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Sensação do tempo voando, na correria do dia a dia?

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O tempo voando e nós: corremos automaticamente ou vivemos conscientemente?

E já estamos novamente no final do ano…eu poderia começar este texto como todo mundo te perguntando se você conquistou o que queria, se alcançou seus objetivos, se produziu, etc., etc., etc….mas, não vou…vou começar te perguntando assim: Você se sentiu ouvida e ouviu este ano?

Posso estar errada, mas acho que uma das piores sensações ao concluir um ciclo (e final de ano tem esse peso e esse significado, não é?) é a sensação de que o tempo passou e não o vivemos, não estivemos presentes de verdade, vivemos, mas não VIVEMOS! Contemplamos o tempo voando. Apenas fizemos as nossas tarefas, cumprimos os nossos deveres, cumprimos nossa jornada de trabalho e sim, nos divertimos em alguns momentos, passeamos, estivemos com amigos, mas…VIVEMOS?

Aqui cabe muito bem abrir um parênteses para trazer um trecho de um texto muito bacana de Eliane Brum:

“Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo.  E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E já percebemos que essa condição humana um corpo humano não aguenta. O corpo então virou um atrapalho, um apêndice incômodo, um não-dá-conta que adoece, fica ansioso, deprime, entra em pânico. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo. Pelo menos até conseguirmos nos livrar desse corpo que se tornou uma barreira. O problema é que o corpo não é um outro, o corpo é o que chamamos de eu. O corpo não é limite, mas a própria condição. O corpo é.”

Mas, voltando…Não há como ter uma resposta positiva para esta pergunta (estamos VIVENDO?) se não nos conhecermos profundamente, se não mergulharmos em nós mesmos, nos conectarmos com a nossa essência, com o que realmente importa para nós; mas a resposta negativa é fácil de obter, e para mim um dos sinais é a falta de presença no que fazemos cotidianamente, falta que podemos perceber quando:

* Primeiro pela sensação do tempo passar muito rápido, do tempo voando;

* Segundo pela sensação de vazio que fica ao final de um ano e a vontade de ter podido fazer mais;

* E por último pela percepção de não termos sido ouvidos, o que gera a contraparte: soubemos ouvir o outro? A nós mesmos? Ao universo?

Mas, então apenas nos apercebermos deste fato, trazermos para consciência e está feito? A minha natureza mental de ser humano, me obriga a pensar e buscar respostas e atitudes a serem tomadas, para se fazer algo a respeito, para mudar esta situação e virar o jogo. Então, imagino que o que você esteja esperando seja isso, uma lista agora de “X formas” de melhorar esta questão.

Coinscidências ou não à parte, recentemente publiquei um post no meu instagram com os seguintes dizeres: “ PRECISAMOS URGENTEMENTE NÃO FAZER ALGO À RESPEITO DE TUDO” (quer conferir vai lá: https://www.instagram.com/p/BbxrWRGHOZu/?taken-by=fabianaaparicio)

Então, se você quiser você pode buscar ações práticas para essa questão, se ela te motivou o suficiente. De hoje, até pelo menos o final do ano eu vou fazer o seguinte:

Primeiro respirar. Segundo ouvir. Falar menos, muito menos e ouvir. Depois, procurar estar presente cada segundo que vivo. Perceber as minhas sensações naquele momento, em busca de uma conexão com a minha essência. E não fazer mais nada.

Vou focar muito em ouvir, fazer a minha parte.

Se ainda assim, você estiver pensando em como colocar tudo isso em prática e diminuir essa sensação do tempo voando, tenho algumas dicas que pode ajudar:

1. Procure uma atividade para entrar em contato com você mesmo, para acalmar a mente, para estar em maior contato com estímulos internos do que externos, por exemplo a prática de meditação ou Yôga, que faz parte da minha vida e por isso, posso indicar tranquilamente (se quiser ler mais sobre meditação, clique aqui);

2. Procure incluir em sua vida atividades que te dão prazer e que você faz por escolha, exclusivamente porque quer, por prazer;

3. Alimente e provoque emoções positivas em sua vida (tenho um artigo sobre isso, leia clicando aqui, se quiser);

4. Procure descobrir por onde a sua energia escoa. Todos temos formas de captar energia, mas também temos os nossos “ralos”, que é por onde perdemos energia, descubra os seus. (quer ler mais, clique aqui para acessar o meu artigo);

5. Para estar mais presente, trabalhe os sentidos: quando estiver comendo sinta o sabor do alimento, separe um tempo para ouvir música e faça apenas isso, ao esperar alguém em qualquer lugar contemple o espaço ao seu redor, observe o entorno, a movimentação; estes são alguns exemplos para exercitar a presença.

 

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Independência é importante para você?

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Independência X Dependência. Em que ponto estamos?

Já falei aqui sobre a importância que se sentir independente tem na vida de todos nós. Se você ainda não sente essa importância existe uma grande possibilidade de que você viva numa relação de dependência e ainda não experimentou nenhuma situação crítica em que pudesse perceber essa situação e as consequências negativas da dependência. Pode apostar.

Eu mesma vivi isso muitos anos, muitos mesmo, e só percebi o quanto eu era dependente (no meu caso emocionalmente) de minha mãe, quando ela se foi. E continuo um pouco até agora – 4 anos depois, tendo que lidar com as consequências e buscando conquistar a minha independência e me apropriar de mim mesma.

E foi quando percebi que eu estava tendo atitudes com os meu filhos que iriam levar à mesma dependência, que eu resolvi mudar meu comportamento com eles (isso já faz uns dois anos), para evitar essa situação.

Como a última coisa que eu queria era que eles passassem pelo mesmo que eu estava vivendo – e acredite, foi um período muito ruim, intenso negativamente e sofrido, decidi que precisava mudar algumas atitudes que desencorajavam a independência e outras que provocavam a dependência deles.

Então, meu convite  é esta reflexão: o quanto nós temos atitudes que incentivam uma relação de dependência? Isso pode acontecer com nossos filhos ou com outras pessoas com as quais temos relacionamentos próximos, pessoais ou profissionais.

Sempre que agimos com uma postura que caracteriza um “super funcionamento”, como falamos no coaching, de acordo com a psicologia positiva, isto é, estar em super funcionamento é assumir toda e qualquer responsabilidade, inclusive de coisas que não são nossas – estamos alimentando uma postura de sub funcionamento de outra pessoa, quer dizer, incentivando que o outro tenha um comportamento sem iniciativa, que sempre precisa de alguém para realizar algo, para tomar decisões, para agir. E isso não é nada bom, não é saudável, mesmo que façamos com uma intenção muito positiva de ajudar, que é normalmente o que nós mães fazemos.

Na verdade estamos tirando a possibilidade desta pessoa, de aprender com os próprios erros, de se desenvolver, de crescer, de descobrir o que ela realmente gosta, de aprender a decidir, a escolher, de se fortalecer emocionalmente, de se apropriar de si mesma e ser o seu principal sustento.

Particularmente no caso de mães (como eu), sinto que faz parte deste processo de incentivar a independência:

– falar não aos filhos;

– incentivar e permitir que o outro assuma as responsabilidades pelas suas atitudes;

– deixar o outro fazer as próprias escolhas, consciente das consequências por mais que isso possa nos parecer cruel ou sem carinho;

– permitir a livre expressão dos nossos filhos, sem julgamentos prévios;

– que eles aprendam a lidar com situações divergentes, negociando e buscando argumentos;

– incentivar a identificação e expressão de sentimentos.

Pois, na verdade agir desta forma é exatamente o contrário, é prova de amor pelo outro.

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Por que algumas situações se repetem em sua vida e como evitar isso

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Entenda a atuação dos padrões nas situações que se repetem

Você já pensou o quanto a gente se prende em padrões? Padrões de todos os tipos: de comportamentos, de fala, de atitudes, de relacionamentos, de respostas, de pensamentos até…

E o pior é que fazemos isso sem perceber e depois não entendemos por que as coisas se repetem. Por que sempre temos os mesmos resultados. Por que sempre acabamos numa mesma situação. Por que determinadas situações se repetem.

Einstein dizia: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.”.

Só que para começarmos a mudar, a fazer diferente, temos primeiro que perceber, que tomar consciência do que estamos repetindo. E isso, nem sempre é fácil. Mas, é necessário e é o primeiro passo. Para alcançar isso, você pode trabalhar de formas diferentes…há quem escolha uma terapia, há quem prefira reflexões e atenção plena ao comportamento, há quem goste de conversas com um amigo “cabeça” que tem uma percepção mais apurada e pode ajudar a esclarecer, enfim, há várias formas de tornar isso consciente.

Mas, há também uma forma muito prática, que ao invés de começar pela causa, pelo entendimento, começa pela consequência. E qual é a consequência? O comportamento. E como isso acontece? Fazendo diferente. Sem pensar no que fazemos normalmente, mas pensando em simplesmente fazer diferente.

Por exemplo, se você sempre vai até algum lugar usando o mesmo caminho, use outro. Se você sempre toma a mesma coisa de café da manhã, faça escolhas diferentes, se você sempre age de acordo com uma rotina específica todos os dias, mude algo de vez em quando. Ou ainda, escove os dentes com a mão esquerda, ouça uma música que não costuma ouvir, leia um livro que jamais leria, vá a lugares diferentes, etc..

Simplesmente faça, sem se questionar a razão de fazer ou qual é a ligação que há com qualquer de seus comportamentos, falas, pensamentos. Ou pensando nas situações que se repetem. Não importa. Apenas pense em fazer algo novo todos os dias.

Pode parecer difícil, talvez você tenha pensado: “Nossa! Como vou achar uma coisa nova todos os dias?”. Pois é… está vendo como estamos condicionados? É exatamente este trabalho que começará a ser processado…o estímulo para coisas novas, diferentes é tão intenso, de tal forma que o cérebro começará a criar novos caminhos, novas respostas e deixar de se prender a padrões.

Sempre que repetimos um padrão ele se reforça em nossa mente, e a tendência do cérebro, para economizar energia, será apontar para a resposta mais parecida que possa ser implementada sem muito esforço. Começamos, então, a entender porque situações se repetem. E o que será que acontece quando as respostas são sempre muito diferentes? Começamos a quebrar estes padrões. E aí sim, a ter resultados diferentes.

Isso sem falar que, ao fazer coisas novas, estamos vivendo experiências diferentes e podemos descobrir e viver emoções que nunca vivemos, podemos nos deparar com novas paixões, novas descobertas sobre o mundo e sobre nós mesmos, um novo mundo pode se abrir bem na nossa frente! E isso, não tem preço!

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Você está fazendo AGORA o que gostaria ou está em sua Zona de Conforto?

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Zona de conforto X Objetivos e metas

Esses dias eu estava refletindo sobre uma questão: eu estou fazendo AGORA o que eu mais gostaria de fazer? E quando me refiro ao agora, é no sentido absoluto da palavra, naquele exato momento presente.

Qual você acha que foi a minha resposta?

Qual você acha que é a resposta da maioria das pessoas?

Mas o mais importante: qual é a sua resposta?

Essa é uma resposta delicada, no meu ponto de vista. Eu vejo a grande maioria de nós, como seres que facilmente se adaptam ao comodismo e relutam em sair do que todos chamam de zona de conforto (apesar de eu trabalhar com um conceito diferente de zona de conforto, vou usar aqui o termo com o significado que todos tem).

Ou seja, aquele estado que nos confere uma sensação positiva e gratificante para o momento e normalmente passageira. Explico: sempre que nos entregamos a um prazer imediato, como assistir a um filme, comer algo gostoso mas fora da dieta, descansar, se jogar no sofá e ficar zapeando, ficar apenas ouvindo música, entre muitas outras possibilidades, são momentos que nos proporcionam prazer imediato. Porém, que agregam pouco ou quase nada para atingirmos nossos objetivos, realizarmos os nossos sonhos. Não sou contra esses momentos e nem quero gerar apologia sobre o tema, acho sim que são necessários, mas de forma equilibrada e programada.

Mas, essa definição é importante quando pensamos no que eu gostaria de estar fazendo agora. Porque é bem possível que a primeira resposta seja sempre uma dessas coisas. Um desses momentos em que desfrutamos apenas do prazer, do deleite de fazer algo sem compromisso. De estarmos em nossa zona de conforto.

Isso significa que se respondemos algo assim a essa pergunta há algo errado? Não e sim.

Não porque esse é um procedimento natural do ser humano. A tal da zona de conforto parece ter um campo magnético que nos puxa para ela! E um dos objetivos do ser humano é a busca pela felicidade. E uma das formas de se sentir feliz, é com o que Martin Seligman chamou de Vida Agradável, ou seja, basicamente aquela feita do usufruto de bons momentos. E não há nada de errado nisso, em buscar alcançar um maior número de bons momentos. Então, não há nada de errado em pensar assim, desde que optar por esses momentos seja consciente e não uma fuga, e desde que seja planejado e não decorrência de procrastinação. Entendem a diferença?

E sim, há algo errado, por conta da questão acima, ou seja, o que eu estou deixando de fazer, que deveria ser o meu foco para alcançar os meus objetivos, que ao invés disso, eu procrastino e prefiro usufruir destes momentos apenas?

O ponto é que se eu faço isso e deixo os meus objetivos de lado ou se faço isso porque não tenho objetivos definidos, os dois motivos nos levam a crer que agir assim só irá trazer insatisfação e frustração a longo prazo. Pois haverá um momento em que vamos olhar para trás e perceber que perdemos tempo, que ao invés de estarmos mais perto de como gostaríamos de estar em 10 anos, por exemplo, estamos mais longe, porque se passaram 5 anos, faltam apenas 5 para chegar a minha meta e eu não fiz o que tinha que fazer, ou seja, temos que começar a contar os 10 anos de novo.

Resumindo, algumas reflexões que são necessárias sobre o tema:

O quanto o que eu realmente gostaria de fazer está distante do que eu estou fazendo?

Quando eu me percebo realizando algo que não gostaria de fazer?

O que eu realmente gostaria de fazer?

O que eu posso fazer para mudar isso?

Que outras alternativas eu tenho? E quais mais?

Quando eu vou começar a agir para mudar isso? Em que data?

Quando eu gostaria de fazer o que eu realmente quero?

 

Mas, há também a possibilidade (e a melhor!) de que estou fazendo exatamente aquilo que eu gostaria de fazer AGORA, e isso envolve viver atividades relacionadas ao profissional, ao lazer,  à qualidade de vida, etc.. Ou seja, escolhas conscientes e planejadas. Realmente, escolhas. E isso acontece sempre que estamos realizando atividades que são chamadas de atividades intencionais, assim denominadas por uma das maiores pesquisadoras de psicologia positiva, Sonja Lyubomirsky – atividades que escolhemos fazer e sobre as quais temos controle. E nesse caso, quanto maior o número de atividades intencionais, maior é o nosso bem estar!

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Urgência. E se fosse a sua última chance de conquistar seu objetivo?

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Sacrifícios e senso de urgência!

Esse final de semana eu estava passeando na Avenida Paulista com a minha família. Você conhece lá? De domingo ela é fechada para o trânsito de carros e fica livre para pedestres, ciclistas, patinadores, skatistas, etc..

E também vira um grande palco para músicos, performistas, artistas plásticos, artesãos. Pessoas que expõem o seu trabalho ou sua arte num extenso palco ao ar livre.

Mas, é claro que muitos dos que estão lá procuram não apenas a oportunidade de expor o seu trabalho, mas de eventualmente serem abordados por alguém que queira patrociná-los e também para coletar o dinheiro que vai ajudar no seu sustento ou talvez, seja tudo o que terão.

O que me chamou a atenção foi que muitas das pessoas que estavam ali, deveriam se esforçar ao máximo, abrindo mão de uma série de coisas que preferiam estar fazendo para lutar pelo próprio sonho e fazer acontecer. E faziam isso, porque não viam alternativas.

Você, quando corre atrás do seu sonho, quando trabalha para realizar o seu objetivo, tem a mesma força de vontade, o mesmo empenho? Abre mão de coisas que gosta de fazer e que são valiosas para você? Quanto exatamente é o seu empenho? Do que exatamente você abre mão?

Tenho certeza de que a grande maioria se estivesse em uma situação de “vida ou morte”, de última chance para fazer algo dar certo, teria muito mais dedicação, disciplina, empenho e coragem.

A falta de opções ou a necessidade nos tira do comodismo. Faz com que tenhamos uma performance muito melhor do que numa situação confortável, em que sabemos que temos alternativas.

Isso não quer dizer que é o único fator que fará termos sucesso em nossos objetivos. De forma alguma, as variáveis são muitas. Porém, ele é um fator decisivo para alcançar o sucesso. Sem esta garra, essa motivação, essa entrega, fica mais difícil, ou talvez quase impossível alcançarmos nossas metas.

É o nosso 120%. É o sacrifício. É abrir mão de coisas que são valiosas. E é uma coisa a mais. É a presença de um sentimento, que ouvi pela primeira vez, com o sistematizador do SwáSthya Yôga: um senso de urgência!

Mesmo que não tenhamos urgência no que tivermos que fazer, sentir-se assim faz diferença e nos alça a patamares bem mais elevados de performance, de execução, de lucidez!

O senso de urgência presente nos coloca favoráveis a:

– Fazer o que tem que ser feito, sem rodeios, sem melindres, sem reclamações. Tem que fazer, levanta e faz. Pense menos e haja mais;

– Não deixar coisas para depois. Uma vez que entendemos o teor da tarefa, o impacto que terá no nosso objetivo, não dá para procrastinar, para deixar para depois;

– Enxergar a falta de tempo de outra forma. Se eu não quero abrir mão de algumas coisas para alcançar meu objetivo, então pode ser que eu não tenha mesmo tempo. Mas, à medida que o senso de urgência atua, percebemos que o tempo existe e é uma questão de prioridade e organização. O tempo é emocional.

E ainda, sabendo que não somos eternos nesta nossa vida terrena atual, quanto mais rápido nos colocarmos a realizar o que temos que fazer, melhor. Porque, a sensação de passagem do tempo é cada vez maior. Quanto mais velhos ficamos, mais rápido o tempo passa.

Então, porque deixar para depois? Tem que fazer logo!

E, ao refletir sobre esse tema, comecei a perceber que eu mesma, que me considero produtiva, organizada e administro bem minhas tarefas, usava a desculpa do tempo. Porque não queria abrir mão de algumas coisas que são valiosas para mim.

Eu abro mão de muitas coisas hoje, mas percebi que se quero alcançar os meus objetivos, realizar, sempre tem um esforço a mais.

E nesse ponto, quando ampliamos nossa consciência, começamos a perceber que podemos mais. Que há mais para ser feito. Que verdadeiramente não estamos em nosso 120% ou 130% ou 140%. Tem espaço para agirmos com mais urgência.

Tudo vai depender da sua vontade de realizar os seus sonhos.

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Como ter mais foco na sua vida!

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Por que não consigo ter mais foco?

Quando penso em  foco, e no que as pessoas me dizem sobre precisar ter mais foco, da dificuldade em permanecerem focadas, da dispersão ser grande, enfim pontos que versam sobre o mesmo tema – ter mais foco na vida; a primeira coisa que eu pergunto é “Você sabe claramente o que você quer? Você sabe onde quer chegar, quer dizer, qual é o resultado que você espera ter no final? Ou ainda, objetivamente, quais são as suas metas?”

Se a resposta para estas perguntas é não, a raiz da falta de foco está aí. Quando não temos isso definido, como podemos nos manter focados? Como podemos nos esforçar para que a nossa atenção esteja em um só ponto?

Com essa resposta, é possível partir para um segundo ponto que é entender a dispersão. Mas, se você ainda está no primeiro passo, não adianta querer ir para o próximo. Pare e avalie quais são os seus objetivos, o que você quer conquistar, o que você quer ser, como você quer que sua vida seja. São formas diferentes de se obter as respostas, nem sempre iguais, mas que vão se complementar e te dar um panorama bem completo dos seus desejos. E depois construa metas com esses desejos, quantificando e colocando prazos. Eu escrevi sobre isso em outro post, se quiser ler, clique aqui.

Mas, se você já tem isso claro, vamos para o segundo ponto que eu averíguo, que é entender a dispersão. O que eu faço que eu percebo que me tira do foco? Exemplos, eu fico pulando de um assunto para o outro, porque me canso? Eu me lembro de coisas que tenho para fazer e paro para executá-las, para não esquecer de novo? Eu tenho preguiça de fazer algumas coisas, e por isso fico adiando e fazendo outras que são mais fáceis? Eu pulo de uma tarefa para a outra, quando a tarefa é longa? Ou quando é mais difícil? Ou quando é específica sobre algo que não me agrada – por exemplo: oferecer meu serviço, falar em público, etc..

Entender como a falta de foco aparece, é importante para entender a razão, ou seja, qual é o desprazer que eu tenho no momento da atividade que me faz mudar para outra? É se conhecer mais, para saber onde agir. E aí atuar sobre a razão com consciência. E obter o que mais quer: ter mais foco! Quer ver só?

Se eu fico pulando de um assunto para o outro, porque me canso – a solução talvez seja desmembrar a minha agenda em pequenos blocos de tempo, que divido entre micro-projetos que desenvolvo simultaneamente. Mesmo que sejam diferentes, eles se complementam, desde que sejam atividades que me levarão para o meu objetivo. Isso é a procrastinação produtiva, segundo Austin Kleon, autor do livro Roube como um artista.

Ou: Eu me lembro de coisas que tenho para fazer e paro para executá-las, para não esquecer de novo – para que você não se deixe levar por esse impulso, você precisa estar seguro de que não vai esquecer do que a sua mente acabou de se lembrar, então talvez você precise armazenar os seus to do´s em um lista confiável que você saiba que irá checar com frequência e também reservar um tempo para as atividades desta lista. Também tenho um post interessante sobre esse tipo de atitude, clique aqui para ler.

Vamos para mais um exemplo? Eu tenho preguiça de fazer algumas coisas, e por isso fico adiando e fazendo outras que são mais fáceis – Aqui você só está se enganando, a não ser que a preguiça seja decorrente de um estado de saúde física ou emocional debilitada, o que requer atenção e algum tipo de tratamento. Mas excetuando esses casos, você simplesmente está dando importância para um prazer imediato, se iludindo que isso é mais importante do que os seus objetivos e que vai lhe trazer mais satisfação. Reaja!

E esse ponto é interessante de falar, porque além de te ajudar a ter mais foco e também se manter no foco, ele é um grande motivador para conquistarmos o que queremos e lutarmos contra preguiça, procrastinação, medo, etc.. Tendemos a ceder para os prazeres mais imediatos, aqueles de curto prazo, os que no momento em que realizamos nos supre uma necessidade momentânea.

Isso ocorre quando cedemos a tentação de comer um doce, mesmo estando de dieta; ou quando preferimos ficar assistindo a um filme largado no sofá, do que fazer um exercício para nos dar mais disposição ou estudar para o concurso que queremos prestar; ou quando preferimos fazer uma tarefa mais fácil, mas de baixo impacto em nosso objetivo, ao invés de nos focarmos e colocarmos toda a nossa energia em uma tarefa cujo impacto é alto na realização de nossos sonhos. Esquecemos de olhar para o futuro e visualizar o prazer, a satisfação que teremos quando atingirmos a forma física que queremos; ou quando passarmos no concurso; quando atingirmos uma condição de saúde melhor e nos sentirmos mais dispostos; e claro, quando nos vemos realizando nossos sonhos.

O que vale mais a pena? O prazer imediato ou a realização de uma meta?

Ter mais foco, exige clareza dos objetivos e dos passos que precisam ser dados. Se manter no foco, exige força de vontade, disciplina, empenho e uma pitada de autoconhecimento, para fazer ajustes que vão facilitar a permanência no foco, que não vão te atrapalhar a ser uma pessoa mais focada.

As dispersões muitas vezes nos mostram aspectos de nós mesmos que precisamos ajustar ou que estamos negando ou escondendo, ou então necessidades que estamos deixando de atender. Muitas vezes, basta pequenos ajustes para atender essa necessidade em outro momento do seu dia que ela não será mais um fator de desequilíbrio e causador da falta de foco.

É uma auto-observação. Entenda as suas necessidades, ajuste o que for preciso, construa sua rotina de tal forma que nada seja obrigação, mas que seja vista simplesmente como passos necessários para se conquistar o que quer. Se o que você estiver fazendo tiver um propósito verdadeiro e fundamentado nos seus valores, será fácil trocar esse conceito de obrigação para disciplina. E ter mais foco será apenas uma consequência.

Como enfrentar o medo que te impede de ter o que quer?

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Para enfrentar o medo, troque  por confiança.

Todos nós temos medo. Como já disse em outros textos (leia aqui se quiser e aqui), ele não é privilégio seu ou meu, faz parte da natureza humana, porque é um mecanismo de defesa. Mas, muitos medos não são lógicos e por isso podemos questioná-los, acabam nos limitando e prejudicando, e gerando um desconforto bastante grande. Se todos têm medo, o próximo passo após reconhecê-lo, é ter coragem para enfrentá-lo. Mas, como vencer o medo? Corajosa não é aquela pessoa que não tem medo. É aquela pessoa que tenta enfrentá-lo, não é mesmo?

Por isso que medo não é o oposto de coragem. O sentimento oposto é a confiança. É confiança que temos que adquirir, que temos que construir para superá-lo, qualquer um que seja.

E como se constrói confiança? Ao entendermos o medo e as crenças que temos a seu respeito, podemos desafiá-las e começar a perceber que elas não têm fundamento e, portanto, esvaziar o medo e gerar confiança.

Como podemos lidar:

  • Primeiro, precisamos conhecê-los. Torne-se íntimo do seu medo. Destrinche-o. Entenda por que você se sente assim. Pergunte-se: qual a pior coisa que poderia acontecer nessa situação que me assusta? Por que isso é o pior? Saiba qual exatamente é o medo que você vai enfrentar. Como você irá enfrentá-lo se você não sabe exatamente do que ele é composto?

 

  • Segundo, desafie as suas crenças. As crenças são coisas que acreditamos sobre a vida, são as nossas regras sobre a vida – pessoais e únicas, que assimilamos desde a nossa infância, que absorvemos através de referenciais durante a nossa vida. Algumas delas nos fortalecem. Outras nos limitam porque trazem emoções negativas relacionadas ao assunto em questão. Quando você se perguntou por que tem esse medo, seja qual for ele, você está se dando pistas de quais as crenças que possui a esse respeito. Portanto, ao identificá-las, desafie-as se perguntando se são reais, se tem lógica, se são factíveis.

 

  • Terceiro, prepare-se. Passamos a nossa vida com medos, dos quais a imensa maioria não irá acontecer. Mas, e se acontecer? É assim que nos sentimos. É assim que funciona. E o problema está justamente em como nos comportamos a partir deste ponto. Deixamo-nos paralisar e somos levados pelo medo. Ao invés disso, a pergunta é: supondo que a situação que você mais teme, ocorra, como você faria para superá-la? Qual seria o seu plano para passar por essa situação hipotética, que te assusta e amedronta, da melhor forma possível? Como você gostaria de reagir caso o que você mais teme, acontecesse? O que te impede de reagir assim?

Pensando nisso, o que você precisaria ser, fazer ou ter para poder “dar a volta por cima” e superar a situação? Por isso, aqui estamos falando em se preparar. Quando nos preparamos para algo, significa que a situação não nos pegará de surpresa. E se não nos pegar de surpresa, sabemos quais os melhores comportamentos, atitudes e até mesmo as emoções que precisamos ter e provocar para o momento.

Fez sentido para você? Se sim, o que você pode fazer agora para dar um primeiro passo para enfrentar esse medo que você tem?

Seja caridoso com você – aprenda a exigir menos de você!

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Exigir menos de você é trocar a culpa pela responsabilidade!

Uma noite eu estava em uma palestra, na verdade algo bem informal, em que o palestrante falava sobre comportamento humano e ele começou a falar sobre caridade. E como, para que possamos ser caridosos com os outros, precisamos ser caridosos conosco primeiro e exigir menos. E foi bem interessante, pois aquela frase foi perfeita para mim. Como se diz por aí: “caiu como uma luva”. E o mais especial foi perceber que eu já tinha esse conceito na minha mente, de que não podemos nos culpar, temos que exigir menos de nós mesmos, mas nunca havia absorvido daquela forma e feito tão sentido para mim, quando aquela pessoa usou a palavra “caridosa”. Ser caridosa comigo mesma. Caridosa.

Caridade no dicionário quer dizer bondade, generosidade, compaixão. E por isso fez tanta diferença para mim. Se comparado aos conceitos anteriores como “não se culpar”, “não exigir demais de mim mesma”, “ser caridosa comigo mesma” é completamente diferente, emocionalmente falando. Quer dizer, é entender que erramos, que falhamos, que sentimos emoções que não queremos, que nos expressamos como não gostaríamos, mas apesar disso tudo nos perdoarmos por isso. É ser caridoso. É aceitar o erro. É exigir menos de nós mesmos. É termos compaixão por nós mesmos e seguirmos em frente, sem nos punirmos. Existe uma carga emocional positiva muito forte no perdão, na caridade, e ao trazer este conceito à tona trazemos para perto de nós esta possibilidade que é perfeitamente viável, a de sermos caridosos começando por nós mesmos, de nos perdoarmos.

Não sei você, mas eu sempre associei caridade com o outro, e quando a possibilidade de começar a exercer a caridade em nós mesmos me foi trazida, a sensação foi um misto de alívio, de aceitação e de recomeço. Pois na verdade é isso, a cada erro que nós cometemos, a cada deslize, ao invés de (aí sim) nos culparmos, nos chicotearmos, precisamos aplicar esse conceito de caridade, identificar o que não gostamos no nosso comportamento e recomeçar.  Alívio por perceber que existe uma possibilidade a mais além da culpa, que é a compaixão. Aceitação por entender que todos somos passíveis de erros e de termos comportamentos que não admitimos e negamos. Recomeço por colocarmos em prática o aprendizado e buscarmos chegar um pouquinho mais perto da forma como realmente queremos agir, da nossa essência.

É importante nesse processo percebermos que sermos caridosos conosco não significa que temos que aceitar os nossos erros e não procurarmos melhorar. Não significa que cometemos o mesmo erro seguidas vezes e não fazemos nada para que seja diferente, para que não se repita. Ser caridoso não é ser complacente com nossos erros. Ser caridoso tem a ver com perdão, com a aceitação, mas não se estende além desse ponto, pois se isso acontece não evoluímos. Evoluímos quando aprendemos a praticar a caridade, conosco e com os outros; mas evoluímos também quando buscamos nos aperfeiçoar, melhorar não apenas o nosso comportamento, mas trabalhar a raiz, a causa do comportamento que são as nossas emoções. E nesse caso específico, principalmente as emoções negativas que nos impulsionam a atitudes ruins, que tem como fonte emoções como ódio, culpa, medo, mágoa, frustração. Atitudes que queremos evitar, pois não queremos que nossos comportamentos sejam pautados por estas emoções.

Então, da próxima vez que fizer algo que te desagrade profundamente, ao invés de se culpar e de se boicotar, entenda que você foi sim o responsável pela atitude – e isso é fundamental, mas aceite-a como parte de você, pois todos temos um lado que não está coberto pela luz,  uma sombra, mas seja caridoso com você mesmo, perdoe-se pelo que aconteceu e imediatamente procure entender o que motivou a atitude para que possa transformar o comportamento através da emoção, e desta forma se aproximar cada vez mais do comportamento desejado. Aprenda a exigir menos de você.

Desaprenda.

Artigo revisto em 26 de setembro de 2016

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Descubra suas crenças limitantes, destrua paradigmas.

Esse texto foi feito para o início de 2016, mas, para que esperarmos o início do ano para fazermos as mudanças que queremos, não é mesmo? Então, faça agora. E comece com esse conselho:

O fim do ano chegou e eu gostaria de falar uma coisa para vocês uma única coisa: desaprenda. Desejar que em 2016 você, todos nós possamos desaprender.

Se tem algo que pode nos trazer novos aprendizados, nos mostrar novas possibilidades e nos abrir oportunidades é desaprender.

Desaprender é quebrar aqueles paradigmas que aprendemos no decorrer de nossa vida. Que absorvemos da sociedade. Desaprender é descobrir as nossas crenças limitantes ou não e destruir aquelas que nos prejudicam. É construir crenças novas. É reaprender aquilo que nos faz bem, que nos impulsiona. E introjetar estas novas crenças. É reconstruirmos a nós mesmos, incorporando em nossas vidas convicções que nos farão evoluir como seres humanos, crescer e contribuir para o mundo de alguma forma. Fazer a diferença e fazer diferente.

E é isso o que desejo para você neste novo ano.

Esse final de semana estive com alguns amigos e uma pessoa que conheci aquele dia começou a falar a sua interpretação, segundo a astrologia, sobre o que significava a forma como os meus filhos nasceram. Nesse momento eu percebi que tinha uma certa tendência em acreditar “de cara” em algumas coisas que ouço, leio, etc, percebi isso porque agi assim quando ela estava explicando e percebi que era assim que eu absorvia algumas das minhas crenças erradas, impróprias. E nesse momento lembrei-me do axioma número 1, preconizado pelo sistematizador do Yôga antigo, linha que sigo, o SwáSthya: Não acredite. E é isso que peço, exercite isso. Não acredite imediatamente em tudo o que ouvir. Nem mesmo no que estou escrevendo agora. Escute, leia, pondere, averigue outras opiniões, veja se o que você está ouvindo ou lendo tem sintonia com você, antes de absorver o que quer que seja. E desaprenda aquilo que você absorveu e que não serve mais para você, que algum dia serviu mas que hoje não está te ajudando em nada.

Aproveite o momento atual, afinal todo começo de ano é um época em que fazemos um balanço da nossa vida, do que realizamos, do que gostaríamos de ter feito e não fizemos, e também é uma época em que fazemos as promessas de ano novo, não é?

Ano novo é renovação, é recomeço, como o encerramento de um ciclo e uma nova chance para tentarmos realizar aquilo que ficou pela metade. Também o que deixou de ser feito pela falta de dinheiro, de tempo, de força de vontade, de momento ideal, etc.. E isso nos traz motivação para alcançar nossos objetivos e fazer diferente.

Então, faça diferente. Faça diferença. Desaprenda.

Feliz 2016!

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É sua responsabilidade!

autorresponsabilidade, metas, objetivos, karma, mindset, alta performance, qualidade de vidaE não dá mais para escapar disso, da autorresponsabilidade.

No Yôga seguimos um conceito que se chama karma, para nós do Yôga pré-clássico karma nada mais é do que uma lei universal, de ação e reação. Ou seja, tudo o que nos acontece na vida é uma consequência de uma atitude nossa. Nós tomamos decisões, agimos de determinadas formas, nos expressamos, interagimos, etc., temos atitudes que todo o tempo trará consequências, boas ou ruins, que nos levarão para um caminho ou outro. Mesmo que talvez no momento não tenhamos consciência do lugar ou ponto para o qual estamos indo ou de todas as consequências possíveis. Aproximamos-nos ou nos afastamos de determinados karmas de acordo com as nossas escolhas. E entender que nossas atitudes nos levam para onde queremos ou não, é ter autorresponsabilidade.

E isso é tão verdadeiro que me faz cada vez mais querer ampliar minha consciência para poder enxergar um pouquinho mais longe para onde minhas ações, pensamentos e emoções vão me levar.

Mas, sabendo disso: que nós somos responsáveis pelo caminho que trilhamos e pelas pedras e flores que estão nesse caminho, vejo alguns pensamentos que valem a pena serem transformados em ações:

  1. Assuma a responsabilidade pelas consequências. Pratique a autorresponsabilidade. Busque sempre entender qual foi ou é a sua participação na situação, pois ela existe – em geral é grande e está lá; ao invés de culpar o outro, o momento, a situação, a empresa, o clima, o trânsito, etc..

  2. Identifique a sua responsabilidade e o que pode fazer de diferente a respeito na próxima vez. Qual seria outra alternativa ou resposta que te daria um resultado diferente, e melhor?

  3. Se sabemos dessa implicação das nossas atitudes e escolhas, que tal tornar isso mais consciente, planejando o seu futuro? Sabendo o que você quer, você pode estabelecer suas metas e traçar o que precisa fazer para atingi-las e tomar decisões que evitem determinados karmas que você não quer para você.

  4. Você pode ir mais além. Defina como deve ser o seu comportamento para refletir o que você quer. Quais as características que tem que ter uma pessoa que hoje é o que você quer ser? Como você deve se comportar? O que você tem que falar? E mais ainda, como eu devo pensar? Qual é o mindset de uma pessoa que já alcançou o que você quer alcançar tem?

Tenho observado que esse é um dos principais pontos cegos das pessoas – a autorresponsabilidade, ou seja, temos dificuldade em perceber a nossa responsabilidade. Não conseguimos enxergar que nossas atitudes provocam reações nos outros que não gostamos ou então, que deixamos de tomar algumas ações e nos queixamos de não sermos atendidos em nossas expectativas. Ou quando não comunicamos determinadas necessidades e culpamos o outro por não atendê-las. Como ele iria saber, se não tornamos isso claro? Está compreendendo como isso funciona?

Existe um estudo que modelou os comportamentos, pensamentos de diversas pessoas bem sucedidas, e percebeu-se que existem 5 crenças que são comuns nessas pessoas que experimentaram grande prosperidade nas suas vidas. E uma delas diz respeito à responsabilidade: essas pessoas estão no controle de suas vidas e sabem que são responsáveis pelos seus resultados. Não culpam ninguém. Sempre trazem para si a responsabilidade. Isto é autorresponsabilidade.

E mudarmos a nossa forma de pensar sobre esse ponto, adotando esta crença trará consequências marcantes e extremamente positivas em nossos comportamentos. Que tal começarmos por aí, para irmos em direção a uma vida mais próspera?

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