoamos executando.

Para que possamos perceber que precisamos modificar algo em nossas vidas, precisamos estar abertos a outras possibilidades que podem nos fazer felizes, tanto quando ou mais do que as situações atuais em que estamos. Ou seja, exercitar a flexibilidade e nos desafiar, para construir uma nova zona de conforto: uma maior e mais adequada a nosso momento de vida atual.

Talvez por isso, por conta dessa rigidez, muitas vezes não conseguimos nem mesmo enxergar que necessitamos de um mudança de vida, seja ela uma mudança pequena ou grande. Seja em um comportamento, em um setor específico, em um papel que desempenhamos.

Então, se você está disposto a mudar de vida, mas não consegue perceber que elas precisam acontecer ou não consegue identificar o que é, fique atento a esses indícios:

  1. Sensação de vazio – sempre que sentimos aquela sensação de que está faltando algo em nossa vida é porque existe um valor, ou seja, uma emoção, um sentimento que para nós é muito importante e que não estamos vivendo naquele momento. Procure descobrir o que realmente é importante para você e o que isso lhe trás. Para ler mais sobre isso, clique aqui!
  2. Repetição de padrões – você já viveu ou conhece alguém que já te disse algo assim: “Isso sempre acontece comigo! Por mais que eu não queira, essa situação se repete!”. Relacionamentos negativos iguais, mesmos problemas no trabalho, mesmas reações, etc.. Isso é sinal de que você está preso em alguma crença limitante que te impede de modificar comportamentos e te faz ficar no mesmo ciclo vicioso. Leia sobre crenças, aqui!
  3. Dificuldade em relacionamentos – nós, seres humanos, somos seres sociáveis. Para que possamos ser felizes nós precisamos de relacionamentos saudáveis e positivos. Se isso é um ponto delicado em sua vida, avalie o que você está fazendo, qual a sua responsabilidade nisso. Pois nós sempre temos uma parte na responsabilidade. Uma máxima nas relações, quase sempre frequente é: “Você recebe aquilo que dá.”. Se você reclama por atenção, perceba se você dá atenção, e assim por diante.
  4. Sensação de sobrecarga – é bem comum acharmos que podemos dar conta de tudo e com isso, vamos assumindo responsabilidades cada vez em maior número e maiores, e passamos a achar que é normal, que está tudo bem e é assim que funciona. Entramos no que chamamos de superfuncionamento. As consequências disso são claras: estresse, ansiedade, sensação de fracasso e incompetência. Mas, o que você não sabia é que isso também tem um impacto sobre o outro, do qual você assume as responsabilidades, impedindo-o de tomar decisões, de aprender com o erro, etc..
  5. Falta de motivação – isso pode acontecer por duas razões, primeiro porque falta significado na sua vida, ou seja, falta atribuir um propósito, faltam projeções de futuro e construção de objetivos e metas, e relacionar as tarefas a esse futuro. Ou, segundo, é o outro lado da moeda da situação acima, você opera em subfuncionamento. Ou seja, aquela pessoa que evita responsabilidade, que prefere não tomar decisões e deixa sempre alguém fazer isso por ela. E de repente: qual é o seu projeto de vida? Para que você está aqui nesse mundo, mesmo?
  6. Falta de propósito – como falado acima, quando não temos objetivos e metas traçados, começamos a deixar a “vida nos levar” e aí pode começar a faltarem realizações. E sem realizações, nós, seres humanos, não somos felizes. Algo que pode te ajudar a refletir sobre propósito é a pergunta: Você tem sonhos? Quais são os seus sonhos?
  7. Indisposições físicas frequentes – se não promovemos as mudanças necessárias para nos trazer mais felicidade, uma hora o corpo se ressente. Começa a absorver toda essa energia negativa, a realizar as mentalizações destrutivas e tudo aquilo que você vem semeando começa a se tornar realidade. Isso acontece para o bem e para o mal. Então, se mexa!

Toda vez que estes sintomas aparecem é porque algo precisa ser feito. Todos eles remetem a emoções negativas, e elas por sua vez aparecem para nos mostrar que ajustes são necessários.

E não se iluda achando que algum dia chegará à perfeição, pois ela não existe, sempre há a possibilidade de ajustes, pois estamos em constante evolução. Além do que a cada momento da nossa vida, nossas necessidades, nossos valores podem mudar e, desta forma, mudanças precisam ocorrer.

Daí a importância de desenvolvermos a habilidade de absorvermos e promovermos mudanças, da forma mais suave possível, em termos de impactos emocionais.

 

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Como ter qualidade de vida e saúde

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Qualidade de vida no trabalho e na vida e saúde.

Antes de tudo, você precisa saber o que é ter qualidade de vida e saúde para você. Para algumas pessoas pode ser ter mais tempo para fazer o que gosta. Para outras pessoas pode ser ter uma vida mais saudável. Há quem ache que ter qualidade de vida é trabalhar com o que gosta, perto de casa. Ou ainda, ter uma ótima saúde e disposição. Afinal, o que você precisaria ter na sua vida para considerá-la com qualidade?

Eu sugiro fortemente que antes de prosseguir a leitura você tenha isso muito claro em sua mente. Defina para você o que você precisa ter para que considere a sua vida, uma vida com mais qualidade.

De forma geral, ter uma vida de qualidade implica em estar bem física, emocional e mentalmente, o que significa que para que isso ocorra alguns elementos que eu considero básicos e objetivos tem que estar presentes e outros, que são subjetivos, são aqueles que você trouxe quando lhe fiz aquela pergunta acima e esses elementos podem estar listados abaixo ou podem ser coisas completamente diferentes e individuais, mas que representam para você qualidade de vida.

Estar bem fisicamente implica em cuidarmos do nosso corpo físico, movimentando-o regularmente, cuidando da forma como nos alimentamos e abastecendo-o de energia;

Estar bem emocionalmente, no geral implica em nos conhecermos bem, os nossos mecanismos de resposta e sabermos lidar com as nossas emoções e também com as emoções daqueles com que nos relacionamos;

Estar bem mentalmente implica em termos um gerenciamento saudável das nossas tarefas, viver em uma organização mínima, e promover uma reflexão constante que nos conduza a definição clara de objetivos e elaborar estratégias para alcançá-los.

Se eu consigo conciliar estes elementos acima, eu posso dizer que já estou trabalhando os elementos básicos para conquistar qualidade de vida e saúde. Busque trazer para sua vida uma condição em que você:

– Tenha energia, saúde e disposição para realizar;

– Preencha o seu tempo com coisas que tenham significado para você, ou que realmente goste de fazer ou pelo menos com atividades que você entenda que te levarão a alcançar um objetivo;

– Tenha relacionamentos saudáveis e positivos;

– Perceba um aumento do seu autoconhecimento e se perceba em evolução;

– Destine tempo suficiente para cada um dos seus papéis.

E os elementos subjetivos?

Se você tem uma organização clara e gerencia de forma eficiente a sua vida, basta seguir 4 passos para conquistar a sua qualidade de vida e saúde:

  1. Tenha clareza

O que eu efetivamente preciso modificar em minha vida atual para conquistar a qualidade que tanto quero? Tenha claro tudo o que você gostaria de alterar no campo pessoal, profissional, social, etc.;

  1. Planeje

Transforme esse “texto” corrido que foi a sua reflexão em objetivos e metas (com prazos!) e o que você precisa fazer para alcançá-las. As metas conduzem aos objetivos e os objetivos devem refletir as alterações que quer fazer em sua vida para promover o alcance de qualidade (quer ler mais sobre isso? Clique aqui!). Elenque os principais pontos. Não queira mudar tudo de uma vez.

  1. Foque

Sabendo quais são os principais pontos, escolha um ou dois no máximo para trabalhar e foque neles. Lembre-se que empenho e dedicação são fundamentais, por isso a necessidade de focar. A cada tarefa desmotivadora que tiver que desempenhar, lembre-se do seu objetivo final. Atribuindo um valor à tarefa, você se sentirá mais motivado para realizá-la;

  1. Execute

Ponha em prática. Mais uma vez. Planejamento sem execução não é nada e não vai te levar onde você quer. Às vezes é duro ouvir isso, mas é verdade. Se você ainda não alcançou o que queria, verifique se está havendo dedicação e se você tem disciplina para começar a executar e ir até o fim. Se não, pergunte-se o que está me impedindo?

 

 

Emoções positivas. Você conhece o seu poder em sua vida?

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Emoções positivas proporcionam melhores escolhas!

Mais do que vivenciar emoções positivas como gratidão, alegria, contentamento, amor pelo simples prazer de usufruir, as emoções positivas atuam em nossa mente como um poderoso catalisador da felicidade e funciona como um motor para a conquista de realizações. E tem mais ainda.

Quando vivemos um período bom em nossas vidas, damos pouca atenção à essas emoções. Na verdade, os momentos que mais precisamos das emoções positivas são aqueles em que nos sentimos mais baixo astral, pessimistas, negativistas, desanimados. Como sentir algo bom quando tudo parece estar ruim?

Imagino que quando você leu isso provavelmente se lembrou de alguma situação e concordou comigo, não?

Fingir não vai resolver, porque forçar ou fingir uma emoção positiva pode até fazer com que nos sintamos ainda pior. Até porque uma emoção negativa pode ser um sinal de que algo precisa ser resolvido naquele setor. Portanto, é preciso estar atento a isso. Quando surgir uma emoção negativa, primeiro de tudo, procure entender a razão e vá se perguntando por que, passando por camadas mais profundas da emoção, até chegar à causa.

Compreender o que está por trás das emoções requer autoconsciência. E quando temos consciência do que as provoca, podemos ser mais complacentes conosco mesmos e nos permitir viver emoções positivas verdadeiras. E, principalmente, entender que se trata de uma situação de momento e não definitiva em nossa vida. Se agirmos assim, com compaixão para conosco, não permitimos que a autoconsciência nos leve para um caminho muito duro, que é o da autocrítica elevada, que gera entre outros sentimentos ruins, culpa, pois isso pode, aí sim, nos paralisar ao invés de promover mudanças ou a troca por emoções positivas.

Bom. Ok. Você já entendeu o que deve ser feito quando estiver vivendo uma emoção negativa. Mas, como gerar ou substituí-las por uma emoção positiva?

É como disse acima. Não adianta fingir e não adianta ignorar. Mas, podemos provocar em momentos diversos do nosso dia algumas emoções e afirmações positivas, para contrabalançar as negativas.

Que tal experimentar essas práticas?

  • Pratique gratidão – ao final de cada dia, lembre-se de 3 coisas que aconteceram no seu dia pelas quais você é grato;
  • Lembre-se dos seus amigos do peito – escreva sobre eles: por que são seus amigos? O que você aprecia neles? O que eles já fizeram por você? E você por eles? Lembre-se de momentos de alegria que viveu com cada um;
  • Estabeleça uma meta por dia – escolha algo que precisa ser realizado no próximo dia sem falta, apenas uma coisa, algo que seja importante para você e que vai contribuir para o seu objetivo final e realize-o. Aproveite a sensação de concretização que vem do cumprimento de metas.
  • Faça o bem – lembre-se de algo que pode fazer para ajudar alguém, sem outras intenções, apenas para se doar um pouco, em prol do outro, e realize!
  • Brinque! – lembre-se de algo que você gosta e não faz há algum tempo, reserve um horário e faça!
  • Explore! – pense em alguma coisa que você gostaria de conhecer ou de aprender, e ponha em prática.
  • Saborei pequenos momentos da vida – alegre-se com uma boa música, sinta o contentamento ao saborear um alimento que gosta, etc..
  • Tenha orgulho de suas realizações – traga à sua mente uma realização, algo que tem orgulho de ter feito, deixe-se invadir por esta emoção.

 

Quando vivenciamos mais emoções positivas do que negativas estamos sendo estimulados a usar mais nosso potencial, temos motivação para realizarmos mais, promovemos a criação de competências através do aprendizado experimental e o conhecimento adquirido torna-se um recurso durável.

Vivenciar emoções positivas como amor e contentamento, contribui para o desenvolvimento de um senso mais refinado e apurado de nós mesmos e de nossas prioridades, além de acionar uma região específica do nosso cérebro, o córtex pré- frontal responsável por diferenciar pensamentos conflitantes, consequências futuras de atividades correntes, trabalho em relação a uma meta definida, previsão de fatos, expectativas baseadas em ações, e controle social, tornando possível a construção de um leque mais amplo de opções de recursos, possibilidades para novas soluções e alternativas para resolver uma situação de forma diferente, ao contrário das emoções negativas que acionam o sistema límbico e reduzem desta forma a visualização de nossas possibilidades de escolhas.

Use isso a seu favor para auxiliar na mudança que quer promover!

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Você se sabota? Como entender e evitar a autossabotagem

autossabotagem, procrastinação, produtividade, mudar de vida, qualidade de vida, alta performance, sabotagem, como diminuir a autossabotagemAprender a diminuir a autossabotagem é estar mais próximo do seu objetivo.

Já atendi muitas pessoas que citam a autossabotagem como uma razão que as impede de colocar planos em ação, de mudar comportamentos e de tomar decisões importantes e que tornariam suas vidas bem mais felizes.

Em paralelo, falam também da procrastinação. Que quando percebem estão deixando ou deixaram de lado aquilo que realmente precisava ser feito, para fazer qualquer outra atividade.

A esse respeito, tenho dois textos que escrevi: um apenas sobre procrastinação, que você pode ler clicando aqui; e outro sobre valores, que também vale a leitura, clique aqui para lê-lo, pois em um determinado momento os temas se cruzam quando ressaltamos a importância dos valores na definição de prioridades e foco naquilo que precisa ser feito!

Mas, quero chamar a atenção para um ponto específico: eu vejo a procrastinação como uma consequência da autossabotagem. E quando você entende a razão da procrastinação é possível ir dando passos para trás até chegar na raiz da autossabotagem.

Isso porque o mecanismo da autossabotagem funciona assim: sempre que desejamos muito conquistar algo, é porque aquilo é o meio que nos proporcionará uma emoção fim, que queremos muito viver, ou uma emoção que queremos evitar a toda custa. Por exemplo, uma pessoa pode desejar desesperadamente se casar, porque ela vê isso como a forma de construir uma família, e o meio de obter amor, apoio, companhia, ou ela pode ver isso como o meio de evitar algo que não quer para si mesmo, de forma alguma: como por exemplo, ficar sozinha, encarar a solidão.

A autossabotagem surge exatamente quando enxergamos inconscientemente que conquistar aquilo que tanto queremos irá nos proporcionar a emoção positiva que queremos, mas também irá nos proporcionar algo negativo que queremos evitar de qualquer jeito. Como, em geral, a mente irá dar mais peso para evitar a dor do que para obter o prazer, começamos a ter comportamentos que nos afastam de concretizar o objetivo que temos, como por exemplo, a procrastinação. Isto acontece porque está claro que se eu não postergar o que tenho para fazer, a probabilidade de alcançar o meu objetivo é muito maior e aí vou vivenciar a dor que não quero. Muitas vezes apenas imaginar a possibilidade de viver determinada situação que nos causará aquela dor, já é suficiente para inconscientemente começarmos a procrastinar e a arranjar desculpas para não fazer. Tudo de forma inconsciente.

Para resumir e começar a mudar essa situação é preciso se fazer as seguintes perguntas: “O que eu ganho se não atingir o que eu quero?”, “O que neste processo ou atingindo o meu objetivo, terei que fazer que me causa dor?”.

“A autossabotagem é um processo inconsciente
em que evitamos realizar o que é preciso, pois atingir
o que queremos irá nos proporcionar algo negativo
que queremos evitar de qualquer jeito.”

Ao responder com sinceridade a estas perguntas, você entenderá porque tem atitudes contrárias, ou procrastina para fazer aquilo que é evidente que lhe levará mais perto do seu objetivo.

Quando descobrimos estas respostas, temos dois caminhos:

  1. Colocamos-nos dispostos a enfrentar essa dor que queremos evitar, começando por entendê-la e, principalmente, descobrindo se ela não está fundamentada em uma crença limitante. E se for o caso, é preciso desconstruir essa crença. E avaliando como minimizá-la. Ou;
  2. Desistir do sonho, colocando desculpas e a responsabilidade de não conquistá-lo no outro, no externo, quando na verdade deveria ser trazida para o nosso colo. Se quiser ler mais sobre isso, clique aqui!

E aí? Qual será a sua opção?

Como ter mais foco na sua vida!

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Por que não consigo ter mais foco?

Quando penso em  foco, e no que as pessoas me dizem sobre precisar ter mais foco, da dificuldade em permanecerem focadas, da dispersão ser grande, enfim pontos que versam sobre o mesmo tema – ter mais foco na vida; a primeira coisa que eu pergunto é “Você sabe claramente o que você quer? Você sabe onde quer chegar, quer dizer, qual é o resultado que você espera ter no final? Ou ainda, objetivamente, quais são as suas metas?”

Se a resposta para estas perguntas é não, a raiz da falta de foco está aí. Quando não temos isso definido, como podemos nos manter focados? Como podemos nos esforçar para que a nossa atenção esteja em um só ponto?

Com essa resposta, é possível partir para um segundo ponto que é entender a dispersão. Mas, se você ainda está no primeiro passo, não adianta querer ir para o próximo. Pare e avalie quais são os seus objetivos, o que você quer conquistar, o que você quer ser, como você quer que sua vida seja. São formas diferentes de se obter as respostas, nem sempre iguais, mas que vão se complementar e te dar um panorama bem completo dos seus desejos. E depois construa metas com esses desejos, quantificando e colocando prazos. Eu escrevi sobre isso em outro post, se quiser ler, clique aqui.

Mas, se você já tem isso claro, vamos para o segundo ponto que eu averíguo, que é entender a dispersão. O que eu faço que eu percebo que me tira do foco? Exemplos, eu fico pulando de um assunto para o outro, porque me canso? Eu me lembro de coisas que tenho para fazer e paro para executá-las, para não esquecer de novo? Eu tenho preguiça de fazer algumas coisas, e por isso fico adiando e fazendo outras que são mais fáceis? Eu pulo de uma tarefa para a outra, quando a tarefa é longa? Ou quando é mais difícil? Ou quando é específica sobre algo que não me agrada – por exemplo: oferecer meu serviço, falar em público, etc..

Entender como a falta de foco aparece, é importante para entender a razão, ou seja, qual é o desprazer que eu tenho no momento da atividade que me faz mudar para outra? É se conhecer mais, para saber onde agir. E aí atuar sobre a razão com consciência. E obter o que mais quer: ter mais foco! Quer ver só?

Se eu fico pulando de um assunto para o outro, porque me canso – a solução talvez seja desmembrar a minha agenda em pequenos blocos de tempo, que divido entre micro-projetos que desenvolvo simultaneamente. Mesmo que sejam diferentes, eles se complementam, desde que sejam atividades que me levarão para o meu objetivo. Isso é a procrastinação produtiva, segundo Austin Kleon, autor do livro Roube como um artista.

Ou: Eu me lembro de coisas que tenho para fazer e paro para executá-las, para não esquecer de novo – para que você não se deixe levar por esse impulso, você precisa estar seguro de que não vai esquecer do que a sua mente acabou de se lembrar, então talvez você precise armazenar os seus to do´s em um lista confiável que você saiba que irá checar com frequência e também reservar um tempo para as atividades desta lista. Também tenho um post interessante sobre esse tipo de atitude, clique aqui para ler.

Vamos para mais um exemplo? Eu tenho preguiça de fazer algumas coisas, e por isso fico adiando e fazendo outras que são mais fáceis – Aqui você só está se enganando, a não ser que a preguiça seja decorrente de um estado de saúde física ou emocional debilitada, o que requer atenção e algum tipo de tratamento. Mas excetuando esses casos, você simplesmente está dando importância para um prazer imediato, se iludindo que isso é mais importante do que os seus objetivos e que vai lhe trazer mais satisfação. Reaja!

E esse ponto é interessante de falar, porque além de te ajudar a ter mais foco e também se manter no foco, ele é um grande motivador para conquistarmos o que queremos e lutarmos contra preguiça, procrastinação, medo, etc.. Tendemos a ceder para os prazeres mais imediatos, aqueles de curto prazo, os que no momento em que realizamos nos supre uma necessidade momentânea.

Isso ocorre quando cedemos a tentação de comer um doce, mesmo estando de dieta; ou quando preferimos ficar assistindo a um filme largado no sofá, do que fazer um exercício para nos dar mais disposição ou estudar para o concurso que queremos prestar; ou quando preferimos fazer uma tarefa mais fácil, mas de baixo impacto em nosso objetivo, ao invés de nos focarmos e colocarmos toda a nossa energia em uma tarefa cujo impacto é alto na realização de nossos sonhos. Esquecemos de olhar para o futuro e visualizar o prazer, a satisfação que teremos quando atingirmos a forma física que queremos; ou quando passarmos no concurso; quando atingirmos uma condição de saúde melhor e nos sentirmos mais dispostos; e claro, quando nos vemos realizando nossos sonhos.

O que vale mais a pena? O prazer imediato ou a realização de uma meta?

Ter mais foco, exige clareza dos objetivos e dos passos que precisam ser dados. Se manter no foco, exige força de vontade, disciplina, empenho e uma pitada de autoconhecimento, para fazer ajustes que vão facilitar a permanência no foco, que não vão te atrapalhar a ser uma pessoa mais focada.

As dispersões muitas vezes nos mostram aspectos de nós mesmos que precisamos ajustar ou que estamos negando ou escondendo, ou então necessidades que estamos deixando de atender. Muitas vezes, basta pequenos ajustes para atender essa necessidade em outro momento do seu dia que ela não será mais um fator de desequilíbrio e causador da falta de foco.

É uma auto-observação. Entenda as suas necessidades, ajuste o que for preciso, construa sua rotina de tal forma que nada seja obrigação, mas que seja vista simplesmente como passos necessários para se conquistar o que quer. Se o que você estiver fazendo tiver um propósito verdadeiro e fundamentado nos seus valores, será fácil trocar esse conceito de obrigação para disciplina. E ter mais foco será apenas uma consequência.

11 dicas para você ter mais disposição e mais motivação na sua vida.

ter mais disposição, motivaçãoVeja como lidar com o cansaço e ter mais disposição!

Tenho encontrado e convivido com muitas pessoas que se sentem cansadas ou estão passando por um momento de stress, de tensão, sem ânimo para realizar, construir. Por isso resolvi contar aqui algumas coisas que eu faço que me me fazem ter mais disposição e motivação. Muitas delas eu incentivo as pessoas a incorporarem em sua vida, quando elas percebem que é o que falta, outras são só escolhas minhas que decidi compartilhar aqui.

Sempre que passamos por um momento em que nos sentimos assim, cansados, desanimados, com nosso equilíbrio emocional afetado, tendemos a colocar uma importância excessiva em resolver a situação em questão ou apenas remoendo o problema e deixamos de lado aquelas atividades ou outros setores de nossa vida que nos dão prazer, que nos alimentam a alma. Coincidentemente essa semana resolvi postar no instagram fotos de coisas que me alimentam a alma, se quiser vai lá ver: clique aqui!

O ponto é esse, além de incluir em sua rotina algumas ações que por uma razão ou outra (biológica, emocional, etc.) tem o poder de nos alçar para um patamar de energia superior, para ter mais disposição, precisamos descobrir e manter aquelas atividades que quando realizamos sentimos a motivação presente e nitidamente percebemos que ocorre uma recarga de energia. Vamos lá:

  1. Alimente-se adequadamente – você definitivamente é o que come. Preste atenção em como você se alimenta, se está ingerindo os nutrientes necessários para as atividades que desempenha e nos momentos certos. Perceba quais os alimentos que o seu corpo aceita melhor. E esteja muito atento a qualidade de cada um. O impacto da alimentação pode ser enorme para você ter mais disposição nas suas atividades diárias.
  1. Respire com qualidade – pare e respire fundo. Existem padrões respiratórios que podem elevar a sua performance tremendamente, não apenas no aspecto de capacidade respiratória, mas principalmente no que diz respeito a captação de energia para o seu corpo e controle de emoções. Todos sabem o bem que uma respiração profunda e lenta pode fazer ao corpo e ajudar a lidar melhor com as emoções. Mesmo que você não conheça estes padrões, incorpore o básico: respiração nasal, abdominal e lenta. Mas, se quiser conhecer mais técnicas, clique aqui e veja o áudio sobre respiração que você pode adquirir se quiser.
  1. Beba muita água – hidrate-se durante todo o dia. Um corpo hidratado funciona melhor, facilita a concentração e consequentemente impacta positivamente na sua performance diária e no seu nível de energia. Beber água não é besteira, é uma pequena atitude que se incorporada poderá lhe trazer grandes ganhos.
  1. Tome sol – encontrar a dose diária necessária da vitamina D na alimentação é praticamente impossível, a melhor e principal fonte de vitamina D é o sol, por isso reserve alguns minutos por dia para isso. Aproximadamente 80% da população do Brasil tem carência da vitamina D, talvez você nem saiba, mas você pode estar entre essas pessoas e isso pode impactar na sua saúde. Isso sem falar, é claro, na absorção de energia que os raios de sol nos proporciona. Não é uma delícia ficar sob o sol? O sol é capaz de alterar o humor das pessoas, então porque não aproveitar um pouco dessa injeção de ânimo gratuita?
  2. Exercite-se – fazer uma atividade física que goste, pois além de todo o aspecto fisiológico da liberação de substâncias superpositivas para o nosso organismo e que aumentam a sensação de prazer, é um momento em que você está realizando uma atividade para você, só sua, que você escolheu e porque quer. Para ter mais disposição e energia nada melhor do que se mexer, fazer uma atividade prazerosa e sentir a energia fluir pelo corpo. Quer satisfação maior do que tudo isso junto?
  1. Pratique a gratidão – eu tenho um caderno que chamo de caderninho da gratidão, nele escrevo todas as coisas pelas quais sou grata na minha vida. Quando começamos a fazer isso, começamos a perceber o quanto temos de bom em nossa vida e damos um valor verdadeiro mesmo às pequenas coisas. Fazendo isso, até é capaz de que algumas preocupações, insatisfações, problemas que julgamos enormes e que estejam nos desanimando, percam a importância. Escolha a sua forma de praticar gratidão e pratique!
  1. Ouça muita música, preferencialmente alta – música é em minha opinião um dos presentes que temos e que podemos usufruir por estarmos vivos. Eu acredito fortemente no poder que uma música tem. Descubra qual ou quais são as músicas que te colocam prá cima, que te enchem de energia. Nós normalmente associamos músicas às situações, procure uma situação que para você reflete disposição, energia, alegria, bom humor, etc. e associe uma ou mais músicas a elas e consequentemente a estes estados de espírito que quer viver. Te garanto que isso é capaz de te dar forças! Eu uso isso, e adoro o resultado!
  1. Durma bem – se você tem que acordar cedo (mesmo que não queria), você tem que dormir cedo. O sono é fun-da-men-tal para a saúde e disposição. Se não dormimos bem, não apenas a nossa disposição e energia ficam comprometidas, mas uma série de funções biológicas que são desempenhadas à noite deixa de acontecer ou acontece pela metade. Mantenha uma rotina regrada de sono e você verá a diferença no seu dia a dia! Se o que procura é ter mais disposição, comece pelo sono.
  1. Organize a sua vida – monte uma agenda de atividades, estabeleça atividades de rotina, coloque prazos, elenque prioridades, faça o uso de ferramentas para promover uma organização e diminuir a ocupação mental com algumas tarefas e pendências. A mente é como o processador de um computador, quanto menos tarefas ele tiver que processar simultaneamente, mais rápido e melhor ele funcionará. Quer dicas para fazer isso? Baixe o meu eBook aqui.
  1. Cultive o bom humor – estar de bom humor é uma decisão. Pare e reflita toda a vez que você se perceber de mal humor. Por que está assim? Mas, independente da razão, decida na hora que quer permanecer com cara feia ou se quer colocar um sorriso no rosto.
  1. Alimente a sua alma – sabe o que eu disse lá em cima sobre as minhas postagens? Então, procure aquilo que faz você sentir que viver vale a pena. Aquilo que alimenta a sua alma. Pode ser qualquer coisa que te dê prazer, que te faça sentir vivo. Inclua essa atividade pelo menos 1 vez por semana na sua vida. Na verdade, quanto mais melhor.

Estas dicas vão atuar sobre o seu corpo físico, emocional, energético, mental. Se colocadas em ação, após algum tempo de prática você sentirá uma grande diferença na sua disposição e motivação para agir. Tente e depois me conte. Só depende de você colocar em prática para ter mais disposição em sua vida!

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