Category: Equilíbrio Emocional

Independência é importante para você?

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Independência X Dependência. Em que ponto estamos?

Já falei aqui sobre a importância que se sentir independente tem na vida de todos nós. Se você ainda não sente essa importância existe uma grande possibilidade de que você viva numa relação de dependência e ainda não experimentou nenhuma situação crítica em que pudesse perceber essa situação e as consequências negativas da dependência. Pode apostar.

Eu mesma vivi isso muitos anos, muitos mesmo, e só percebi o quanto eu era dependente (no meu caso emocionalmente) de minha mãe, quando ela se foi. E continuo um pouco até agora – 4 anos depois, tendo que lidar com as consequências e buscando conquistar a minha independência e me apropriar de mim mesma.

E foi quando percebi que eu estava tendo atitudes com os meu filhos que iriam levar à mesma dependência, que eu resolvi mudar meu comportamento com eles (isso já faz uns dois anos), para evitar essa situação.

Como a última coisa que eu queria era que eles passassem pelo mesmo que eu estava vivendo – e acredite, foi um período muito ruim, intenso negativamente e sofrido, decidi que precisava mudar algumas atitudes que desencorajavam a independência e outras que provocavam a dependência deles.

Então, meu convite  é esta reflexão: o quanto nós temos atitudes que incentivam uma relação de dependência? Isso pode acontecer com nossos filhos ou com outras pessoas com as quais temos relacionamentos próximos, pessoais ou profissionais.

Sempre que agimos com uma postura que caracteriza um “super funcionamento”, como falamos no coaching, de acordo com a psicologia positiva, isto é, estar em super funcionamento é assumir toda e qualquer responsabilidade, inclusive de coisas que não são nossas – estamos alimentando uma postura de sub funcionamento de outra pessoa, quer dizer, incentivando que o outro tenha um comportamento sem iniciativa, que sempre precisa de alguém para realizar algo, para tomar decisões, para agir. E isso não é nada bom, não é saudável, mesmo que façamos com uma intenção muito positiva de ajudar, que é normalmente o que nós mães fazemos.

Na verdade estamos tirando a possibilidade desta pessoa, de aprender com os próprios erros, de se desenvolver, de crescer, de descobrir o que ela realmente gosta, de aprender a decidir, a escolher, de se fortalecer emocionalmente, de se apropriar de si mesma e ser o seu principal sustento.

Particularmente no caso de mães (como eu), sinto que faz parte deste processo de incentivar a independência:

– falar não aos filhos;

– incentivar e permitir que o outro assuma as responsabilidades pelas suas atitudes;

– deixar o outro fazer as próprias escolhas, consciente das consequências por mais que isso possa nos parecer cruel ou sem carinho;

– permitir a livre expressão dos nossos filhos, sem julgamentos prévios;

– que eles aprendam a lidar com situações divergentes, negociando e buscando argumentos;

– incentivar a identificação e expressão de sentimentos.

Pois, na verdade agir desta forma é exatamente o contrário, é prova de amor pelo outro.

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Quer lidar melhor com as emoções?

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Olhe para o seu interior, são suas emoções.

Tenho caminhado ultimamente numa seara mais profunda, colocando muito foco em perceber minhas emoções e trabalhar para gerenciá-las cada vez mais e melhor. Acho que gerenciar não é a palavra…Entender, viver e dissipar é mais preciso.
Toda emoção que nasce é um produto nosso. Por mais que pensemos e atribuamos a causa estando fora de nós mesmos, a origem continua sendo interna. Eu não posso jogar a responsabilidade de um mal estar em mim, no outro. Muito menos culpá-lo. Isso não me ajudará a lidar melhor com as emoções.
 Quando alguma pessoa ou situação provoca em mim uma determinada emoção, e aí falemos de emoções que nos causam mal estar, porque as que causam bem estar não nos incomodam obviamente, e nem provocam reações que não gostamos ou que prejudicam o outro – esta emoção não tem nada a ver com o outro. É minha. É a minha visão de mundo, os meus filtros, minha interpretação que a provocou, o resto são só elementos do contexto.
Sendo assim, não faz o mínimo sentido eu dizer que “aquela me pessoa me irrita”, ou “estou assim, porque ele agiu de tal forma”, etc. Percebe? Qual o segredo para começar a lidar melhor com as emoções então?
Se eu coloco as coisas nesse patamar, torna-se muito mais simples olhar para a emoção e dizer: “cara, não viaja. É apenas produto da sua interpretação…disso, daquilo, daquilo outro…” E então, eu me permito sentí-la, e deixar com que se vá, da mesma maneira que veio. Entender, sentir e dissipar.
E quando eu paro de culpar o outro ou a situação, parece até que a emoção perde um pouco do peso, porque ao perceber que eu sou a única responsável, vou ainda mais fundo. Percebo que querer me colocar de vítima (porque é isso que fazemos quando colocamos a culpa no outro, assim como quando enfatizamos demais as NOSSAS emoções) é mais uma armadilha de um ego hipertrofiado.
E isso não me interessa em nada. Só me atrapalha. Só me engana. Só me impede de evoluir e de ter um relacionamento mais verdadeiro, transparente e espontâneo com o outro, independente de quem seja.
Se quiser “gerenciar” melhor às emoções, treine isso. Se colocarmos a ‘culpa’ no outro como sendo o responsável pela nossa emoção, tendemos a descontar no outro, o que se reflete em ações indesejadas, ou se não em ações, pelo menos em sentimentos que nos causam ainda mais mal estar.
Olhando pelo outro prisma, como eu sendo a origem do que sinto, não existe necessidade de descontar no outro, portanto, os comportamentos podem ser outros, de uma forma muito mais fluida, mais viva, mais natural. Sacou?
Vai ficar mais fácil lidar melhor com as emoções. Com as suas emoções. Que nascem e morrem em você.

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Você está em busca de mais equilíbrio?

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Para encontrar o seu equilíbrio, muitas vezes precisará cair ou passar do ponto.

Maria é uma pessoa preocupada com seus comportamentos e suas atitudes. Ela sempre tomou muito cuidado na educação de seus filhos. Por isso, alguns comportamentos que ela tem com os filhos a desagradam. Lidar com crianças não é simples, exige uma boa gestão emocional. E ela quer melhorar alguns comportamentos, mas várias tentativas são inócuas. Ela não consegue modificar-se e continua agindo da mesma forma que ela não gosta e acha prejudicial aos filhos.

Você já passou por uma situação assim? Mesmo que não tenha filhos, já deve ter identificado um comportamento que quer mudar, no trabalho, no relacionamento afetivo, no relacionamento com sua família, etc. – mas não consegue. Não é? Muitas vezes porque não sabe como, outras porque a mudança leva a um comportamento oposto, que parece não combinar com você, é forçado e parece ir contra sua natureza.

No primeiro caso, o processo pode ser um pouco mais longo pois essa descoberta exige reflexão e talvez a ajuda de um profissional competente para te auxiliar nessa mudança. E o segundo é o que eu gostaria de falar nesse texto. Porém, nos dois casos, reflita: o quanto você está disposto a investir na mudança vai depender da importância e significado que ela tem para você. O quanto é importante? O que você estaria disposto a abrir mão para alcançá-la?

Então, falando deste segundo caso… Quero que pense em um pêndulo. Quando você o solta de uma das extremidades ele vai direto para a outra e assim sucessivamente até que a sua força diminui e então, ele tende a parar no meio. Quando nos colocamos a mudar um comportamento que é muito característico nosso, que é muito presente, funcionamos como um pêndulo. Repelimos tanto aquele comportamento antigo, porque nos causa uma dor tão intensa que não queremos mais experimentar, que vamos para o comportamento oposto. E aí, está a razão de nos sentirmos violados. Como se aquele comportamento fosse muito, muito diferente de nós. Como resultado não conseguimos sustentá-lo muito tempo, porque de fato é muito diferente de como agimos normalmente.

O que você precisa saber disso é que, assim como o pêndulo chegará a um ponto de equilíbrio, você também irá encontrar o comportamento ideal que não será mais uma violação, mas também representará uma mudança. Isso se você se dedicar à mudança.

Costumo também trazer um exemplo aos meus coachees, que acontece no Yôga, quando estamos praticando no processo de conquista de posições de equilíbrio em uma mão ou duas, sustentando todo o corpo em apoios frágeis, quase sempre caímos nas primeiras tentativas por passarmos do ponto de equilíbrio. Ou seja, precisamos passar do ponto para entender onde é o nosso equilíbrio e só então conquistar o objetivo de se sustentar no ásana (posição firme e agradável).

Essa analogia ajuda para entender o processo de mudança, e o quanto é necessário que seja assim. Sem cair não há a consciência corporal. Sem experimentarmos atitudes inadequadas não perceberemos o quanto estas podem ser contra a nossa essência. Em ambos os casos nossa consciência se amplia.

Sabendo disso, sempre que se colocar em um estado de mudança não se critique demais, nem se considere incapaz de mudar. Lembre-se que você é o pêndulo que ainda não encontrou o ponto ideal. Mas, encontrará.

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Viver o Presente é necessário!

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Viver o Presente: o que um iPhone me ensinou sobre isso.

Eu costumava ser uma pessoa bem, bem desatenta com algumas coisas, coloca as chaves em cima do primeiro lugar que visse e depois não sabia onde estava, levava o celular para a cozinha, abria o armário, deixava lá porque me lembrava de outra coisa para fazer e depois não sabia onde o havia deixado. Você já passou por alguma situação assim? Ou então, dirigir até algum lugar e ao chegar, nem se lembrar direito como chegou lá, os detalhes do caminho?

Desde que comecei a prestar mais atenção ao momento presente e vivê-lo plenamente, isso começou a diminuir bastante. Mas, essa semana eu perdi o meu iPhone. E não me lembrava de onde o havia deixado de jeito nenhum! Se ele tinha caído da minha bolsa ou havia deixado em algum outro lugar…

Essencialmente por conta dessa atenção em viver o presente, saber que havia perdido o celular dessa forma, me aborreceu de um jeito bem intenso.

E isso me fez pensar no valor, no peso que estava dando para a situação, que me pareceu exagerado demais! Tenho treinado o desapego de coisas materiais e simplificado a minha vida já há algum tempo, então, apesar do valor financeiro do aparelho, comecei a investigar o que mais estava por trás desse sentimento ruim que estava vivendo.

É uma reflexão que precisamos fazer sempre que vivenciamos uma emoção negativa. Elas surgem quando alguma coisa está errada. Qual a razão de estar me sentindo daquela maneira? O que realmente está provocando o sentimento ruim? O que me impede de viver uma emoção positiva no lugar desta negativa?

Quando refletimos desta forma, começamos a nos conhecer melhor e às vezes nos deparamos com verdades que ficamos escondendo de nós mesmos! O que só nos atrapalha. Não se engane. Não falar a verdade para você mesmo, só vai te atrapalhar.

Também começamos a entender algumas respostas/reações automáticas que temos. Isso nos dá mais lucidez e consequentemente conduz a comportamentos e decisões mais acertadas.

Quer saber o final da história? Bom, eu achei o iPhone. Um dia depois. Atrás do notebook no meu escritório. E eu nem me lembrava de tê-lo colocado ali. É…preciso estar mais atenta ao momento presente.

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Emoções positivas. Você conhece o seu poder em sua vida?

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Emoções positivas proporcionam melhores escolhas!

Mais do que vivenciar emoções positivas como gratidão, alegria, contentamento, amor pelo simples prazer de usufruir, as emoções positivas atuam em nossa mente como um poderoso catalisador da felicidade e funciona como um motor para a conquista de realizações. E tem mais ainda.

Quando vivemos um período bom em nossas vidas, damos pouca atenção à essas emoções. Na verdade, os momentos que mais precisamos das emoções positivas são aqueles em que nos sentimos mais baixo astral, pessimistas, negativistas, desanimados. Como sentir algo bom quando tudo parece estar ruim?

Imagino que quando você leu isso provavelmente se lembrou de alguma situação e concordou comigo, não?

Fingir não vai resolver, porque forçar ou fingir uma emoção positiva pode até fazer com que nos sintamos ainda pior. Até porque uma emoção negativa pode ser um sinal de que algo precisa ser resolvido naquele setor. Portanto, é preciso estar atento a isso. Quando surgir uma emoção negativa, primeiro de tudo, procure entender a razão e vá se perguntando por que, passando por camadas mais profundas da emoção, até chegar à causa.

Compreender o que está por trás das emoções requer autoconsciência. E quando temos consciência do que as provoca, podemos ser mais complacentes conosco mesmos e nos permitir viver emoções positivas verdadeiras. E, principalmente, entender que se trata de uma situação de momento e não definitiva em nossa vida. Se agirmos assim, com compaixão para conosco, não permitimos que a autoconsciência nos leve para um caminho muito duro, que é o da autocrítica elevada, que gera entre outros sentimentos ruins, culpa, pois isso pode, aí sim, nos paralisar ao invés de promover mudanças ou a troca por emoções positivas.

Bom. Ok. Você já entendeu o que deve ser feito quando estiver vivendo uma emoção negativa. Mas, como gerar ou substituí-las por uma emoção positiva?

É como disse acima. Não adianta fingir e não adianta ignorar. Mas, podemos provocar em momentos diversos do nosso dia algumas emoções e afirmações positivas, para contrabalançar as negativas.

Que tal experimentar essas práticas?

  • Pratique gratidão – ao final de cada dia, lembre-se de 3 coisas que aconteceram no seu dia pelas quais você é grato;
  • Lembre-se dos seus amigos do peito – escreva sobre eles: por que são seus amigos? O que você aprecia neles? O que eles já fizeram por você? E você por eles? Lembre-se de momentos de alegria que viveu com cada um;
  • Estabeleça uma meta por dia – escolha algo que precisa ser realizado no próximo dia sem falta, apenas uma coisa, algo que seja importante para você e que vai contribuir para o seu objetivo final e realize-o. Aproveite a sensação de concretização que vem do cumprimento de metas.
  • Faça o bem – lembre-se de algo que pode fazer para ajudar alguém, sem outras intenções, apenas para se doar um pouco, em prol do outro, e realize!
  • Brinque! – lembre-se de algo que você gosta e não faz há algum tempo, reserve um horário e faça!
  • Explore! – pense em alguma coisa que você gostaria de conhecer ou de aprender, e ponha em prática.
  • Saborei pequenos momentos da vida – alegre-se com uma boa música, sinta o contentamento ao saborear um alimento que gosta, etc..
  • Tenha orgulho de suas realizações – traga à sua mente uma realização, algo que tem orgulho de ter feito, deixe-se invadir por esta emoção.

 

Quando vivenciamos mais emoções positivas do que negativas estamos sendo estimulados a usar mais nosso potencial, temos motivação para realizarmos mais, promovemos a criação de competências através do aprendizado experimental e o conhecimento adquirido torna-se um recurso durável.

Vivenciar emoções positivas como amor e contentamento, contribui para o desenvolvimento de um senso mais refinado e apurado de nós mesmos e de nossas prioridades, além de acionar uma região específica do nosso cérebro, o córtex pré- frontal responsável por diferenciar pensamentos conflitantes, consequências futuras de atividades correntes, trabalho em relação a uma meta definida, previsão de fatos, expectativas baseadas em ações, e controle social, tornando possível a construção de um leque mais amplo de opções de recursos, possibilidades para novas soluções e alternativas para resolver uma situação de forma diferente, ao contrário das emoções negativas que acionam o sistema límbico e reduzem desta forma a visualização de nossas possibilidades de escolhas.

Use isso a seu favor para auxiliar na mudança que quer promover!

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Muito prazer, eu sou seu crítico interno!

Por menos repressão e mais espontaneidade.

Você já observou os seus pensamentos? Já parou para fazer isso alguma vez? Aqueles pensamentos que surgem sempre que você vai fazer algo novo, ou tem vontade de fazer algo, mas não faz, ou quando surge a dúvida se seremos capazes de fazer.

A nossa mente é extremamente veloz, sempre antes de expressarmos qualquer reação, de experimentarmos uma emoção, sempre que precisamos reagir a um estímulo ela vai até o repertório de situações vividas por nós e escolhe a que mais se assemelha à situação atual e envia o comando para a emoção correspondente e a forma como vamos responder àquela situação. Por isso é que observar os nossos pensamentos é bem importante. Porque antes de qualquer emoção e consequente ação, vem um pensamento. Questionar esse pensamento é o primeiro passo para se conscientizar e depois modificar uma emoção e, por consequência um comportamento.

Leia mais …

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Como fazer os meus pensamentos me ajudarem a conseguir o que quero?

Reprograme o seu emocional.

A nossa mente não sabe definir o que é verdade, o que é real do que é fantasia. Somos nós que definimos para ela, de acordo com nossos parâmetros e conceitos: isso é verdade, isso é possível, isso nunca irá acontecer. Se comunicarmos algo a nossa mente com a devida frequência, intenção e clareza, livre de questionamentos, ela entenderá aquilo como verdadeiro e começará a processar os comandos para que o seu corpo se adeque a essa “realidade”.

Por isso, se continuamente uma criança escuta que não é inteligente, ela começa a absorver este conceito e se torna realmente desprovida de inteligência. E o contrário, tem o mesmo poder, ou seja, uma criança que cresce escutando que é inteligente, esperta, educada, absorverá todas essas características como realmente sendo suas.

Pensando nisso, você consegue ter uma noção da dimensão que isso tem na nossa vida? Imagine o que estamos construindo para nós mesmos quando insistimos em pensamentos do tipo: “Isso nunca dará certo!”, “Eu nunca vou conseguir fazer!”, “Isso é muito difícil!”, “Nunca vou ganhar dinheiro mesmo!”, “Já tentei várias vezes emagrecer e sempre desisto!”.

Qual você acha que será o resultado em cada um destes casos?

Pode parecer conversinha boba de pessoa otimista que diz que temos que ter pensamentos positivos, emoções positivas, mas não é.

Para ajudar, vou lhe explicar outro mecanismo: nós possuímos um corpo físico denso, um físico energético, um emocional, um mental e um intuicional – do mais denso para o mais sutil, nesta ordem. O mais denso sempre eclipsa o mais sutil. Isso quer dizer que quando estivermos acometidos por uma emoção muito intensa, forte, jamais daremos ouvidos à razão. O mesmo acontece com a intuição, que sempre será encoberta enquanto insistirmos em usar a mente. Por isso que quando estamos emocionalmente envolvidos, nunca conseguimos enxergar claramente o que outras pessoas enxergam facilmente, porque estas últimas o fazem utilizando os óculos do mental e não do emocional.

Portanto, para conseguir atingir o mental e fazermos as reprogramações que queremos, precisamos fazer com que o emocional “baixe a guarda”. Existem algumas formas de fazer isso:

  • A primeira delas é que com algum treino (muito, na verdade!) é possível isolar a emoção e enxergar o mundo através da razão e com isso utilizar este canal para interpretar os fatos e comunicar os comandos que você quiser. É como se você, com suficiente expansão da consciência, conseguisse escolher por qual canal quer interpretar o mundo. Esta forma exige certo grau de preparo e controle.

  • A segunda é através da manipulação das emoções. Pensamentos negativos sempre estão acompanhados de emoções negativas que são geradas em nós mesmos. Emoções que estão relacionadas a esses pensamentos, por exemplo, se penso: “Isso nunca dará certo comigo!”, trago emoções como frustração, medo, desânimo presentes. E lutar contra essas emoções simplesmente mudando os pensamentos pode ser desafiador, ajuda sim, mas há outro caminho, que é resignificar a situação, transformando numa emoção positiva. No mesmo exemplo: eu tenho medo de não dar certo e enxergo mais aquela tentativa como uma repetição do que já aconteceu. É preciso transformar o medo em oportunidade. Que tal ver desta forma? Eu tenho mais uma chance de fazer dar certo e vou usar tudo o que aprendi anteriormente para isso. Pergunte-se: “O que preciso fazer que ainda não fiz para ter um resultado diferente?”. Ao darmos um novo significado para a situação, trocamos também a emoção presente e aí conseguimos alimentar a nossa mente com pensamentos positivos, motivacionais, estimulantes.

  • A terceira forma é uma técnica de reprogramação emocional aplicada pessoalmente e que feita com regularidade promove grandes transformações. Ela primeiro faz exatamente o que disse anteriormente, promove uma baixa na guarda do emocional, o que permite que comandos bem claros, poderosos, precisos e eficientes possam chegar até a mente, sem passar pelo filtro do emocional, conduzindo a profundas transformações e aprimoramento da performance individual e social.

Com estas formas é possível driblar a emoção e começar a construir pensamentos mais positivos que levarão às emoções também mais positivas. Como tudo, é preciso treino. No começo deixamos passar muita coisa e só percebemos depois, com a prática, este tipo de comportamento começa a acontecer com mais frequência. Sim! Comportamento! Pensar positivamente começa a se tornar automático, como todo comportamento. Pensar positivo torna-se um hábito agradavelmente benéfico.

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E se você pudesse ser forte emocionalmente e mais segura?

Este artigo foi revisto em 19/09/2016

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Aprendendo a lidar com o emocional e ser forte.

Você já deve ter se sentido mais seguro quando estava com alguém especial. Como se nada pudesse lhe fazer mal ao lado dessa pessoa. Ou como se caso algo acontecesse com consequências indesejáveis, essa pessoa poderia resolver tudo. Não? Se você nunca se sentiu assim, fico feliz por você. Isso é parecer ser forte, mas na verdade emocionalmente dependente.

Esses sentimentos para mim hoje representam um sinal de perigo. Porque quando nos sentimos assim estamos depositando no outro a segurança que precisamos ter em nós mesmos. É como se nossa tranquilidade emocional estivesse fora de nós mesmos.

Se essa estabilidade não está dentro de nós, e sim está fora, o que nos acontece quando perdemos o contato com o outro, aquele que guarda a nossa serenidade emocional? Precisamos do outro para nos sentirmos seguros.

Eu nunca achei que me sentiria assim, nem imaginei que isso existisse. Se me dissessem isso eu provavelmente desdenharia e afirmaria que não era verdade comigo. E o que mais me impressionou nesse processo todo, foi ter percebido só depois no tamanho da minha dependência e as consequências que ela estava me trazendo. O que só aconteceu quando eu perdi essa pessoa. Hoje, essa é a minha batalha pessoal mais acirrada. Quando penso que estou ganhando, sou derrubada. E tenho que me levantar de novo e seguir em frente.

“A nossa visão fica prejudicada e enxergamos
as situações sob a ótica da emoção dominante”

Não posso dizer que já encontrei uma solução, mas estou buscando na filosofia que escolhi para mim e nas ferramentas que ela me oferece. Não é fácil. Pelo menos consegui compreender o processo. Para mim, a insegurança aparece num segmento bem específico e quando ela surge, minha mente começa a trabalhar vorazmente a favor dessa insegurança. Então, minhas armas são acalmar a mente e me estruturar emocionalmente quando não estou no olho do furacão.

Esse é o processo. Temos pensamentos a respeito de algo que nos aflige, incomoda. A emoção aflora muito intensamente, sem controle. A nossa visão fica prejudicada e enxergamos as situações sob a ótica da emoção dominante, seja ela boa ou ruim. O que vem em seguida é uma construção mental que vai suportar a situação ilusória que foi gerada. Nesse momento, a mente começa a trazer o raciocínio lógico, com argumentações, suposições e todo o subsídio que irá sustentar aquela situação. Em seguida, a emoção é reforçada e amplificada pelo suporte mental. E aí temos o caos! Temos um processo que precisa ser cortado em algum ponto. É preciso às vezes, até atuar em vários pontos simultaneamente para chegarmos no resultado esperado.

Então, se queremos mais energia, mais qualidade de vida, ser forte emocionalmente precisamos atuar sobre essa questão. Precisamos aprender a entender e administrar nosso emocional, assim como procuramos fazer com o nosso corpo físico, energético e mental.

Para trabalhar melhor essa questão de forma prática, temos duas alternativas:

  • A primeira alternativa é cortar a ligação entre pensamento e emoção, ou seja, não se deixar dominar pelos pensamentos negativos que irão gerar as emoções ruins
  • A segunda é agir na própria emoção, quando ela surge, gerenciando e modificando-a.

Ah! Mas como faço isso? Para isso é que foram desenvolvidas técnicas, ferramentas do coaching para produzir esses efeitos e que tem ótimos resultados!

Mas, o primeiro passo é sempre tomar consciência dos mecanismos e dinâmicas. E isso você já pode começar fazer.

Se isso te interessou, clique aqui para conhecer uma proposta.

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Quanto menos expectativas melhor

E vamos aprendendo a lidar com o emocional.

Um dia eu percebi que a maioria das minhas frustrações acontecia devido às expectativas muito elevadas que eu colocava, fosse a situação qual fosse. E a partir de então, percebi que não deveria mais criar expectativas para qualquer coisa, principalmente expectativas exageradas.

As expectativas produzem em nós um estado de ansiedade que sabemos ser extremamente danoso. E quando não atingidas (o que quase sempre acontece) provocam frustração.

Expectativas estão relacionadas a desejos, a sonhos, a coisas que queremos ver realizadas. Faz parte de nossa natureza gerar expectativas sobre quase tudo. O problema começa quando:

– Construímos uma expectativa exagerada, esperando que algo se realize exatamente como sonhamos. E nossa imaginação é bastante fértil, portanto, pode nos levar para pontos muito distantes da realidade. Tornando praticamente impossível que o resultado final seja compatível com o que estamos esperando. Aqui é importante distinguir mentalizações positivas da construção de expectativas que se aproximam de uma ilusão, muito distante da realidade.

Depositamos no outro e nas situações a possibilidade de vermos nossos desejos realizados, transferindo para eles a responsabilidade da sua realização. Isso não está certo e é claro que com as expectativas não se realizando, não apenas vivenciamos a frustração, como também culpamos a pessoa ou situação pelo ocorrido e nunca assumimos a responsabilidade. Além do que se depositamos no outro ou na situação a responsabilidade, perdemos o controle e não podemos mais agir sobre a situação que queremos ver realizada.

Assim, podemos concluir dois pontos importantes:

  • O primeiro é que criar expectativas é tornar a nossa vida irreal, muito próxima de ilusões que construímos como objetivos. Procure baixar o seu nível de expectativa, as pessoas não vão agir como nós gostaríamos que elas agissem, elas vão agir e ser como são. As situações não vão acontecer sempre como desejamos, existem muitas variáveis envolvidas, e muitas das quais fora do nosso controle. Ajuste suas expectativas dentro de um padrão real e lúcido, compatível com a realidade.

  • O segundo ponto é concentrar-se em atuar sobre aquilo que depende de você. As expectativas que construir a partir deste ponto dependerão muito mais de você para serem alcançadas. O que depende do outro, depende de atitudes e opiniões que podem não ser iguais às suas e por isso levar a direções diferentes, fazendo com que as expectativas criadas baseadas no outro possam estar em patamares muito mais distantes da realidade. Você poderá até influenciar o outro, mas nunca controlá-lo.

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Você vai precisar aprender e controlar o emocional

Ou ele controla você!

Dizem que somos seres racionais, guiados pela razão. É por atuarmos no plano mental que somos seres humanos, mas daí a ser racionais acho que falta muito em minha opinião. Parece-me mais que somos guiados pela emoção. Pois não é o emocional que nos coloca fora de controle? Não é pela emoção que “perdemos a cabeça”? Nossos medos, ansiedades, prazeres, objetivos, tem sua base no emocional e não no mental, mesmo que lá no fundo.

Se não é assim, por que é tão fácil dar um conselho e tão difícil segui-lo quando somos nós que estamos vivendo a situação?

E o emocional é tão forte que influencia o mental, nos fazendo ver lógica em raciocínios distorcidos pela emoção. Influencia o físico, abalando nossa imunidade e provocando enfermidades. Influencia o nosso corpo energético, diminuindo nosso equilíbrio, causando desânimo, falta de motivação, mentalizações negativas.

Por isso, enxergo que a falta de estruturação do nosso corpo emocional, a falta de consciência e controle pode ser um dos nossos principais inimigos, gerando até mesmo obstáculos imaginários, como alguns medos.

Como lidar com isso?

Parece-me que são as emoções negativas que nos conduzem para situações mais prejudiciais a nós mesmos, afetando o físico, o energético e o mental. Pois, as positivas são mais construtivas e acabam gerando sentimentos e atitudes também positivas. Sendo assim, é preciso atuar sobre as emoções negativas e suas manifestações como comportamentos, mas, principalmente, como pensamentos negativos, que se retroalimentam pelo emocional. É preciso, portanto, quebrar esse círculo vicioso. Mas, fazer isso quando estamos embaixo da tempestade é praticamente impossível. Nessas horas, o melhor é esperar chover tudo o que há pra chover, se molhar mesmo, para só depois tentar começar a se enxugar e reverter a situação.

Para que estejamos mais preparados quando formos assaltados por uma situação forte que nos pareça uma ameaça, que acione com muito vigor o emocional e até mesmo para que no cotidiano tenhamos mais controle sobre o emocional e sobre a nossa vida, é preciso praticar em momentos em que não há este descontrole e treinar o emocional a sempre trabalhar no campo positivo, através de mentalizações diárias e educando a mente, afastando as mentalizações negativas e os pensamentos negativos.

“É preciso atuar sobre as emoções negativas
e suas manifestações como comportamentos,
mas, principalmente, como pensamentos negativos,
que se retroalimentam pelo emocional.”

Esse treino é diário, procure:

– Toda vez que surgir um pensamento negativo contraponha-o com um positivo, e faça isso quantas vezes for preciso, inclusive para o mesmo pensamento. Não dê crédito para ele;

– Seja sempre positivo nas coisas práticas do dia a dia: ao procurar uma vaga no estacionamento, ao ir a um local que sempre há possibilidade de pegar fila, para o resultado de algo que está esperando. Esse treinamento leva a mente a começar a direcionar primeiro para um pensamento positivo ao invés de um negativo;

– Adote verbalizações positivas durante o dia. Autoafirmações e lembretes para você mesmo de coisas boas e significativas para você;

– Procure ver sempre todos os lados das situações, antes de rotulá-la como ruim;

Aos poucos, esse trabalho com a mente começa a conduzir para sermos pessoas mais positivas, consequentemente conduzindo a emoções mais leves e construtivas e menos negativas.

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