Category: Foco e Objetivo

Mire no impossível!

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Meta impossível. Será mesmo?

Eu já tinha ouvido muitas frases e pensamentos a respeito de fazer o impossível, que ao não saber que era impossível fez, etc….Mas, até esta semana não tinha pensado desta forma, que vou contar agora…

“Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez!” – Jean Cocteau

Mas, e quando temos quase certeza que é mesmo impossível? Determinadas coisas isso é um fato. Outras, a nossa mente pode nos limitar e nos induzir a pensar que é impossível. E só o fato de pensarmos assim, já pode transformar aquilo em impossível mesmo!

Por isso, a citação no início faz sentido. Porque não tem interferência da mente nos limitando. E, de fato, muitas coisas são consideradas impossíveis até que alguém as realiza, cria, constrói, descobre…

Então, a pergunta neste ponto é: o que fazer para neutralizar a mente?

E minha resposta é: nós não neutralizamos a mente. Ela vai continuar a funcionar como ela sempre funciona. O que fazemos é aprender a lidar com a situação e com os pensamentos que a mente produz, e, desta forma, produzir respostas diferentes.

Então, foi justamente aí que surgiu o insight. Eu não preciso insistir em olhar para um resultado que eu queira alcançar como sendo possível e minha mente me mostrando o tempo todo como ele é impossível. Isso será sempre uma briga e um tormento. Mas, independente do que a minha mente diz, eu posso sim, mirar o impossível! Eu posso sim estabelecer o impossível, ou que a minha mente julga ser, como meu objetivo.

Ao fazer isso, o meu esforço para alcança-lo será grande o bastante para garantir no mínimo tudo o que for possível. E quem sabe, aquilo que eu julgava inatingível? Mas, o mínimo acima, eu vou ter.

Pois sabemos que existem muitos fatores que vão nos empurrar para baixo, que vão nos desanimar, atrapalhar, enfim…e no final, fazer com que alcancemos menos do que imaginávamos. Conclusão: se estabelecemos como resultado desejado o possível, as chances de alcançarmos algo menor do que o possível são grandes, bem grandes.

Procure o impossível e estará muito mais próximo do resultado que quer ter. Mire o possível e seu resultado será menor do que o que poderia ser.

Resumindo, estabeleça metas que você mesmo olhe e fale: “isso me parece impossível!”, “estou louco!” e aja, tome decisões para alcançá-las mesmo assim. Mesmo que sua mente diga “Isso é impossível!”, mesmo que outros digam “Isso não é possível!”. Só o futuro vai dizer quem estava certo.

 

Você está fazendo AGORA o que gostaria ou está em sua Zona de Conforto?

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Zona de conforto X Objetivos e metas

Esses dias eu estava refletindo sobre uma questão: eu estou fazendo AGORA o que eu mais gostaria de fazer? E quando me refiro ao agora, é no sentido absoluto da palavra, naquele exato momento presente.

Qual você acha que foi a minha resposta?

Qual você acha que é a resposta da maioria das pessoas?

Mas o mais importante: qual é a sua resposta?

Essa é uma resposta delicada, no meu ponto de vista. Eu vejo a grande maioria de nós, como seres que facilmente se adaptam ao comodismo e relutam em sair do que todos chamam de zona de conforto (apesar de eu trabalhar com um conceito diferente de zona de conforto, vou usar aqui o termo com o significado que todos tem).

Ou seja, aquele estado que nos confere uma sensação positiva e gratificante para o momento e normalmente passageira. Explico: sempre que nos entregamos a um prazer imediato, como assistir a um filme, comer algo gostoso mas fora da dieta, descansar, se jogar no sofá e ficar zapeando, ficar apenas ouvindo música, entre muitas outras possibilidades, são momentos que nos proporcionam prazer imediato. Porém, que agregam pouco ou quase nada para atingirmos nossos objetivos, realizarmos os nossos sonhos. Não sou contra esses momentos e nem quero gerar apologia sobre o tema, acho sim que são necessários, mas de forma equilibrada e programada.

Mas, essa definição é importante quando pensamos no que eu gostaria de estar fazendo agora. Porque é bem possível que a primeira resposta seja sempre uma dessas coisas. Um desses momentos em que desfrutamos apenas do prazer, do deleite de fazer algo sem compromisso. De estarmos em nossa zona de conforto.

Isso significa que se respondemos algo assim a essa pergunta há algo errado? Não e sim.

Não porque esse é um procedimento natural do ser humano. A tal da zona de conforto parece ter um campo magnético que nos puxa para ela! E um dos objetivos do ser humano é a busca pela felicidade. E uma das formas de se sentir feliz, é com o que Martin Seligman chamou de Vida Agradável, ou seja, basicamente aquela feita do usufruto de bons momentos. E não há nada de errado nisso, em buscar alcançar um maior número de bons momentos. Então, não há nada de errado em pensar assim, desde que optar por esses momentos seja consciente e não uma fuga, e desde que seja planejado e não decorrência de procrastinação. Entendem a diferença?

E sim, há algo errado, por conta da questão acima, ou seja, o que eu estou deixando de fazer, que deveria ser o meu foco para alcançar os meus objetivos, que ao invés disso, eu procrastino e prefiro usufruir destes momentos apenas?

O ponto é que se eu faço isso e deixo os meus objetivos de lado ou se faço isso porque não tenho objetivos definidos, os dois motivos nos levam a crer que agir assim só irá trazer insatisfação e frustração a longo prazo. Pois haverá um momento em que vamos olhar para trás e perceber que perdemos tempo, que ao invés de estarmos mais perto de como gostaríamos de estar em 10 anos, por exemplo, estamos mais longe, porque se passaram 5 anos, faltam apenas 5 para chegar a minha meta e eu não fiz o que tinha que fazer, ou seja, temos que começar a contar os 10 anos de novo.

Resumindo, algumas reflexões que são necessárias sobre o tema:

O quanto o que eu realmente gostaria de fazer está distante do que eu estou fazendo?

Quando eu me percebo realizando algo que não gostaria de fazer?

O que eu realmente gostaria de fazer?

O que eu posso fazer para mudar isso?

Que outras alternativas eu tenho? E quais mais?

Quando eu vou começar a agir para mudar isso? Em que data?

Quando eu gostaria de fazer o que eu realmente quero?

 

Mas, há também a possibilidade (e a melhor!) de que estou fazendo exatamente aquilo que eu gostaria de fazer AGORA, e isso envolve viver atividades relacionadas ao profissional, ao lazer,  à qualidade de vida, etc.. Ou seja, escolhas conscientes e planejadas. Realmente, escolhas. E isso acontece sempre que estamos realizando atividades que são chamadas de atividades intencionais, assim denominadas por uma das maiores pesquisadoras de psicologia positiva, Sonja Lyubomirsky – atividades que escolhemos fazer e sobre as quais temos controle. E nesse caso, quanto maior o número de atividades intencionais, maior é o nosso bem estar!

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Como ter mais foco na sua vida!

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Por que não consigo ter mais foco?

Quando penso em  foco, e no que as pessoas me dizem sobre precisar ter mais foco, da dificuldade em permanecerem focadas, da dispersão ser grande, enfim pontos que versam sobre o mesmo tema – ter mais foco na vida; a primeira coisa que eu pergunto é “Você sabe claramente o que você quer? Você sabe onde quer chegar, quer dizer, qual é o resultado que você espera ter no final? Ou ainda, objetivamente, quais são as suas metas?”

Se a resposta para estas perguntas é não, a raiz da falta de foco está aí. Quando não temos isso definido, como podemos nos manter focados? Como podemos nos esforçar para que a nossa atenção esteja em um só ponto?

Com essa resposta, é possível partir para um segundo ponto que é entender a dispersão. Mas, se você ainda está no primeiro passo, não adianta querer ir para o próximo. Pare e avalie quais são os seus objetivos, o que você quer conquistar, o que você quer ser, como você quer que sua vida seja. São formas diferentes de se obter as respostas, nem sempre iguais, mas que vão se complementar e te dar um panorama bem completo dos seus desejos. E depois construa metas com esses desejos, quantificando e colocando prazos. Eu escrevi sobre isso em outro post, se quiser ler, clique aqui.

Mas, se você já tem isso claro, vamos para o segundo ponto que eu averíguo, que é entender a dispersão. O que eu faço que eu percebo que me tira do foco? Exemplos, eu fico pulando de um assunto para o outro, porque me canso? Eu me lembro de coisas que tenho para fazer e paro para executá-las, para não esquecer de novo? Eu tenho preguiça de fazer algumas coisas, e por isso fico adiando e fazendo outras que são mais fáceis? Eu pulo de uma tarefa para a outra, quando a tarefa é longa? Ou quando é mais difícil? Ou quando é específica sobre algo que não me agrada – por exemplo: oferecer meu serviço, falar em público, etc..

Entender como a falta de foco aparece, é importante para entender a razão, ou seja, qual é o desprazer que eu tenho no momento da atividade que me faz mudar para outra? É se conhecer mais, para saber onde agir. E aí atuar sobre a razão com consciência. E obter o que mais quer: ter mais foco! Quer ver só?

Se eu fico pulando de um assunto para o outro, porque me canso – a solução talvez seja desmembrar a minha agenda em pequenos blocos de tempo, que divido entre micro-projetos que desenvolvo simultaneamente. Mesmo que sejam diferentes, eles se complementam, desde que sejam atividades que me levarão para o meu objetivo. Isso é a procrastinação produtiva, segundo Austin Kleon, autor do livro Roube como um artista.

Ou: Eu me lembro de coisas que tenho para fazer e paro para executá-las, para não esquecer de novo – para que você não se deixe levar por esse impulso, você precisa estar seguro de que não vai esquecer do que a sua mente acabou de se lembrar, então talvez você precise armazenar os seus to do´s em um lista confiável que você saiba que irá checar com frequência e também reservar um tempo para as atividades desta lista. Também tenho um post interessante sobre esse tipo de atitude, clique aqui para ler.

Vamos para mais um exemplo? Eu tenho preguiça de fazer algumas coisas, e por isso fico adiando e fazendo outras que são mais fáceis – Aqui você só está se enganando, a não ser que a preguiça seja decorrente de um estado de saúde física ou emocional debilitada, o que requer atenção e algum tipo de tratamento. Mas excetuando esses casos, você simplesmente está dando importância para um prazer imediato, se iludindo que isso é mais importante do que os seus objetivos e que vai lhe trazer mais satisfação. Reaja!

E esse ponto é interessante de falar, porque além de te ajudar a ter mais foco e também se manter no foco, ele é um grande motivador para conquistarmos o que queremos e lutarmos contra preguiça, procrastinação, medo, etc.. Tendemos a ceder para os prazeres mais imediatos, aqueles de curto prazo, os que no momento em que realizamos nos supre uma necessidade momentânea.

Isso ocorre quando cedemos a tentação de comer um doce, mesmo estando de dieta; ou quando preferimos ficar assistindo a um filme largado no sofá, do que fazer um exercício para nos dar mais disposição ou estudar para o concurso que queremos prestar; ou quando preferimos fazer uma tarefa mais fácil, mas de baixo impacto em nosso objetivo, ao invés de nos focarmos e colocarmos toda a nossa energia em uma tarefa cujo impacto é alto na realização de nossos sonhos. Esquecemos de olhar para o futuro e visualizar o prazer, a satisfação que teremos quando atingirmos a forma física que queremos; ou quando passarmos no concurso; quando atingirmos uma condição de saúde melhor e nos sentirmos mais dispostos; e claro, quando nos vemos realizando nossos sonhos.

O que vale mais a pena? O prazer imediato ou a realização de uma meta?

Ter mais foco, exige clareza dos objetivos e dos passos que precisam ser dados. Se manter no foco, exige força de vontade, disciplina, empenho e uma pitada de autoconhecimento, para fazer ajustes que vão facilitar a permanência no foco, que não vão te atrapalhar a ser uma pessoa mais focada.

As dispersões muitas vezes nos mostram aspectos de nós mesmos que precisamos ajustar ou que estamos negando ou escondendo, ou então necessidades que estamos deixando de atender. Muitas vezes, basta pequenos ajustes para atender essa necessidade em outro momento do seu dia que ela não será mais um fator de desequilíbrio e causador da falta de foco.

É uma auto-observação. Entenda as suas necessidades, ajuste o que for preciso, construa sua rotina de tal forma que nada seja obrigação, mas que seja vista simplesmente como passos necessários para se conquistar o que quer. Se o que você estiver fazendo tiver um propósito verdadeiro e fundamentado nos seus valores, será fácil trocar esse conceito de obrigação para disciplina. E ter mais foco será apenas uma consequência.

Onde você está colocando o seu foco?

E como isso pode te mostrar novas possibilidades.

Já falei em um post anterior sobre como é importante termos objetivos definidos. Na verdade, ter os objetivos não basta. É preciso colocá-los no papel e detalhá-los, fazendo com que eles se quebrem em metas e ações.

Este é um dos aspectos que podemos dar ênfase para responder a perguntar título do post de hoje. O seu foco está nos objetivos que você quer conquistar ou está em qualquer outro lugar? É claro para você que se você não tiver foco, não vai chegar onde quer, não é?

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Você realmente quer isso?

Objetivos coerentes com a essência, tem muito mais chance de serem alcançados.

Então você fez planos para sua vida, coisas que quer mudar. Podem ser grandes ou pequenas mudanças. Referem-se a uma parte de sua vida ou a toda ela. E você pensou, avaliou, tem certeza de que refletem sua essência, que vão te deixar mais perto de como você quer que a sua vida seja, de uma vida mais feliz.

Que ótimo! E você está consciente de que para chegar lá há um caminho a ser percorrido, não é? Longo ou curto. Não importa. Ele existe. E se você não percorrê-lo, não vai chegar ao final.

Sempre que traçamos um objetivo, temos que ter isso em mente. E por mais óbvio que pareça e sei que você deve estar pensando isso, não é assim que gostaríamos que fosse. Explico. Queremos sempre conquistar algo, mas não queremos fazer o que é preciso para chegar lá. Quer um exemplo? Queremos ter uma vida melhor, uma vida mais saudável, ter mais qualidade de vida, fazer exercícios, ter uma boa alimentação. Mas não queremos ter que acordar às 5h30 ou 6h00 para nos dedicarmos a uma rotina de exercícios. Se esta é a única possibilidade de realizar o que quer conquistar, então é ela que tem que ser feita. E ponto. Ou não queremos abdicar de alguns alimentos, reduzir ou adequar nossa alimentação. Ou você quer, ou não. E se a sua resposta for não, então não adianta ficar se colocando metas que não vai cumprir. E muito menos se martirizando e se cobrando por isso.

Se você está fazendo o seu máximo, ok. Está fazendo o seu melhor. Então, aceite isso e não force a situação. Não se imponha uma situação que não poderá cumprir. Seja honesta consigo mesma. A falta de honestidade é um obstáculo para o desenvolvimento pessoal. Mas, então, não fique sonhando com aquela vida saudável que acha que gostaria de ter. Será mesmo que você quer isso?

Vou te contar uma história para ilustrar: quando me tornei vegetariana, foi uma escolha que fiz baseada em um objetivo, uma razão, um propósito. Eu sabia que enfrentaria muitas das situações que enfrento hoje: comentários, “saias justas”, questionamentos, restrição de opções em alguns locais, etc. E eu me dispus a passar por isso. Porque era a única forma. Se quero me manter vegetariana para seguir os meus princípios, então me coloco voluntariamente nessas situações, passando por tudo com bom humor.

                ” Queremos os resultados finais, mas não queremos passar pelo que antecede: empenho e esforço para alcançar os resultados.”

Assim, parto do princípio que você está se conhecendo mais e mais e sabe o que realmente quer e até onde é o seu limite. Autoconhecimento. E todo esse lance de aceitar o que não é feito, só vale se, e apenas se, você percebeu que não atingir aquele objetivo não te trará a sensação de fracasso, porque na verdade não era um objetivo seu, não tinha a ver com a sua essência. É fruto de influências, crenças, condicionamentos, padrões da sociedade.

Agora, se você concluiu que quer alcançá-lo, mas está esbarrando em condições para realizá-lo, é porque não está consciente do caminho. Tenha em mente: querer algo é querer viver todo o caminho que te levará a esse algo. Força!

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Papel e caneta para escrever seus objetivos

Eles vão te ajudar a realizar as mudanças que quer fazer.

Vamos começar por conceitos. É consenso que um objetivo é algo que eu quero alcançar. Mas, e meta, não é a mesma coisa? Pois é. Não é. São graus diferentes de atuação.

Você tem um estilo de vida que quer conquistar. Quer ter uma vida de uma determinada forma. Quer mudar de vida. Ter mais sucesso. Ser mais feliz. Para alcançar isto você precisará tomar um primeiro nível de ações, que abrangem áreas da sua vida. Esse primeiro nível são os objetivos. Objetivos são mais amplos.

Para alcançar esses objetivos, é necessário um segundo nível de ações, que são mais detalhadas que as primeiras e contém elementos quantitativos para você poder avaliar a sua evolução e se as suas ações estão sendo efetivas. Esse segundo nível são as metas.

Como você irá alcançar as metas, utilizando que ferramentas, em quanto tempo, e através de quais atitudes e decisões é um terceiro nível e esse sim, são as ações propriamente ditas e o mais detalhadas possível.

Imagine que você decidiu que quer ter mais qualidade de vida. Alguns de seus objetivos podem ser emagrecer, ter uma vida mais saudável, diminuir o nível de stress, entre muitos outros. Vamos continuar com um dos objetivos: emagrecer. As suas metas poderiam ser: emagrecer 10 kg em 3 meses, correr 10 quilômetros em 5 meses, etc. Como você fará para emagrecer 10 Kg? Suas ações poderiam ser: fazer um acompanhamento com uma nutricionista, introduzir uma atividade aeróbica 5 vezes por semana, uma reeducação alimentar, etc.

Fazer isso pode parecer um exagero, mas os objetivos e metas são importantes porque funcionam de diferentes formas:

  • Mostram-nos que sabemos onde queremos chegar. Quando não temos isso claro é fácil nos deixarmos levar por distrações e priorizarmos outros interesses, principalmente os momentâneos e passageiros.

  • Fornecem-nos parâmetros para medirmos a evolução naquele objetivo. Se não temos isso, não temos como fazer correções nas nossas ações e implementarmos ações mais efetivas que nos levarão mais rápido ao atingimento de metas.

  • Relembrarmos nossos objetivos é motivador. Sempre passamos por momentos de desânimo, preguiça, de falta de estímulos, e nesses momentos, trazer à mente os objetivos de forma clara, é como receber uma injeção de ânimo. Lembre-se: não há outra forma de alcançar um objetivo, sem passar pelo caminho necessário.

É fundamental que ao traçar os seus objetivos você tenha muito claro o que é importante para você, os seus valores, o que você quer alcançar. Elenque e priorize. Seus objetivos devem conduzir à vida que você quer. Detalhe as ações de cada meta, de cada objetivo.

Quer uma dica? Comece fazendo uma lista com 5 a 6 coisas mais importantes para você. Todas elas fazem parte da sua vida? Se não, avalie se alcançá-las seria um objetivo. Analise os seus compromissos diários: eles estão em concordância com essas 5 a 6 coisas mais importantes? Se não, você já tem mudanças para realizar. Analise os seus valores, essas 5 a 6 coisas refletem os seus valores? Se não, aí também há outro ponto de atenção. Lembra-se do que falamos sobre sucesso? Essas 5 a 6 coisas estão presentes no seu sucesso?

Agora, é a sua vez. Pare e comece a colocar no papel os seus objetivos, meta e as ações para promover as mudanças que você quer.

Afinal, o que você quer para a sua vida?

Você se considera um barco a vela, levado pelo vento e com menor controle e menos potência ou um barco a motor, que você leva para onde quiser e com grande potênica?

Quando penso nisso, percebo que já passei por estas duas fases. Já fui um barco a motor, depois fui um barco a vela e agora me coloquei novamente como um barco a motor. A diferença é que na primeira vez que fui um barco a motor, não tinha consciência do que estava fazendo. Sabia o que queria e comecei a agir em direção ao objetivo, mas não sabia exatamente como manipular (no sentido mais positivo da palavra) as oportunidades, como conduzir as minhas decisões com clareza.

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