Category: Motivação, Autossuperação e Gratidão (page 2 of 2)

Quase desisti…

Quantas vezes isso não aconteceu com você? Comigo algumas…

Eu muitas vezes penso em desistir. Já cheguei até a pensar em retomar a vida que tinha antes. Esses pensamentos são cíclicos. Eles vêm e vão, enquanto estamos nessa fase de mudança. E eles surgem sempre que não temos os resultados que esperamos: quando eles são aquém do que esperávamos ou quando são nulos, ou até mesmo quando às vezes regredimos.

E quando temos uma mente mais reativa, quer dizer, mais pessimista, menos colaborativa conosco, os pensamentos que vão surgir são os negativos e coisas do tipo: “eu sabia que não devia ter arriscado…”, “Não vai dar certo!”, “Por que eu fui fazer isso?”.  E quando as mentalizações se tornam negativas, elas vem como em uma enxurrada. Arrastando tudo. Levando todos os bons pensamentos, as conquistas até o momento, todos os pontos positivos que a situação oferece. Não sobra muita coisa se você não se agarrar em algo. Eu falei um pouco sobre isso em um post anterior: esse aqui. E acho mesmo que as dicas desse post podem ajudar. A nossa mente é o nosso maior amigo e também nosso maior inimigo.

O desânimo nessa situação é para mim uma emoção decorrente de um outro estado do corpo emocional: a ansiedade. Estamos ansiosos para alcançar algo que estabelecemos como um objetivo, nos empenhamos verdadeiramente para isso, fazemos tudo o que está ao nosso alcance, mas mesmo assim não alcançamos os resultados esperados. Permanecemos ansiosos, sem aceitar o que está acontecendo e nos colocando em um estado de frustração, que nos faz muitas vezes desistir.

“A nossa mente é o nosso maior amigo e
também nosso maior inimigo.”

É preciso entender que se estamos nos esforçando e fazendo tudo o que podemos, existem leis naturais que governam tudo e estão acima de nós. Numa situação como essa, é preciso continuar a agir, a fazer o que temos que fazer para alcançar o que queremos, corrigindo comportamentos, desvios, pensando em novas possibilidades e atuando, mas mantendo a consciência tranquila de que estamos fazendo tudo que nos é possível. Autoentrega.

Além disso, muitas vezes é preciso um tempo para tudo começar a acontecer. Um amadurecimento. É como nosso corpo, ele precisa de um tempo para assimilar comportamentos novos para então automatizá-los e começar a trabalhar dessa forma, e só então é que começamos a perceber o resultado. Querer ter resultados rápidos, imediatos é o que nos coloca em stress, causando ansiedade e frustração. Não nos ajudando de nenhuma forma.

Mais uma vez. Autoentrega. Consciência tranquila de que tudo o que pode ser feito está sendo feito. Aceitar os acontecimentos, sem stress e continuando a se esforçar para atingir o que queremos. Se o que você está fazendo agora é o máximo que pode fazer, não adianta ficar pensando em como poderia ser diferente, se você tivesse mais tempo, mais dinheiro, se fosse mais jovem, se tivesse começado antes. Nada disso vai mudar e só vai causar mais ansiedade e insatisfação. Se o problema é tempo e você está dedicando tudo o que você tem, ótimo. Esse é o seu máximo. A partir desse ponto, é ter clareza disso e não se deixar levar pela ansiedade. É saber esperar e muitas vezes aceitar os acontecimentos.

Mas cuidado, porque isso não quer dizer de forma alguma displicência ou falta de empenho. Não confunda. Permaneça presente e agindo. Isso é auto entrega.

Na prática: como você pode potencializar o poder de pequenos momentos e se sentir mais feliz

Descobrindo o que te faz feliz

Já que estamos falando em descobrir o que nos faz feliz, uma dica preciosa é se concentrar no que estamos vivendo agora.

Eu aprendi a prestar atenção ao momento presente. Quando você passa por situações e experiências de perdas ou quase perdas você começa a dar valor aos pequenos momentos, não é mesmo? Se você leu meus posts anteriores você sabe de alguns momentos que passei. Passamos a valorizar pequenas coisas. Um abraço. Simplesmente estar ao lado de uma pessoa querida. Uma boa gargalhada. Ou tão somente o sentimento de estar tudo bem. Simples assim. Isso tudo basta para se sentir feliz, sem precisar esperar por momentos memoráveis para se sentir viva, apesar de isso também ser muito bom.

É preciso ver valor em coisas simples. Não temos e não vamos viver momentos extraordinários o tempo inteiro. Na verdade, nós é que transformamos algo simples em diferenciado. A nossa disposição em viver com toda a intensidade e presença uma experiência casual é que a tornará especial. E quando começamos a ter consciência disso e a transformar as nossas vivências, temos a sensação de que a felicidade aumenta. Da mesma forma fica mais fácil percebermos aquilo que realmente é importante para nós, pois estamos na base. Sem maquiagem.

Mais prá frente, você vai ver como fazer isso.

Foi isso que aconteceu comigo. A consciência destes momentos somada a uma percepção ampliada de mim mesmo que a prática do Yôga me proporciona me possibilitou ter mais clareza do que sinto, do que quero, do que está me incomodando. Foi essa percepção que me possibilitou procurar e entender melhor os motivos do que me deixava infeliz e que disparou todo esse processo. Por que razão eu me sentiria infeliz viajando com minha família, num lugar gostoso e estando todos muito bem? Pois é, não faz sentido. Mas, isso aconteceu. Eu parei e comecei a vasculhar meus sentimentos, entender os gatilhos das emoções, e principalmente, o que eu tinha que fazer para mudar. E começar a agir.

Meu convite a você é que comece a prestar atenção a esses momentos (o que já deve ter sido despertado no último post). Mas não apenas que comece a percebê-los, que procure os seus verdadeiros valores e investigue se estão presentes. A partir da percepção destes momentos, investigue sua vida e comece a descobrir o que realmente te faz feliz e o que você gostaria de mudar se pudesse.

Quer por em prática? Siga estes 3 pontos:

* Quando estiver vivendo uma situação qualquer (por exemplo um encontro com amigos) pare e sem analisar racionalmente, observe o que está sentindo. Qual a emoção presente? É positiva ou negativa?

* Agora identifique o que faz você se sentir desse jeito? O que desperta essa emoção? Por que isso acontece? Guarde essa resposta.

*Posteriormente investigue a causa da emoção que você identificou anteriormente. Há outras situações em que ela pode aparecer? Se o sentimento gerado te agradou, como fazer para produzir mais? Se não agradou, o que você deve modificar para substituí-lo por um sentimento oposto?

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Tudo o que você precisa é amor e gratidão!

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Texto atualizado em 24 de outubro de 2016

Comer um pêssego suculento, delicioso, como há muito tempo eu não experimentava foi a melhor coisa que me aconteceu naquele dia. E me ensinou gratidão!

Essa semana assisti um vídeo de Robyn Stratton-Berkessel no TED. Ela compartilha uma pergunta especial: Qual a melhor coisa que aconteceu na sua vida hoje?

Vocês conseguem compreender o potencial dessa pergunta?

Enquanto ela explicava e contava a história eu fui me encantando e percebendo o seu poder. Que forma fantástica de nos fazer perceber as coisas boas que nos acontecem, muitas vezes são pequenos momentos, pequenas atitudes, pequenos prazeres que esquecemos no dia-a-dia, e ainda, ao refletir sobre a pergunta, paramos e avaliamos o nosso dia, passando a identificar melhor o que gostamos e o que nos é importante, e consequentemente, o quanto o nosso dia está preenchido ou não das coisas que gostamos de fazer e viver. Mas, talvez o mais importante: praticar gratidão!

Num determinado momento ela falou que isso foi usado por um pai para saber mais sobre o dia do filho na escola, já que perguntas como “E aí filho, o que você fez hoje na escola?” ou “Como foi a escola hoje, filha?” só tinham como respostas um “Ah! Legal!”, “Foi tudo bem!” (e quem tem filhos sabe bem como isso é verdade em muitos casos). Foi o gatilho para que eu, no mesmo dia, fizesse o mesmo com meus filhos e também com outras pessoas. Não preciso nem dizer que eles me contaram muito do que fizeram no dia. As reações foram muito boas. Ouvi respostas incríveis, algumas impactavam positivamente a própria pessoa quando ela se dava conta do quanto era importante o que havia acontecido, mudando inclusive a sua percepção daquele dia. Isso muito legal!

Nestes meses eu tenho usado algumas dicas que achei muito eficientes para me motivar, para conduzir uma mudança de um estado emocional para outro, para me manter focada no decorrer do dia, entre outras. E essa pergunta acabou de se tornar uma delas. A partir do dia que assisti a esse vídeo, passei a me perguntar todo final de dia, pontualmente: qual a melhor coisa que me aconteceu hoje?

Por que você não tenta fazer o mesmo?

Existem muitas formas de praticar gratidão. Não existe regra, muito menos certo ou errado. Existem pequenas ações que quando fazemos estamos exatamente despertando em nós o sentimento de gratidão. Ao fazermos isso, disparamos uma consciência de que temos sim muitas coisas por agradecer, e essa lucidez nos envolve em boas vibrações, nos traz esperança e otimismo, ingredientes fundamentais para sermos mais felizes hoje, agora.  Isso sem falar no poder que a gratidão tem de dissipar mágoas e ajudar a construir o perdão. Então, por que não começar com esta pequena atitude, que não vai levar mais do que 5 minutos do seu dia.

Pergunte-se: Qual a melhor coisa que te aconteceu hoje?  E agradeça!

Quer saber sobre as outras dicas? É só me perguntar! Envie um email agora.

Ah! Se quiser assistir ao vídeo, clique no link do vídeo abaixo!

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