Category: Saúde e Bem Estar

Como ter qualidade de vida e saúde

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Qualidade de vida no trabalho e na vida e saúde.

Antes de tudo, você precisa saber o que é ter qualidade de vida e saúde para você. Para algumas pessoas pode ser ter mais tempo para fazer o que gosta. Para outras pessoas pode ser ter uma vida mais saudável. Há quem ache que ter qualidade de vida é trabalhar com o que gosta, perto de casa. Ou ainda, ter uma ótima saúde e disposição. Afinal, o que você precisaria ter na sua vida para considerá-la com qualidade?

Eu sugiro fortemente que antes de prosseguir a leitura você tenha isso muito claro em sua mente. Defina para você o que você precisa ter para que considere a sua vida, uma vida com mais qualidade.

De forma geral, ter uma vida de qualidade implica em estar bem física, emocional e mentalmente, o que significa que para que isso ocorra alguns elementos que eu considero básicos e objetivos tem que estar presentes e outros, que são subjetivos, são aqueles que você trouxe quando lhe fiz aquela pergunta acima e esses elementos podem estar listados abaixo ou podem ser coisas completamente diferentes e individuais, mas que representam para você qualidade de vida.

Estar bem fisicamente implica em cuidarmos do nosso corpo físico, movimentando-o regularmente, cuidando da forma como nos alimentamos e abastecendo-o de energia;

Estar bem emocionalmente, no geral implica em nos conhecermos bem, os nossos mecanismos de resposta e sabermos lidar com as nossas emoções e também com as emoções daqueles com que nos relacionamos;

Estar bem mentalmente implica em termos um gerenciamento saudável das nossas tarefas, viver em uma organização mínima, e promover uma reflexão constante que nos conduza a definição clara de objetivos e elaborar estratégias para alcançá-los.

Se eu consigo conciliar estes elementos acima, eu posso dizer que já estou trabalhando os elementos básicos para conquistar qualidade de vida e saúde. Busque trazer para sua vida uma condição em que você:

– Tenha energia, saúde e disposição para realizar;

– Preencha o seu tempo com coisas que tenham significado para você, ou que realmente goste de fazer ou pelo menos com atividades que você entenda que te levarão a alcançar um objetivo;

– Tenha relacionamentos saudáveis e positivos;

– Perceba um aumento do seu autoconhecimento e se perceba em evolução;

– Destine tempo suficiente para cada um dos seus papéis.

E os elementos subjetivos?

Se você tem uma organização clara e gerencia de forma eficiente a sua vida, basta seguir 4 passos para conquistar a sua qualidade de vida e saúde:

  1. Tenha clareza

O que eu efetivamente preciso modificar em minha vida atual para conquistar a qualidade que tanto quero? Tenha claro tudo o que você gostaria de alterar no campo pessoal, profissional, social, etc.;

  1. Planeje

Transforme esse “texto” corrido que foi a sua reflexão em objetivos e metas (com prazos!) e o que você precisa fazer para alcançá-las. As metas conduzem aos objetivos e os objetivos devem refletir as alterações que quer fazer em sua vida para promover o alcance de qualidade (quer ler mais sobre isso? Clique aqui!). Elenque os principais pontos. Não queira mudar tudo de uma vez.

  1. Foque

Sabendo quais são os principais pontos, escolha um ou dois no máximo para trabalhar e foque neles. Lembre-se que empenho e dedicação são fundamentais, por isso a necessidade de focar. A cada tarefa desmotivadora que tiver que desempenhar, lembre-se do seu objetivo final. Atribuindo um valor à tarefa, você se sentirá mais motivado para realizá-la;

  1. Execute

Ponha em prática. Mais uma vez. Planejamento sem execução não é nada e não vai te levar onde você quer. Às vezes é duro ouvir isso, mas é verdade. Se você ainda não alcançou o que queria, verifique se está havendo dedicação e se você tem disciplina para começar a executar e ir até o fim. Se não, pergunte-se o que está me impedindo?

 

 

11 dicas para você ter mais disposição e mais motivação na sua vida.

ter mais disposição, motivaçãoVeja como lidar com o cansaço e ter mais disposição!

Tenho encontrado e convivido com muitas pessoas que se sentem cansadas ou estão passando por um momento de stress, de tensão, sem ânimo para realizar, construir. Por isso resolvi contar aqui algumas coisas que eu faço que me me fazem ter mais disposição e motivação. Muitas delas eu incentivo as pessoas a incorporarem em sua vida, quando elas percebem que é o que falta, outras são só escolhas minhas que decidi compartilhar aqui.

Sempre que passamos por um momento em que nos sentimos assim, cansados, desanimados, com nosso equilíbrio emocional afetado, tendemos a colocar uma importância excessiva em resolver a situação em questão ou apenas remoendo o problema e deixamos de lado aquelas atividades ou outros setores de nossa vida que nos dão prazer, que nos alimentam a alma. Coincidentemente essa semana resolvi postar no instagram fotos de coisas que me alimentam a alma, se quiser vai lá ver: clique aqui!

O ponto é esse, além de incluir em sua rotina algumas ações que por uma razão ou outra (biológica, emocional, etc.) tem o poder de nos alçar para um patamar de energia superior, para ter mais disposição, precisamos descobrir e manter aquelas atividades que quando realizamos sentimos a motivação presente e nitidamente percebemos que ocorre uma recarga de energia. Vamos lá:

  1. Alimente-se adequadamente – você definitivamente é o que come. Preste atenção em como você se alimenta, se está ingerindo os nutrientes necessários para as atividades que desempenha e nos momentos certos. Perceba quais os alimentos que o seu corpo aceita melhor. E esteja muito atento a qualidade de cada um. O impacto da alimentação pode ser enorme para você ter mais disposição nas suas atividades diárias.
  1. Respire com qualidade – pare e respire fundo. Existem padrões respiratórios que podem elevar a sua performance tremendamente, não apenas no aspecto de capacidade respiratória, mas principalmente no que diz respeito a captação de energia para o seu corpo e controle de emoções. Todos sabem o bem que uma respiração profunda e lenta pode fazer ao corpo e ajudar a lidar melhor com as emoções. Mesmo que você não conheça estes padrões, incorpore o básico: respiração nasal, abdominal e lenta. Mas, se quiser conhecer mais técnicas, clique aqui e veja o áudio sobre respiração que você pode adquirir se quiser.
  1. Beba muita água – hidrate-se durante todo o dia. Um corpo hidratado funciona melhor, facilita a concentração e consequentemente impacta positivamente na sua performance diária e no seu nível de energia. Beber água não é besteira, é uma pequena atitude que se incorporada poderá lhe trazer grandes ganhos.
  1. Tome sol – encontrar a dose diária necessária da vitamina D na alimentação é praticamente impossível, a melhor e principal fonte de vitamina D é o sol, por isso reserve alguns minutos por dia para isso. Aproximadamente 80% da população do Brasil tem carência da vitamina D, talvez você nem saiba, mas você pode estar entre essas pessoas e isso pode impactar na sua saúde. Isso sem falar, é claro, na absorção de energia que os raios de sol nos proporciona. Não é uma delícia ficar sob o sol? O sol é capaz de alterar o humor das pessoas, então porque não aproveitar um pouco dessa injeção de ânimo gratuita?
  2. Exercite-se – fazer uma atividade física que goste, pois além de todo o aspecto fisiológico da liberação de substâncias superpositivas para o nosso organismo e que aumentam a sensação de prazer, é um momento em que você está realizando uma atividade para você, só sua, que você escolheu e porque quer. Para ter mais disposição e energia nada melhor do que se mexer, fazer uma atividade prazerosa e sentir a energia fluir pelo corpo. Quer satisfação maior do que tudo isso junto?
  1. Pratique a gratidão – eu tenho um caderno que chamo de caderninho da gratidão, nele escrevo todas as coisas pelas quais sou grata na minha vida. Quando começamos a fazer isso, começamos a perceber o quanto temos de bom em nossa vida e damos um valor verdadeiro mesmo às pequenas coisas. Fazendo isso, até é capaz de que algumas preocupações, insatisfações, problemas que julgamos enormes e que estejam nos desanimando, percam a importância. Escolha a sua forma de praticar gratidão e pratique!
  1. Ouça muita música, preferencialmente alta – música é em minha opinião um dos presentes que temos e que podemos usufruir por estarmos vivos. Eu acredito fortemente no poder que uma música tem. Descubra qual ou quais são as músicas que te colocam prá cima, que te enchem de energia. Nós normalmente associamos músicas às situações, procure uma situação que para você reflete disposição, energia, alegria, bom humor, etc. e associe uma ou mais músicas a elas e consequentemente a estes estados de espírito que quer viver. Te garanto que isso é capaz de te dar forças! Eu uso isso, e adoro o resultado!
  1. Durma bem – se você tem que acordar cedo (mesmo que não queria), você tem que dormir cedo. O sono é fun-da-men-tal para a saúde e disposição. Se não dormimos bem, não apenas a nossa disposição e energia ficam comprometidas, mas uma série de funções biológicas que são desempenhadas à noite deixa de acontecer ou acontece pela metade. Mantenha uma rotina regrada de sono e você verá a diferença no seu dia a dia! Se o que procura é ter mais disposição, comece pelo sono.
  1. Organize a sua vida – monte uma agenda de atividades, estabeleça atividades de rotina, coloque prazos, elenque prioridades, faça o uso de ferramentas para promover uma organização e diminuir a ocupação mental com algumas tarefas e pendências. A mente é como o processador de um computador, quanto menos tarefas ele tiver que processar simultaneamente, mais rápido e melhor ele funcionará. Quer dicas para fazer isso? Baixe o meu eBook aqui.
  1. Cultive o bom humor – estar de bom humor é uma decisão. Pare e reflita toda a vez que você se perceber de mal humor. Por que está assim? Mas, independente da razão, decida na hora que quer permanecer com cara feia ou se quer colocar um sorriso no rosto.
  1. Alimente a sua alma – sabe o que eu disse lá em cima sobre as minhas postagens? Então, procure aquilo que faz você sentir que viver vale a pena. Aquilo que alimenta a sua alma. Pode ser qualquer coisa que te dê prazer, que te faça sentir vivo. Inclua essa atividade pelo menos 1 vez por semana na sua vida. Na verdade, quanto mais melhor.

Estas dicas vão atuar sobre o seu corpo físico, emocional, energético, mental. Se colocadas em ação, após algum tempo de prática você sentirá uma grande diferença na sua disposição e motivação para agir. Tente e depois me conte. Só depende de você colocar em prática para ter mais disposição em sua vida!

Stress. Aprenda a lidar e ser mais feliz!

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Melhore a sua qualidade de vida, gerenciando o stress!

Falar que conseguimos viver sem stress é algo bem desafiador. Isso porque não podemos deixar de considerar a realidade em que vivemos hoje, mas acredito que seja possível administra melhor nossas emoções e com isso viver em um nível de stress mais baixo e aceitável.

Pense que o stress é um efeito físico produzido em nosso corpo. É a somatória de respostas físicas e mentais causadas por fatores externos. Estes fatores impactam em nosso corpo emocional desencadeando emoções e sensações desagradáveis. O acúmulo e repetição destas emoções como ansiedade, desmotivação, preocupação, angústia, etc. acabam por gerar o stress.

Olha que interessante: o termo stress foi tomado emprestado da física, que designa a tensão e o desgaste a que estão expostos os materiais. É uma definição bem adequada, pois é isto mesmo que começa a acarretar em nosso corpo: desgaste, cansaço, exaustão. Física, emocional e mental.

Sabendo disso, é preciso atuar sobre as causas do stress. Por isso, o primeiro passo destas medidas que podem ajudar na administração do stress é exatamente esse:

  • Identifique a(s) causa(s) e avalie a viabilidade de eliminá-la(s), ou se não for possível, se faça a seguinte pergunta: o que eu posso fazer para reduzi-la(s)?

  • Reflita sobre alternativas. Eliminar a causa é sempre a melhor opção, porém às vezes não vemos alternativas. É importante sempre refletir e repetir esta reflexão, pois muitas vezes não conseguimos enxergar possibilidades em um momento, mas em outro é possível. Sempre existe alternativas, o problema é que nem sempre estamos dispostos a pagar o preço para mudar e adotar a alternativa possível. Avalie cada possibilidade, sem censura, sem reservas.

Se mesmo assim, a(s) causa(s) ainda permanecer, podemos procurar amenizar o stress. Veja estas dicas:

  • Aprenda a respirar adequadamente. Sabemos que as emoções influenciam o nosso estado físico e consequentemente a nossa respiração. As emoções que desencadeiam o stress alteram o nosso padrão respiratório, tornando-o ofegante, curto, torácico. Da mesma forma, se atuamos na nossa respiração, conduzindo-a, promovemos um impacto em nosso corpo físico denso e dessa forma podemos conduzi-lo para um patamar em que há menos influência destas emoções prejudiciais e com isso menos stress. Há muitas técnicas respiratórias que podem auxiliar, mas a simples condução do padrão respiratório para o seguinte nível já auxilia:

– Respire utilizando as narinas apenas.

– Respire utilizando a região abdominal – quando o ar entra, o abdômen se dilata, quando o ar sai, o abdômen se retrai.

– Prolongue a respiração, quanto mais lenta ela for, melhor. E procure fazer a expiração sempre mais longa do que a inspiração. Experimente por exemplo: contar até 2 lentamente ao inspirar e expirar contando até 4 ou 6.

  • Incorpore uma atividade de lazer. Inclua na sua rotina semanal uma atividade que te dê prazer e que seja apenas para você. Pode ser um hobbie, algo que trabalhe sua criatividade, uma atividade esportiva, um momento de leitura, contato com a natureza, enfim, qualquer atividade que você tenha a sensação de que está fazendo para você, apenas para o seu deleite, porque você gosta. É interessante que seja uma atividade que te coloque em produção, ficar deitado no sofá não vale.

  • Pratique uma atividade física. Estudos dizem que ao praticarmos pelo menos 30 minutos de atividade física, ocorre a liberação em nosso corpo de uma substância chamada endorfina.  A endorfina é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer. Ela é considerada um analgésico natural, reduzindo o stress e a ansiedade, aliviando as tensões. Então, mexa-se!

  • Pratique meditação. A técnica de meditação conduz a diminuição das ondas mentais. Quando diminuímos a atividade cerebral, nos colocamos em um estado de maior estabilidade. Estabilidade é o oposto de confusão, de diversidade, estados em que a nossa mente se coloca quando estamos sob o efeito das emoções, principalmente as emoções citadas no texto. O efeito desta técnica é acumulativo e precisa de regularidade e constância. Por isso, comece reservando 2 minutos por dia, subindo para 5 minutos depois de um tempo e assim, gradativamente até atingir 20 minutos. Mas, se você não tiver 20 minutos, 5 minutos já serão bem interessantes. E quem não tem 5 minutos disponíveis?

  • Relaxe. Reserve um tempo na sua agenda, mesmo que semanal, para realizar alguma atividade de relaxamento. Talvez você já tenha uma atividade que te coloca num patamar de descontração muito bom, talvez você ainda tenha que descobrir. Algumas pessoas gostam de ouvir um determinado tipo de música, outras gostam de passar um tempo contemplando a natureza, outras gostam de técnicas de massagem, é importante que seja uma atividade que te coloque em um estado de descontração muscular, nervosa, emocional e mental. Portanto, atividade esportiva não vale aqui. Eu utilizo técnicas de descontração do Yôga, que são bem profundas e tem um impacto não apenas de relaxamento. Experimente e escolha a sua!

    Você encontrará aqui no site alguns áudios de respiração e descontração com técnicas que podem te ajudar, acesse aqui e confira!

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Faça a sua escolha e inclua a meditação de vez em sua vida!

Aprenda a lidar com o stress

E melhore a sua qualidade de vida!

Falar que conseguimos viver sem stress é algo bem desafiador. Isso porque não podemos deixar de considerar a realidade em que vivemos hoje, mas acredito que seja possível administra melhor nossas emoções e com isso viver em um nível de stress mais baixo e aceitável.

Pense que o stress é um efeito físico produzido em nosso corpo. É a somatória de respostas físicas e mentais causadas por fatores externos. Estes fatores impactam em nosso corpo emocional desencadeando emoções e sensações desagradáveis. O acúmulo e repetição destas emoções como ansiedade, desmotivação, preocupação, angústia, etc. acabam por gerar o stress.

Olha que interessante: o termo stress foi tomado emprestado da física, que designa a tensão e o desgaste a que estão expostos os materiais. É uma definição bem adequada, pois é isto mesmo que começa a acarretar em nosso corpo: desgaste, cansaço, exaustão. Física, emocional e mental.

Sabendo disso, é preciso atuar sobre as causas do stress. Por isso, o primeiro passo destas medidas que podem ajudar na administração do stress é exatamente esse:

  • Identifique a(s) causa(s) do stress e avalie a viabilidade de eliminá-la(s), ou se não for possível, se faça a seguinte pergunta: o que eu posso fazer para reduzi-la(s)?

  • Reflita sobre alternativas. Eliminar a causa é sempre a melhor opção, porém às vezes não vemos alternativas. É importante sempre refletir e repetir esta reflexão, pois muitas vezes não conseguimos enxergar possibilidades em um momento, mas em outro é possível. Sempre existe alternativas, o problema é que nem sempre estamos dispostos a pagar o preço para mudar e adotar a alternativa possível. Avalie cada possibilidade, sem censura, sem reservas.

Se mesmo assim, a(s) causa(s) ainda permanecer, podemos procurar amenizar o stress. Veja estas dicas:

  • Aprenda a respirar adequadamente. Sabemos que as emoções influenciam o nosso estado físico e consequentemente a nossa respiração. As emoções que desencadeiam o stress alteram o nosso padrão respiratório, tornando-o ofegante, curto, torácico. Da mesma forma, se atuamos na nossa respiração, conduzindo-a, promovemos um impacto em nosso corpo físico denso e dessa forma podemos conduzi-lo para um patamar em que há menos influência destas emoções prejudiciais e com isso menos stress. Há muitas técnicas respiratórias que podem auxiliar, mas a simples condução do padrão respiratório para o seguinte nível já auxilia:
    – Respire utilizando as narinas apenas.
    – Respire utilizando a região abdominal – quando o ar entra, o abdômen se dilata, quando o ar sai, o abdômen se retrai.
    – Prolongue a respiração, quanto mais lenta ela for, melhor.

  • Incorpore uma atividade de lazer. Inclua na sua rotina semanal uma atividade que te dê prazer e que seja apenas para você. Pode ser um hobbie, algo que trabalhe sua criatividade, uma atividade esportiva, um momento de leitura, contato com a natureza, enfim, qualquer atividade que você tenha a sensação de que está fazendo para você, apenas para o seu deleite, porque você gosta. É interessante que seja uma atividade que te coloque em produção, ficar deitado no sofá não vale.

  • Pratique uma atividade física. Estudos dizem que ao praticarmos pelo menos 30 minutos de atividade física, ocorre a liberação em nosso corpo de uma substância chamada endorfina.  A endorfina é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer. Ela é considerada um analgésico natural, reduzindo o stress e a ansiedade, aliviando as tensões. Então, mexa-se.

  • Pratique meditação. A técnica de meditação conduz a diminuição das ondas mentais. Quando diminuímos a atividade cerebral, nos colocamos em um estado de maior estabilidade. Estabilidade é o oposto de confusão, de diversidade, estados em que a nossa mente se coloca quando estamos sob o efeito das emoções, principalmente as emoções citadas no texto. O efeito desta técnica é acumulativo e precisa de regularidade e constância. Por isso, comece reservando 2 minutos por dia, subindo para 5 minutos depois de um tempo e assim, gradativamente até atingir 20 minutos. Mas, se você não tiver 20 minutos, 5 minutos já serão bem interessantes. E quem não tem 5 minutos disponíveis?

  • Relaxe. Reserve um tempo na sua agenda, mesmo que semanal, para realizar alguma atividade de relaxamento. Talvez você já tenha uma atividade que te coloca num patamar de descontração muito bom, talvez você ainda tenha que descobrir. Algumas pessoas gostam de ouvir um determinado tipo de música, outras gostam de passar um tempo contemplando a natureza, outras gostam de técnicas de massagem, é importante que seja uma atividade que te coloque em um estado de descontração muscular, nervosa, emocional e mental. Portanto, atividade esportiva não vale aqui. Eu utilizo técnicas de descontração do Yôga, que são bem profundas e tem um impacto não apenas de relaxamento, mas de restauração e reprogramação. Experimente e escolha a sua!

Se quiser saber mais sobre as técnicas de respiração, meditação e descontração entre em contato comig

 

O valor da respiração

 

Você sabe o que fazer para melhorar a sua performance?

Eu aprendi a dar valor para a respiração. Antes de começar a praticar Yôga a minha respiração provavelmente era como a sua (se você desconhecer padrões respiratórios diferenciados): involuntária, pouco ou nada consciente, e de fácil influência pelo corpo emocional. Depois, tudo se tornou diferente. Você vai entender porque se tornou diferente e como isso aconteceu.

Exatamente pela respiração ser um mecanismo involuntário, nós, seres humanos entregamos a responsabilidade ao corpo e não estimulamos e desenvolvemos uma respiração com mais qualidade. E apesar do ser humano ser o único na natureza capaz de conduzir a respiração por vontade própria, muitos de nós não valoriza a respiração, pois ela não deixará de acontecer por ser inerente a vida biológica humana. E dessa forma, menosprezamos o poder que ela tem, e a influência que exerce em nosso corpo. Haja vista exemplos presentes em nossa cultura popular, como quando estamos ansiosos e alguém nos orienta “calma, respire fundo!”, ou então, quando alguém nos diz “respire e conte até 10 antes de fazer qualquer coisa”. Isso só realça a importância da respiração e nos mostra uma pequena forma de como a respiração influencia o nosso estado emocional. E se pudéssemos influenciar de uma forma muito mais ativa e consciente a resposta que queremos que o nosso corpo tenha, para os diversos estímulos que recebemos? Saiba que isso é possível!

O que precisamos saber, imediatamente, é que a respiração é uma habilidade que pode ser qualificada a níveis muito superiores ao que temos de comum. E aí, isso começa a fazer toda a diferença no desempenho da estrutura biológica e de diversas atividades.

Uma vez conhecido os mecanismos apropriados para qualificar a respiração e após algum tempo de prática, o corpo absorve este novo padrão e passa a realizar a respiração de forma automática, como antes, mas com muito mais qualidade. O resultado obtido pelo treinamento já será bastante impressionante: maior capacidade respiratória, maior controle das emoções e do stress, aprimoramento da qualidade de vida, mais energia. E cabe aqui reforçar a importância da continuidade, transformando cada vez mais a qualidade dos efeitos para melhor e a qualidade de execução em qualquer atividade que nos dispormos a realizar.

E foi tudo isso que pude presenciar e viver: um aprimoramento na qualidade respiratória e um reflexo na minha vida. Isso apenas adotando um padrão respiratório mais qualificado, que vou descrever qual é mais abaixo. Imagine então, se inserirmos outros elementos que vão potencializar a captação de energia e que promoverão a circulação da energia no seu corpo, ocasionando uma série de procedimentos biológicos, dentre os quais um aumento considerável do nível de energia, traduzindo-se em última instância em mais disposição, saúde, vitalidade e em outros níveis até a estados diferenciados de consciência.

Pois bem, sabendo disso, só não muda o padrão respiratório quem não quer. Para atingir essa qualificação dois pontos são importantes: a prática e o conhecimento destes padrões. Um não funciona sem o outro. A prática é apenas uma questão de disciplina, conhecer os padrões não é tão simples, mas agora você vai conhecê-los:

  • Respiração nasal – realize uma respiração profunda com o uso exclusivo das narinas. Não somente na inspiração, mas também na expiração. Por mais que tenhamos aprendido em outras escolas que é preciso expirar pela boca, resista à tentação se quiser realmente incrementar a qualidade da sua respiração

  • Respire em quatro fases – é preciso respirar utilizando todas estas fases: a inspiração, o bloqueio com ar, a expiração e o bloqueio sem ar. Mesmo que ambos os bloqueios sejam curtos. Bloqueio é retenção.

  • Respiração usando o total da capacidade dos pulmões em ordem – exercite a respiração colocando em andamento as partes abdominal, intercostal (região das costelas) e torácica. Ao inspirar ocorre o movimento de dilatação de cada uma das partes e ao expirar ocorre o de retração. A dilatação das regiões (ao inspirar) acontece de baixo para cima, ou seja, é ascendente: abdômen, região das costelas e tórax. E a retração pulmonar (ao expirar) na ordem descendente, ou seja, de cima para baixo: tórax, região intercostal e abdômen. Isso por si só, já fará com que a respiração seja mais lenta.

Agora, junte tudo isso e comece a praticar. Com estes padrões você já começa a realizar uma reeducação respiratória, que vai te possibilitar alcançar os resultados mencionados acima, bem como a melhora da performance em alguns setores.

Para alçar níveis mais superiores e atingir benefícios relacionados à captação de energia e sua expansão, são necessárias outras técnicas (que fazem parte do acervo do Yôga). Mas, tudo isso já te possibilitará um incremento considerável da qualidade e impacto no seu dia a dia.

O poder da alimentação

O seu corpo é o seu santuário. Valorize a forma como você o alimenta.

Não sou nutricionista e nem quero parecer ou colocar a minha opinião como verdade, esse texto é apenas um testemunho de como tento conduzir a minha alimentação e do que funciona para mim. Algumas conclusões apareceram só depois que comecei a praticar Yôga e comecei a perceber o efeito da alimentação não apenas na prática, mas também no meu corpo.

Outra coisa é que esse texto é muito mais uma tentativa de mostrar que a constituição de uma alimentação forte, consistente e que supra as necessidades dos nossos corpos (físico, energético, emocional, mental) é de extrema relevância, e de ressaltar a importância que uma alimentação biológica tem na construção de um organismo autossuficiente e equilibrado e que forneça energia para os estímulos que queremos provocar nele em busca da alta performance.

Tudo começou quando percebi que precisava reforçar minha alimentação e que ela podia ser uma grande aliada. Alimentação boa para mim é aquela que está em sintonia com você e que trabalha preventivamente. Ou seja, alimentar-se de forma saudável, é claro, mas ampliando a percepção do seu corpo para os diversos alimentos. Isso é possível analisando como o seu corpo responde a cada alimento ou combinação de alimentos.

Pense: Que sensações um alimento provoca em você? Como suas emoções interferem no que você escolhe para comer? Alguns alimentos podem reagir diferentemente para você. Perceba a sua individualidade.

Isso significa que mesmo procurando ter uma alimentação natural, evitando uma série de alimentos que sabemos ser prejudiciais, pode ser que em determinados momentos sintamos vontade de comer alguma coisa desta categoria: chocolate, fritura, etc. Respeite o seu corpo (desde que isso não se torne uma rotina, certo?), não seja repressivo. Nesse ponto, ter a consciência presente no momento da alimentação pode fazer toda a diferença (vou falar disso no final!).

Outro ponto interessante é analisar a sua rotina e o que o seu corpo precisa para cada momento, e compor a sua alimentação nestes moldes. Quer dizer, por que eu preciso de grande ingestão de energia se vou dormir em seguida? Mas, se vou exercer uma atividade mentalmente pesada seria interessante ingerir alimentos cuja digestão demore e cause sonolência? Ou então, uma atividade física que demandará mais esforço físico, que tipo de alimento vai facilitar o processo de aquisição rápida de energia?

O aspecto da saudabilidade é básico, quanto mais natural, melhor. Eu gosto de me alimentar daquilo que vem da natureza, na sua forma mais original. Inclusive na preferência do preparo, pois alimentos ao serem cozidos, perdem parte dos seus nutrientes. Mas isso não significa, de forma alguma, que outras formas não podem ser realizadas. Podem sim e eu mesma faço uso. Mas, é importante que o alimento preparado tenha sabor, seja visualmente atrativo, tenha um aroma delicioso. E isso é sim possível com alimentos e preparos naturais!

O que também vale muito observar é que tipo de combinação de alimentos é mais interessante. Alguns alimentos são absorvidos ainda no estômago e outros no intestino e alguns são absorvidos mais rápido do que outros. Certas combinações podem fazer com que boa parte dos nutrientes de um alimento se percam por terem que esperar o seu momento de absorção. De acordo com Rosângela de Castro, no livro O Gourmet Vegetariano: “Se você come uma fatia de fruta com o estômago vazio, esse alimento rapidamente percorrerá o trato digestivo, sofrendo a ação das enzimas digestivas, e você completará a sua digestão antes das bactérias atuarem. Desta forma o organismo tem melhores condições de assimilar uma grande porcentagem de nutrientes, sem precisar trabalhar muito.

Por outro lado ao comer um prato de feijoada, a complexidade digestiva fará com que o alimento fique retido longo tempo no estômago, exposto à atuação das bactérias. Este vai levar de 8 a 24 horas para ser digerido, dependendo da quantidade. Ao permanecer esse tempo enorme dentro do seu organismo, a temperatura favorece a proliferação daquelas bactérias, isto resultará num percentual muito pequeno de absorção dos nutrientes.”

Se comemos uma fruta fresca após a feijoada, a fruta que é digerida no intestino, ficará retida no corpo, até que as proteínas e aminoácidos da feijoada sejam digeridos no estômago. Ou seja, muito será perdido desta fruta. Pense nisso!

Outro ponto é que nós temos a nossa disposição ingredientes muito poderosos que nos ajudam a construir um organismo mais forte, mais saudável e possuem propriedades anti-inflamatórias, antibióticas, antirradicais livres, entre outros benefícios. Use isso a seu favor. Que tal incluir como rotina em sua dieta: alho, gengibre, linhaça (farinha), azeite (mas não deixe fritar), frutas oleaginosas (amêndoas, nozes, castanhas) sem ser salgada e mel (procure uma boa apicultura).

E quer uma dica preciosíssima? Ao se alimentar, faça-o lentamente, sem fazer outra atividade ao mesmo tempo e coma imaginando o tempo todo que o alimento está suprindo todas as suas necessidades, que está te levando saúde e vitalidade. Sinta não apenas o sabor, mas o bem que o alimento está lhe fazendo. Sinta o gosto, o aroma, veja o alimento e em alguns casos até toque-o. Use todos os sentidos possíveis ao se alimentar!

Outra dica: para saber se o que você está comendo é adequado ao seu corpo, faça as seguintes perguntas para você mesmo:

– é nutritivo?*
– é de fácil digestão?*
– é bem assimilado pelo organismo?*
– possui uma excreção eficiente?*
– é saboroso?*

Quer construir uma estrutura biológica mais forte? Então, esse texto é um convite para você dedicar mais tempo ao que você coloca para dentro do seu organismo!

Movimente-se!

Não sei sobre você, mas eu sempre tive atividades físicas presentes na minha vida. Sempre gostei muito de dançar e por muito anos o flamenco foi minha grande paixão. Na verdade, ainda sou apaixonada por essa dança, só que agora ela divide o lugar com o Yôga, apesar deste último não ser uma atividade física como muitos pensam, possui em seu acervo técnicas corporais bastante vigorosas e que trabalham o corpo de uma forma bem completa. O fato é que eu aprendi a gostar do movimento.

Nós, seres humanos, procuramos sempre o conforto, conscientemente ou até mesmo, involuntariamente. Buscamos sempre nos colocar em uma condição mais confortável, seja fisicamente, emocionalmente ou mentalmente. Vemos essa condição refletida no emocional quando somos avessos aos riscos, por exemplo, pois não sabemos para onde uma nova atitude pode nos levar emocionalmente; mentalmente, percebemos isso quando notamos que o nosso cérebro poupa sua própria energia, pois ao invés de produzir novos pensamentos, raciocínios, ele vai buscar no que já passou o que já sabe sobre aquele assunto, situação, replicando inclusive sentimentos em situações parecidas e automatizando atitudes. E, fisicamente, essa busca pelo conforto é muito evidente. A maioria de nós, se pudesse escolher entre descansar no sofá ou praticar uma atividade física por uma hora, escolheria o sofá. E quando faz a escolha pela atividade, muitas vezes é porque leva em consideração um objetivo que quer alcançar no aspecto físico, seja estético ou por saúde, e não pelo prazer de se movimentar.

“Quando realizamos uma atividade que nos dá prazer,
iniciamos um processo de maior captação de energia,
nos sentimos mais dispostos,
com mais ânimo, com mais vitalidade.”

Tudo bem termos um fator motivacional, mas é preciso desenvolver o gosto pelo movimento. É preciso mudar este padrão mental. Nossa mente vai associar atividade física a desgaste. Passemos a associar atividade física a energização. Transformemos o paradigma de atividade física ser cansativa e não prazerosa, para algo prazeroso.

A criança quando brinca não está pensando nos objetivos que a atividade vai lhe trazer, ela corre, pula, joga bola pelo prazer da atividade em si. Por isso é tão importante escolhermos uma atividade que sintamos prazer e não nos deixarmos levar pelo brilho que alguma traga por proporcionar determinados resultados. Só quando realizamos uma atividade que sentimos prazer é que começaremos a mudar este paradigma e aí iniciaremos um processo de maior captação de energia.

Cientificamente é conhecido o processo de produção de endorfina quando realizamos atividades físicas, mesmo que ainda não esteja elucidado a partir de qual intensidade e duração este processo se inicia. A endorfina é um neuro-hormônio produzido pelo organismo através da glândula hipófise, ao ser liberada estimula a sensação de bem estar, alegria e melhora o humor.

Mas, se sabemos de tantos benefícios ao nosso físico, ao emocional, ao mental, por que relutamos tanto em nos movimentar? Só vejo a possibilidade explicada anteriormente: zona de conforto. Queremos nos manter em nossa zona de conforto. Portanto, voltamos ao ponto inicial, é preciso uma mudança de paradigma. Vire a chave. Pratique algo que vai mudar o seu padrão de comportamento. Algo que você não se sinta obrigado a realizar. Sem repressão. Escolha uma atividade que te dê prazer e não visando o resultado. Amplie a sua zona de conforto! Movimente-se! Sorria!

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