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Sensação do tempo voando, na correria do dia a dia?

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O tempo voando e nós: corremos automaticamente ou vivemos conscientemente?

E já estamos novamente no final do ano…eu poderia começar este texto como todo mundo te perguntando se você conquistou o que queria, se alcançou seus objetivos, se produziu, etc., etc., etc….mas, não vou…vou começar te perguntando assim: Você se sentiu ouvida e ouviu este ano?

Posso estar errada, mas acho que uma das piores sensações ao concluir um ciclo (e final de ano tem esse peso e esse significado, não é?) é a sensação de que o tempo passou e não o vivemos, não estivemos presentes de verdade, vivemos, mas não VIVEMOS! Contemplamos o tempo voando. Apenas fizemos as nossas tarefas, cumprimos os nossos deveres, cumprimos nossa jornada de trabalho e sim, nos divertimos em alguns momentos, passeamos, estivemos com amigos, mas…VIVEMOS?

Aqui cabe muito bem abrir um parênteses para trazer um trecho de um texto muito bacana de Eliane Brum:

“Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo.  E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E já percebemos que essa condição humana um corpo humano não aguenta. O corpo então virou um atrapalho, um apêndice incômodo, um não-dá-conta que adoece, fica ansioso, deprime, entra em pânico. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo. Pelo menos até conseguirmos nos livrar desse corpo que se tornou uma barreira. O problema é que o corpo não é um outro, o corpo é o que chamamos de eu. O corpo não é limite, mas a própria condição. O corpo é.”

Mas, voltando…Não há como ter uma resposta positiva para esta pergunta (estamos VIVENDO?) se não nos conhecermos profundamente, se não mergulharmos em nós mesmos, nos conectarmos com a nossa essência, com o que realmente importa para nós; mas a resposta negativa é fácil de obter, e para mim um dos sinais é a falta de presença no que fazemos cotidianamente, falta que podemos perceber quando:

* Primeiro pela sensação do tempo passar muito rápido, do tempo voando;

* Segundo pela sensação de vazio que fica ao final de um ano e a vontade de ter podido fazer mais;

* E por último pela percepção de não termos sido ouvidos, o que gera a contraparte: soubemos ouvir o outro? A nós mesmos? Ao universo?

Mas, então apenas nos apercebermos deste fato, trazermos para consciência e está feito? A minha natureza mental de ser humano, me obriga a pensar e buscar respostas e atitudes a serem tomadas, para se fazer algo a respeito, para mudar esta situação e virar o jogo. Então, imagino que o que você esteja esperando seja isso, uma lista agora de “X formas” de melhorar esta questão.

Coinscidências ou não à parte, recentemente publiquei um post no meu instagram com os seguintes dizeres: “ PRECISAMOS URGENTEMENTE NÃO FAZER ALGO À RESPEITO DE TUDO” (quer conferir vai lá: https://www.instagram.com/p/BbxrWRGHOZu/?taken-by=fabianaaparicio)

Então, se você quiser você pode buscar ações práticas para essa questão, se ela te motivou o suficiente. De hoje, até pelo menos o final do ano eu vou fazer o seguinte:

Primeiro respirar. Segundo ouvir. Falar menos, muito menos e ouvir. Depois, procurar estar presente cada segundo que vivo. Perceber as minhas sensações naquele momento, em busca de uma conexão com a minha essência. E não fazer mais nada.

Vou focar muito em ouvir, fazer a minha parte.

Se ainda assim, você estiver pensando em como colocar tudo isso em prática e diminuir essa sensação do tempo voando, tenho algumas dicas que pode ajudar:

1. Procure uma atividade para entrar em contato com você mesmo, para acalmar a mente, para estar em maior contato com estímulos internos do que externos, por exemplo a prática de meditação ou Yôga, que faz parte da minha vida e por isso, posso indicar tranquilamente (se quiser ler mais sobre meditação, clique aqui);

2. Procure incluir em sua vida atividades que te dão prazer e que você faz por escolha, exclusivamente porque quer, por prazer;

3. Alimente e provoque emoções positivas em sua vida (tenho um artigo sobre isso, leia clicando aqui, se quiser);

4. Procure descobrir por onde a sua energia escoa. Todos temos formas de captar energia, mas também temos os nossos “ralos”, que é por onde perdemos energia, descubra os seus. (quer ler mais, clique aqui para acessar o meu artigo);

5. Para estar mais presente, trabalhe os sentidos: quando estiver comendo sinta o sabor do alimento, separe um tempo para ouvir música e faça apenas isso, ao esperar alguém em qualquer lugar contemple o espaço ao seu redor, observe o entorno, a movimentação; estes são alguns exemplos para exercitar a presença.

 

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Independência é importante para você?

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Independência X Dependência. Em que ponto estamos?

Já falei aqui sobre a importância que se sentir independente tem na vida de todos nós. Se você ainda não sente essa importância existe uma grande possibilidade de que você viva numa relação de dependência e ainda não experimentou nenhuma situação crítica em que pudesse perceber essa situação e as consequências negativas da dependência. Pode apostar.

Eu mesma vivi isso muitos anos, muitos mesmo, e só percebi o quanto eu era dependente (no meu caso emocionalmente) de minha mãe, quando ela se foi. E continuo um pouco até agora – 4 anos depois, tendo que lidar com as consequências e buscando conquistar a minha independência e me apropriar de mim mesma.

E foi quando percebi que eu estava tendo atitudes com os meu filhos que iriam levar à mesma dependência, que eu resolvi mudar meu comportamento com eles (isso já faz uns dois anos), para evitar essa situação.

Como a última coisa que eu queria era que eles passassem pelo mesmo que eu estava vivendo – e acredite, foi um período muito ruim, intenso negativamente e sofrido, decidi que precisava mudar algumas atitudes que desencorajavam a independência e outras que provocavam a dependência deles.

Então, meu convite  é esta reflexão: o quanto nós temos atitudes que incentivam uma relação de dependência? Isso pode acontecer com nossos filhos ou com outras pessoas com as quais temos relacionamentos próximos, pessoais ou profissionais.

Sempre que agimos com uma postura que caracteriza um “super funcionamento”, como falamos no coaching, de acordo com a psicologia positiva, isto é, estar em super funcionamento é assumir toda e qualquer responsabilidade, inclusive de coisas que não são nossas – estamos alimentando uma postura de sub funcionamento de outra pessoa, quer dizer, incentivando que o outro tenha um comportamento sem iniciativa, que sempre precisa de alguém para realizar algo, para tomar decisões, para agir. E isso não é nada bom, não é saudável, mesmo que façamos com uma intenção muito positiva de ajudar, que é normalmente o que nós mães fazemos.

Na verdade estamos tirando a possibilidade desta pessoa, de aprender com os próprios erros, de se desenvolver, de crescer, de descobrir o que ela realmente gosta, de aprender a decidir, a escolher, de se fortalecer emocionalmente, de se apropriar de si mesma e ser o seu principal sustento.

Particularmente no caso de mães (como eu), sinto que faz parte deste processo de incentivar a independência:

– falar não aos filhos;

– incentivar e permitir que o outro assuma as responsabilidades pelas suas atitudes;

– deixar o outro fazer as próprias escolhas, consciente das consequências por mais que isso possa nos parecer cruel ou sem carinho;

– permitir a livre expressão dos nossos filhos, sem julgamentos prévios;

– que eles aprendam a lidar com situações divergentes, negociando e buscando argumentos;

– incentivar a identificação e expressão de sentimentos.

Pois, na verdade agir desta forma é exatamente o contrário, é prova de amor pelo outro.

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Como construir a realidade que você quer

Entenda o que deixamos de fazer para alcançar objetivos.

A ideia de escrever sobre esse tema surgiu depois de um café com uma amiga, mãe como eu, enquanto falávamos sobre os desafios de ser mãe, as mudanças que acontecem em nossa vida, e como é difícil às vezes alcançar objetivos, conquistar algo que queremos.

A conversa nos levou num determinado momento à pergunta: o quanto eu realmente quero…mudar de emprego, fazer o meu negócio dar certo, vender o meu apartamento, me recolocar no mercado de trabalho, emagrecer, … não importa qual seja o seu objetivo que queira alcançar.

E por que essa resposta é tão importante? Porque é preciso separar a resposta racional da emocional. Racionalmente eu posso estar totalmente convencida das razões e do quanto a mudança é melhor para mim. Mas, e emocionalmente? E aí está o “pulo do gato”. O grande segredo.

O que faz com que algumas pessoas construam, atraiam para si mesmas a realidade tão desejada? Elas descobrem o que emocionalmente a mudança significa e o que as prendem à situação atual. Ao trabalhar essas questões, destravam os bloqueios que as impedem de alcançar os objetivos. Pois passam verdadeiramente a agir em prol do objetivo.

Enquanto não entendemos esses aspectos emocionais e o que nos prende à situação indesejada (desemprego, estar fora de forma, estar sem dinheiro, etc…), nos enganamos achando que queremos a mudança, mas na verdade não queremos, porque de fato queremos os benefícios que temos ao permanecer da situação. Entendem?

Para ficar bem claro, de um lado enxergamos os ganhos que teremos ao promover e conquistar a mudança que queremos. Do outro lado, nos deparamos com o que nos faz bem se permanecermos como estamos ou o que perderemos ao mudarmos.

Emocionalmente os ganhos atuais e as perdas futuras são mais fortes do que os ganhos futuros e isso faz com que esses “argumentos” emocionais se sobreponham em força e poder aos “argumentos” racionais dos ganhos futuros que imaginamos alcançar.

Isso porque de acordo com a física quântica tudo pode ser entendido como ondas de energia eletromagnéticas que vibram em frequências diferentes. Toda a matéria é formada dessas ondas vibracionais. E assim são os pensamentos e as emoções. A ciência já sabe hoje que os pensamentos emitem ondas com uma frequência que vai de 10 a 30 hertz…porém, quando temos presente emoções, as ondas emanadas vibram numa frequência muito, muito superior, às vezes até 6.000 hertz! Uma vibração tão alta, que além de ativar processos neurobiológicos e químicos em nosso corpo, produz uma conexão com o todo, atraindo para nós a realidade que queremos! Demais, não é?

Sendo assim, fica claro que entender racionalmente as razões e o que ganhamos ao conquistar nossos objetivos não é suficiente, porque são apenas pensamentos. É importante aliar a esses pensamentos, emoções positivas muito fortes e neutralizar as que estão ligadas aos ganhos atuais que não queremos nos desfazer, mas que é preciso. E a partir daí começamos a entender o processo de construir a nossa realidade, alcançar objetivos que tanto queremos.

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Você está fazendo AGORA o que gostaria ou está em sua Zona de Conforto?

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Zona de conforto X Objetivos e metas

Esses dias eu estava refletindo sobre uma questão: eu estou fazendo AGORA o que eu mais gostaria de fazer? E quando me refiro ao agora, é no sentido absoluto da palavra, naquele exato momento presente.

Qual você acha que foi a minha resposta?

Qual você acha que é a resposta da maioria das pessoas?

Mas o mais importante: qual é a sua resposta?

Essa é uma resposta delicada, no meu ponto de vista. Eu vejo a grande maioria de nós, como seres que facilmente se adaptam ao comodismo e relutam em sair do que todos chamam de zona de conforto (apesar de eu trabalhar com um conceito diferente de zona de conforto, vou usar aqui o termo com o significado que todos tem).

Ou seja, aquele estado que nos confere uma sensação positiva e gratificante para o momento e normalmente passageira. Explico: sempre que nos entregamos a um prazer imediato, como assistir a um filme, comer algo gostoso mas fora da dieta, descansar, se jogar no sofá e ficar zapeando, ficar apenas ouvindo música, entre muitas outras possibilidades, são momentos que nos proporcionam prazer imediato. Porém, que agregam pouco ou quase nada para atingirmos nossos objetivos, realizarmos os nossos sonhos. Não sou contra esses momentos e nem quero gerar apologia sobre o tema, acho sim que são necessários, mas de forma equilibrada e programada.

Mas, essa definição é importante quando pensamos no que eu gostaria de estar fazendo agora. Porque é bem possível que a primeira resposta seja sempre uma dessas coisas. Um desses momentos em que desfrutamos apenas do prazer, do deleite de fazer algo sem compromisso. De estarmos em nossa zona de conforto.

Isso significa que se respondemos algo assim a essa pergunta há algo errado? Não e sim.

Não porque esse é um procedimento natural do ser humano. A tal da zona de conforto parece ter um campo magnético que nos puxa para ela! E um dos objetivos do ser humano é a busca pela felicidade. E uma das formas de se sentir feliz, é com o que Martin Seligman chamou de Vida Agradável, ou seja, basicamente aquela feita do usufruto de bons momentos. E não há nada de errado nisso, em buscar alcançar um maior número de bons momentos. Então, não há nada de errado em pensar assim, desde que optar por esses momentos seja consciente e não uma fuga, e desde que seja planejado e não decorrência de procrastinação. Entendem a diferença?

E sim, há algo errado, por conta da questão acima, ou seja, o que eu estou deixando de fazer, que deveria ser o meu foco para alcançar os meus objetivos, que ao invés disso, eu procrastino e prefiro usufruir destes momentos apenas?

O ponto é que se eu faço isso e deixo os meus objetivos de lado ou se faço isso porque não tenho objetivos definidos, os dois motivos nos levam a crer que agir assim só irá trazer insatisfação e frustração a longo prazo. Pois haverá um momento em que vamos olhar para trás e perceber que perdemos tempo, que ao invés de estarmos mais perto de como gostaríamos de estar em 10 anos, por exemplo, estamos mais longe, porque se passaram 5 anos, faltam apenas 5 para chegar a minha meta e eu não fiz o que tinha que fazer, ou seja, temos que começar a contar os 10 anos de novo.

Resumindo, algumas reflexões que são necessárias sobre o tema:

O quanto o que eu realmente gostaria de fazer está distante do que eu estou fazendo?

Quando eu me percebo realizando algo que não gostaria de fazer?

O que eu realmente gostaria de fazer?

O que eu posso fazer para mudar isso?

Que outras alternativas eu tenho? E quais mais?

Quando eu vou começar a agir para mudar isso? Em que data?

Quando eu gostaria de fazer o que eu realmente quero?

 

Mas, há também a possibilidade (e a melhor!) de que estou fazendo exatamente aquilo que eu gostaria de fazer AGORA, e isso envolve viver atividades relacionadas ao profissional, ao lazer,  à qualidade de vida, etc.. Ou seja, escolhas conscientes e planejadas. Realmente, escolhas. E isso acontece sempre que estamos realizando atividades que são chamadas de atividades intencionais, assim denominadas por uma das maiores pesquisadoras de psicologia positiva, Sonja Lyubomirsky – atividades que escolhemos fazer e sobre as quais temos controle. E nesse caso, quanto maior o número de atividades intencionais, maior é o nosso bem estar!

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Urgência. E se fosse a sua última chance de conquistar seu objetivo?

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Sacrifícios e senso de urgência!

Esse final de semana eu estava passeando na Avenida Paulista com a minha família. Você conhece lá? De domingo ela é fechada para o trânsito de carros e fica livre para pedestres, ciclistas, patinadores, skatistas, etc..

E também vira um grande palco para músicos, performistas, artistas plásticos, artesãos. Pessoas que expõem o seu trabalho ou sua arte num extenso palco ao ar livre.

Mas, é claro que muitos dos que estão lá procuram não apenas a oportunidade de expor o seu trabalho, mas de eventualmente serem abordados por alguém que queira patrociná-los e também para coletar o dinheiro que vai ajudar no seu sustento ou talvez, seja tudo o que terão.

O que me chamou a atenção foi que muitas das pessoas que estavam ali, deveriam se esforçar ao máximo, abrindo mão de uma série de coisas que preferiam estar fazendo para lutar pelo próprio sonho e fazer acontecer. E faziam isso, porque não viam alternativas.

Você, quando corre atrás do seu sonho, quando trabalha para realizar o seu objetivo, tem a mesma força de vontade, o mesmo empenho? Abre mão de coisas que gosta de fazer e que são valiosas para você? Quanto exatamente é o seu empenho? Do que exatamente você abre mão?

Tenho certeza de que a grande maioria se estivesse em uma situação de “vida ou morte”, de última chance para fazer algo dar certo, teria muito mais dedicação, disciplina, empenho e coragem.

A falta de opções ou a necessidade nos tira do comodismo. Faz com que tenhamos uma performance muito melhor do que numa situação confortável, em que sabemos que temos alternativas.

Isso não quer dizer que é o único fator que fará termos sucesso em nossos objetivos. De forma alguma, as variáveis são muitas. Porém, ele é um fator decisivo para alcançar o sucesso. Sem esta garra, essa motivação, essa entrega, fica mais difícil, ou talvez quase impossível alcançarmos nossas metas.

É o nosso 120%. É o sacrifício. É abrir mão de coisas que são valiosas. E é uma coisa a mais. É a presença de um sentimento, que ouvi pela primeira vez, com o sistematizador do SwáSthya Yôga: um senso de urgência!

Mesmo que não tenhamos urgência no que tivermos que fazer, sentir-se assim faz diferença e nos alça a patamares bem mais elevados de performance, de execução, de lucidez!

O senso de urgência presente nos coloca favoráveis a:

– Fazer o que tem que ser feito, sem rodeios, sem melindres, sem reclamações. Tem que fazer, levanta e faz. Pense menos e haja mais;

– Não deixar coisas para depois. Uma vez que entendemos o teor da tarefa, o impacto que terá no nosso objetivo, não dá para procrastinar, para deixar para depois;

– Enxergar a falta de tempo de outra forma. Se eu não quero abrir mão de algumas coisas para alcançar meu objetivo, então pode ser que eu não tenha mesmo tempo. Mas, à medida que o senso de urgência atua, percebemos que o tempo existe e é uma questão de prioridade e organização. O tempo é emocional.

E ainda, sabendo que não somos eternos nesta nossa vida terrena atual, quanto mais rápido nos colocarmos a realizar o que temos que fazer, melhor. Porque, a sensação de passagem do tempo é cada vez maior. Quanto mais velhos ficamos, mais rápido o tempo passa.

Então, porque deixar para depois? Tem que fazer logo!

E, ao refletir sobre esse tema, comecei a perceber que eu mesma, que me considero produtiva, organizada e administro bem minhas tarefas, usava a desculpa do tempo. Porque não queria abrir mão de algumas coisas que são valiosas para mim.

Eu abro mão de muitas coisas hoje, mas percebi que se quero alcançar os meus objetivos, realizar, sempre tem um esforço a mais.

E nesse ponto, quando ampliamos nossa consciência, começamos a perceber que podemos mais. Que há mais para ser feito. Que verdadeiramente não estamos em nosso 120% ou 130% ou 140%. Tem espaço para agirmos com mais urgência.

Tudo vai depender da sua vontade de realizar os seus sonhos.

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