Category: Energia e Disposição

Como construir a realidade que você quer

Entenda o que deixamos de fazer para alcançar objetivos.

A ideia de escrever sobre esse tema surgiu depois de um café com uma amiga, mãe como eu, enquanto falávamos sobre os desafios de ser mãe, as mudanças que acontecem em nossa vida, e como é difícil às vezes alcançar objetivos, conquistar algo que queremos.

A conversa nos levou num determinado momento à pergunta: o quanto eu realmente quero…mudar de emprego, fazer o meu negócio dar certo, vender o meu apartamento, me recolocar no mercado de trabalho, emagrecer, … não importa qual seja o seu objetivo que queira alcançar.

E por que essa resposta é tão importante? Porque é preciso separar a resposta racional da emocional. Racionalmente eu posso estar totalmente convencida das razões e do quanto a mudança é melhor para mim. Mas, e emocionalmente? E aí está o “pulo do gato”. O grande segredo.

O que faz com que algumas pessoas construam, atraiam para si mesmas a realidade tão desejada? Elas descobrem o que emocionalmente a mudança significa e o que as prendem à situação atual. Ao trabalhar essas questões, destravam os bloqueios que as impedem de alcançar os objetivos. Pois passam verdadeiramente a agir em prol do objetivo.

Enquanto não entendemos esses aspectos emocionais e o que nos prende à situação indesejada (desemprego, estar fora de forma, estar sem dinheiro, etc…), nos enganamos achando que queremos a mudança, mas na verdade não queremos, porque de fato queremos os benefícios que temos ao permanecer da situação. Entendem?

Para ficar bem claro, de um lado enxergamos os ganhos que teremos ao promover e conquistar a mudança que queremos. Do outro lado, nos deparamos com o que nos faz bem se permanecermos como estamos ou o que perderemos ao mudarmos.

Emocionalmente os ganhos atuais e as perdas futuras são mais fortes do que os ganhos futuros e isso faz com que esses “argumentos” emocionais se sobreponham em força e poder aos “argumentos” racionais dos ganhos futuros que imaginamos alcançar.

Isso porque de acordo com a física quântica tudo pode ser entendido como ondas de energia eletromagnéticas que vibram em frequências diferentes. Toda a matéria é formada dessas ondas vibracionais. E assim são os pensamentos e as emoções. A ciência já sabe hoje que os pensamentos emitem ondas com uma frequência que vai de 10 a 30 hertz…porém, quando temos presente emoções, as ondas emanadas vibram numa frequência muito, muito superior, às vezes até 6.000 hertz! Uma vibração tão alta, que além de ativar processos neurobiológicos e químicos em nosso corpo, produz uma conexão com o todo, atraindo para nós a realidade que queremos! Demais, não é?

Sendo assim, fica claro que entender racionalmente as razões e o que ganhamos ao conquistar nossos objetivos não é suficiente, porque são apenas pensamentos. É importante aliar a esses pensamentos, emoções positivas muito fortes e neutralizar as que estão ligadas aos ganhos atuais que não queremos nos desfazer, mas que é preciso. E a partir daí começamos a entender o processo de construir a nossa realidade, alcançar objetivos que tanto queremos.

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11 dicas para você ter mais disposição e mais motivação na sua vida.

ter mais disposição, motivaçãoVeja como lidar com o cansaço e ter mais disposição!

Tenho encontrado e convivido com muitas pessoas que se sentem cansadas ou estão passando por um momento de stress, de tensão, sem ânimo para realizar, construir. Por isso resolvi contar aqui algumas coisas que eu faço que me me fazem ter mais disposição e motivação. Muitas delas eu incentivo as pessoas a incorporarem em sua vida, quando elas percebem que é o que falta, outras são só escolhas minhas que decidi compartilhar aqui.

Sempre que passamos por um momento em que nos sentimos assim, cansados, desanimados, com nosso equilíbrio emocional afetado, tendemos a colocar uma importância excessiva em resolver a situação em questão ou apenas remoendo o problema e deixamos de lado aquelas atividades ou outros setores de nossa vida que nos dão prazer, que nos alimentam a alma. Coincidentemente essa semana resolvi postar no instagram fotos de coisas que me alimentam a alma, se quiser vai lá ver: clique aqui!

O ponto é esse, além de incluir em sua rotina algumas ações que por uma razão ou outra (biológica, emocional, etc.) tem o poder de nos alçar para um patamar de energia superior, para ter mais disposição, precisamos descobrir e manter aquelas atividades que quando realizamos sentimos a motivação presente e nitidamente percebemos que ocorre uma recarga de energia. Vamos lá:

  1. Alimente-se adequadamente – você definitivamente é o que come. Preste atenção em como você se alimenta, se está ingerindo os nutrientes necessários para as atividades que desempenha e nos momentos certos. Perceba quais os alimentos que o seu corpo aceita melhor. E esteja muito atento a qualidade de cada um. O impacto da alimentação pode ser enorme para você ter mais disposição nas suas atividades diárias.
  1. Respire com qualidade – pare e respire fundo. Existem padrões respiratórios que podem elevar a sua performance tremendamente, não apenas no aspecto de capacidade respiratória, mas principalmente no que diz respeito a captação de energia para o seu corpo e controle de emoções. Todos sabem o bem que uma respiração profunda e lenta pode fazer ao corpo e ajudar a lidar melhor com as emoções. Mesmo que você não conheça estes padrões, incorpore o básico: respiração nasal, abdominal e lenta. Mas, se quiser conhecer mais técnicas, clique aqui e veja o áudio sobre respiração que você pode adquirir se quiser.
  1. Beba muita água – hidrate-se durante todo o dia. Um corpo hidratado funciona melhor, facilita a concentração e consequentemente impacta positivamente na sua performance diária e no seu nível de energia. Beber água não é besteira, é uma pequena atitude que se incorporada poderá lhe trazer grandes ganhos.
  1. Tome sol – encontrar a dose diária necessária da vitamina D na alimentação é praticamente impossível, a melhor e principal fonte de vitamina D é o sol, por isso reserve alguns minutos por dia para isso. Aproximadamente 80% da população do Brasil tem carência da vitamina D, talvez você nem saiba, mas você pode estar entre essas pessoas e isso pode impactar na sua saúde. Isso sem falar, é claro, na absorção de energia que os raios de sol nos proporciona. Não é uma delícia ficar sob o sol? O sol é capaz de alterar o humor das pessoas, então porque não aproveitar um pouco dessa injeção de ânimo gratuita?
  2. Exercite-se – fazer uma atividade física que goste, pois além de todo o aspecto fisiológico da liberação de substâncias superpositivas para o nosso organismo e que aumentam a sensação de prazer, é um momento em que você está realizando uma atividade para você, só sua, que você escolheu e porque quer. Para ter mais disposição e energia nada melhor do que se mexer, fazer uma atividade prazerosa e sentir a energia fluir pelo corpo. Quer satisfação maior do que tudo isso junto?
  1. Pratique a gratidão – eu tenho um caderno que chamo de caderninho da gratidão, nele escrevo todas as coisas pelas quais sou grata na minha vida. Quando começamos a fazer isso, começamos a perceber o quanto temos de bom em nossa vida e damos um valor verdadeiro mesmo às pequenas coisas. Fazendo isso, até é capaz de que algumas preocupações, insatisfações, problemas que julgamos enormes e que estejam nos desanimando, percam a importância. Escolha a sua forma de praticar gratidão e pratique!
  1. Ouça muita música, preferencialmente alta – música é em minha opinião um dos presentes que temos e que podemos usufruir por estarmos vivos. Eu acredito fortemente no poder que uma música tem. Descubra qual ou quais são as músicas que te colocam prá cima, que te enchem de energia. Nós normalmente associamos músicas às situações, procure uma situação que para você reflete disposição, energia, alegria, bom humor, etc. e associe uma ou mais músicas a elas e consequentemente a estes estados de espírito que quer viver. Te garanto que isso é capaz de te dar forças! Eu uso isso, e adoro o resultado!
  1. Durma bem – se você tem que acordar cedo (mesmo que não queria), você tem que dormir cedo. O sono é fun-da-men-tal para a saúde e disposição. Se não dormimos bem, não apenas a nossa disposição e energia ficam comprometidas, mas uma série de funções biológicas que são desempenhadas à noite deixa de acontecer ou acontece pela metade. Mantenha uma rotina regrada de sono e você verá a diferença no seu dia a dia! Se o que procura é ter mais disposição, comece pelo sono.
  1. Organize a sua vida – monte uma agenda de atividades, estabeleça atividades de rotina, coloque prazos, elenque prioridades, faça o uso de ferramentas para promover uma organização e diminuir a ocupação mental com algumas tarefas e pendências. A mente é como o processador de um computador, quanto menos tarefas ele tiver que processar simultaneamente, mais rápido e melhor ele funcionará. Quer dicas para fazer isso? Baixe o meu eBook aqui.
  1. Cultive o bom humor – estar de bom humor é uma decisão. Pare e reflita toda a vez que você se perceber de mal humor. Por que está assim? Mas, independente da razão, decida na hora que quer permanecer com cara feia ou se quer colocar um sorriso no rosto.
  1. Alimente a sua alma – sabe o que eu disse lá em cima sobre as minhas postagens? Então, procure aquilo que faz você sentir que viver vale a pena. Aquilo que alimenta a sua alma. Pode ser qualquer coisa que te dê prazer, que te faça sentir vivo. Inclua essa atividade pelo menos 1 vez por semana na sua vida. Na verdade, quanto mais melhor.

Estas dicas vão atuar sobre o seu corpo físico, emocional, energético, mental. Se colocadas em ação, após algum tempo de prática você sentirá uma grande diferença na sua disposição e motivação para agir. Tente e depois me conte. Só depende de você colocar em prática para ter mais disposição em sua vida!

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Coloque mais energia para dentro!

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Saiba como fazer isso.

O que te deixa feliz? Pense alguns instantes sobre isso, antes de continuar a leitura…

É bem possível que sejam essas coisas que te deixam feliz, os principais injetores de energia no seu corpo, de ânimo, de motivação. Não sei explicar biologicamente este processo, mas quando estamos felizes, vivendo momentos de alegria, nós nos abrimos para o mundo, nos expomos mais e dessa forma nos colocamos mais aptos para absorver a energia presente. É como se abríssemos nossas fronteiras e deixássemos que ela fluísse de forma mais natural.

Assim, quanto mais fizermos aquilo que faz com que nos sintamos vivos, mais estamos colocando vida para dentro de nós. Isso quer dizer que se você não tiver ideia de como potencializar a captação de energia, não souber de nenhuma técnica disponível, no mínimo você pode começar a fazer o que mais gosta, e esse processo vai começar. O contato com a natureza em geral também nos abastece com energia; a prática de esportes; estar com os amigos…enfim, procure em você aquilo que mais gosta de fazer. Eu também utilizo bastante essa forma, mas a prática do Yôga me oferece algo a mais. E por isso, as técnicas estão presentes diariamente na minha vida. Não apenas por isso, mas também por isso.

No Yôga, a energia biológica se chama prána, e está presente no sol, na terra, na natureza, nos alimentos e nas suas outras formas de metabolização. Sabendo disso, utilizamos diversas técnicas para captação dessa energia. E a principal delas é através da respiração. As técnicas respiratórias nos conferem essa carga extra de energia. Se realizadas com alguns dinamizadores então, o resultado é fabuloso e pode ser sentido já no momento da prática. É absolutamente revigorante. Faz uma diferença grande e a continuidade de execução pode significar um incremento bastante grande na sua capacidade energética e na sua qualidade de vida.

“As técnicas respiratórias nos conferem
essa carga extra de energia”.
 

Só para você ter uma ideia pare o que estiver fazendo agora e faça algumas inspirações profundas. Com vontade e vigor! Sentindo a energia entrando no seu corpo. Apenas fazendo isso, você já deve ter se sentido mais pleno. Imagine agora o que técnicas específicas podem desencadear?

 Mas, se você acha que as outras formas já vão te suprir tudo o que precisa, ótimo! Siga adiante! Bombeie para dentro do seu corpo mais energia; que será transformada em saúde, em força, em melhor desempenho, em mais disposição. Tudo o que a gente precisa quando queremos mudar alguma coisa em nossa vida!

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Precisamos de muito pouco. Será mesmo?

Um dia eu li em uma revista a experiência de uma repórter que escolheu 10 peças de roupas e decidiu passar 7 dias apenas com aquelas peças. Achei uma experiência muito interessante de se passar e decidi que um dia faria isso.

E foi o que fiz. Essa semana que passou foi assim: 10 peças, várias combinações e o aprendizado de que precisamos de muito pouco.

Roupas em um primeiro momento suprem uma necessidade básica, de segurança, com elas nos sentimos emocionalmente mais protegidos. Mas, elas se tornaram um recurso para suprir uma necessidade social, de status, ou seja, está intimamente ligada ao nosso ego. Queremos nos vestir bem, ter variedade, estar na moda, porque queremos reconhecimento, sermos bem aceitos. Ou seja, queremos alimentar o nosso ego.

Aqui cabe um parênteses. No Yôga o ego é muitas vezes visto como um inimigo. Precisamos sempre nos policiarmos para lapidá-lo, aparar as arestas, para que ele não se infle demais e isso comprometa a nossa lucidez, a clareza de percepção e acabe conduzindo a comportamentos indesejáveis. Mas, o ego bem cultivado pode ser nosso amigo. Pois ele conduz a uma autoestima elevada, ele nos dá motivação e trabalha a nosso favor para que estejamos sempre prontos, dispostos e com coragem. E o que é muito importante, nos impele a ação. Por isso, quando digo que é preciso cuidado com o excesso de ego, é preciso considerar estes pontos colocados.

Mas, voltando ao ponto, se excluirmos essa questão do ego, e nos educarmos a dar menos peso a ele e mais às nossas necessidades verdadeiras caminhamos para uma vida mais simples, mais sensível e menos complicada. Mais consciente.

Essa experiência vale para perceber exatamente isso: qual a nossa necessidade mais básica em se tratando de roupas. Ela foi feita com roupas, mas poderíamos fazer com qualquer outra coisa: alimentação, locomoção, etc. A ideia era perceber os impactos desta experiência em mim mesmo, no meu emocional principalmente. É claro que quanto mais importância damos a algo, mais falta esse algo nos fará. Por isso, nessa experiência é preciso olhar sob a ótica da necessidade pura, básica. Como temos acesso muito fácil a muitas coisas hoje em dia, sinto que é fácil nos confundirmos com aquilo que realmente precisamos, e também superestimar o valor de cada posse (no sentido mais básico, ou seja, qualquer coisa que seja nossa).

É uma reflexão sobre o verbo precisar. Na sua forma mais crua.

É claro que não vamos ser rígidos. Não é porque passei uma semana com 10 peças, que só preciso ter 40 peças. Mas, talvez não precise de 4 calças jeans. Sejamos razoáveis e não repressores.

É uma experiência de simplificação e com certeza vale a pena experimentar e colocar em prática. É mais uma tentativa em ampliar a nossa vivência, a nossa percepção daquilo que realmente nos importa. E com isso, retomando o que falei nos posts anteriores, economizar energia para o que importa. No mínimo, durante esta semana, não perdi tempo pensando em que roupa deveria colocar…

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Porque você precisa dizer tchau!

Desfaça-se de suas tralhas. Simplifique sua vida material.

Vou contar uma história: o meu avô tinha o hábito de coletar tudo o que ele encontrasse na rua que achava que poderia ter alguma utilidade: moedas, porcas, parafusos, etc e guardava tudo. Ele sempre dizia que um dia poderia precisar daquilo. Isso me lembra um provérbio: “Quem guarda tem, quem não guarda, pedir vem.” Já ouviu essa? Muitas vezes ele usava o que tinha pego, mas aposto que muitas mais ele não usou prá nada.

Pois é, essa é apenas uma pequena história, mas eu sinceramente acredito que a grande maioria de nós tem a tendência de acumular coisas. Temos mais roupas do que usamos, mais utensílios na cozinha do que necessitamos, mais objetos, mais móveis, mais papéis, mais livros do que conseguimos ler…

Para guardar tudo isso precisamos de mais espaço. Precisamos dedicar mais tempo para arrumar periodicamente, ou até para manter constantemente em ordem. No final, estamos direcionando não apenas tempo, mas também energia para manter todas as nossas tralhas em ordem. A menos que você seja daquelas pessoas que não se importam em ter suas coisas em uma organização mínima.

Eu não era e não sou assim. Quando estava procurando os “ralos” por onde minha energia estava escapando, percebi que um deles era em manter minha casa em ordem. Veja, tenho dois filhos ainda crianças, é difícil por isso manter a casa em ordem. Mas, pensei que deveria haver algo que eu pudesse fazer, além de todas as orientações a respeito de brinquedos e roupas pela casa, que eles precisavam guardar. Então descobri que parte do meu desgaste vinha em manter as coisas no lugar, enfeites cada um em seu canto, móveis nos lugares e limpos, gavetas organizadas, etc. Se eu não estava conseguindo manter tudo isso em ordem, e a desordem estava me incomodando (muito!), então uma solução me pareceu muito óbvia: eliminar as razões da desordem! E foi o que fiz: doei utensílios, livros, dvds; limpei gavetas e reduzi a quantidade de papéis, arquivando o essencial, me desfazendo ou digitalizando o que não usava frequentemente; vendi ou doei móveis, entre outras coisas, assim, eu não precisava me preocupar em mantê-los limpos e em ordem. Ou seja, foi um processo para simplificar a minha vida material.

É claro que o tempo todo eu pensava: mas e se eu precisar um dia? Isso aconteceu com um jogo de jantar, então decidi que se eu não o utilizasse mais de 4 vezes no ano, eu me desfaria dele e se algum dia eu precisasse, a solução era simples – alugar. E está fazendo 1 ano agora, e garante que não usei nem a metade das vezes. E após este ano, já preciso novamente fazer tudo de novo, pois como disse, temos uma tendência a acumular…

Sentimentos como esse vão surgir. E outros como arrependimento, ciúme, todos relacionados à posse. A possuir. Resista a eles. E simplifique a sua vida. Ninguém lida bem o tempo todo com a perda, e simplificarmos materialmente nossa vida está relacionado a nos desfazermos de muitas coisas, e por isso, sentimentos assim podem surgir. Você é o que você é e não o que você tem. E lembre-se, tudo isso vai ajudar muito a diminuir a tensão e energia que direcionamos para gerenciar nossos bens materiais, seja de qualquer valor ou tamanho.

Vá devagar. Escolha um cômodo de sua casa por vez, a cada final de semana ou a cada 15 dias, e nesse dia, promova aquela triagem super necessária, com a intenção verdadeira de diminuir, de ter menos. De ser mais. Talvez seja difícil, mas eu garanto que com o tempo torna-se mais fácil e você começará a valorizar o “ser” cada vez mais. Começará a trocar “o ter”, pelo “viver”, pela experiência. Eu diria que a colocar a importância no lugar certo. E de quebra, menos desgaste energético. Mais energia para direcionar para aquilo que realmente importa para você.

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Como você pode diminuir o seu gasto de energia para ter mais disposição.

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Já pensou que para ter mais disposição, é preciso diminuir o gasto de energia?

Porque ter mais disposição está ligado à mais energia. Desta forma obviamente é preciso agir sobre o escape de energia. Nesse aspecto,eu vejo dois pontos importantes para falar:

O primeiro deles é: quanto mais atividades distintas tivermos, mais nossa atenção estará distribuída, mais esforço dispendemos para gerenciar todas essas atividades e mais gasto de energia haverá, consequentemente. Se você for uma pessoa com tendência a controle, como eu sou, isso só se intensificará. Mais energia gasta, torna-se desafiador ter mais disposição.

Por isso, a primeira coisa é fazer essa avaliação, será que não estamos assumindo responsabilidades demais? Entendo que há duas possibilidades para resolver isso:

– Abrir mão de algumas responsabilidades atuais, dividindo-as com alguém e evitando assumir novas, aprendendo a dizer não.

Aprender a dizer não ou abrir mão está intimamente ligado a conhecer o que é essencial para nós mesmos. Uma vez que compreendemos isso, tomamos essas decisões e percebemos depois que não sentimos falta daquilo que abrimos mão. É como ensinar aos filhos a doar brinquedos. Várias vezes separei os brinquedos dos meus filhos para doar e os deixei guardados antes de doar; passam-se dias, semanas e eles não pedem pelos brinquedos, ou seja, não era essencial para eles. Conosco acontece a mesma coisa.

– A outra forma é delegar responsabilidades para quem está do seu lado, para auxiliares, parceiros, para as pessoas envolvidas.

Mesmo algumas atividades que pensamos ser a única pessoa que pode realizá-las, se pensarmos bem vamos descobrir alternativas de como delegá-las e nos desafogamos um pouco. Com o tempo percebemos que tudo bem não ser o responsável direto, e que as coisas continuam a funcionar da mesma forma, e a decisão só trouxe benefícios para nós.

O segundo ponto é sobre os nossos comportamentos perante as atividades. Enquanto o primeiro ponto se detém num aspecto quantitativo e muito objetivo, o segundo diz respeito às nossas emoções, quer dizer, qual o desgaste emocional que determinadas atividades nos impõe? Por que esse desgaste acontece? A causa está fora, é algo que nos desagrada e por isso provoca um impacto nas nossas emoções? Ou a causa está dentro de nós, nos colocando num padrão comportamental em que assumimos uma dinâmica estressante, e toda vez que temos que executar a mesma atividade ou nos deparamos com uma semelhante, nosso organismo automaticamente faz a associação e responde com o mesmo padrão comportamental e suas consequentes emoções?

Estamos agindo sem consciência, respondendo automaticamente a cada situação. Outras vezes estamos hipervalorizando determinadas atividades, situações que queremos que se desenrolem de uma forma exata e não percebemos que estamos exagerando e que não precisa ser assim. Nossas expectativas estão muito elevadas.

Enfim, o gasto energético administrando emoções é muito intenso. Pois é. Tudo bem, nós somos seres emocionais, então nós vamos continuar gastando energia com isso sim. Mas, talvez, possamos diminuir esse gasto, se começarmos a prestar atenção em onde estamos exagerando, onde estamos exigindo demais de nós mesmos. E o resultado será mais disposição.

Por tudo isso, é essencial diminuirmos aquilo que suga a nossa energia, principalmente se forem atividades que não são importantes para nós, não estão ligadas com a nossa essência. O urgente então, é descobrir isso!

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Como ter mais energia: Abra a torneira e feche o ralo

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Se você está procurando mais energia comece por aqui: Não desperdice.

Toda mudança requer clareza de qual é o ponto de partida, qual é o ponto de chegada e como o caminho de um ao outro será percorrido. Quais as ferramentas, qual a estratégia, como lidar com imprevistos, como lidar com os obstáculos. Uma vez com tudo isso definido precisamos nos preparar para a mudança. E quando digo isso, estou me referindo a preparar o seu corpo (físico, energético, emocional e mental), ou seja fazer o que for preciso para ter mais energia. Mas, antes mesmo de entrar em detalhes de como penso que isso pode ser feito, acho importante falar sobre uma fórmula muito simples e que é fundamental de ser analisada antes, pois caso contrário, tudo o que você fizer para abastecer o seu corpo, poderá se perder.

O raciocínio que você precisa ter é o seguinte: Eu preciso por mais energia no meu corpo e gastar de forma mais eficiente. Uma matemática muito simples. Mais energia, com menos gasto, é igual melhor performance. Nosso objetivo deveria ser sempre ter uma performance alta em tudo o que fazemos. E entenda por performance este conceito: uma execução melhor com menor gasto energético. Isso não significa que não se deve gastar energia. Não é nada disso. O que deve ser feito é gastar a energia necessária, sem excessos, de forma eficiente e com aquilo que vale a pena.

Isso quer dizer que o seu corpo precisa estar pleno de energia para enfrentar tudo o que vem pela frente, e que você precisa diminuir o gasto de energia com coisas que não são importantes e não vão te levar a alcançar o seu objetivo.

“Mais energia, com menos gasto, é igual a
melhor performance.”

Explicando de outra forma, precisamos ampliar a nossa captação de energia, abrir a “torneira”, e para isso existem muitas formas, algumas que para mim são muito presentes e funcionam sempre muito bem, que são técnicas específicas do Yôga e outras que não tem relação com esta filosofia e que talvez sejam um pouco individualizadas. Do outro lado, é preciso descobrir onde está o “ralo” por onde a sua energia escoa. Se isso não for descoberto, de nada adiantará abastecer o seu corpo, pois você sempre estará perdendo energia. É como se a torneira estivesse aberta e a água indo diretamente para o ralo, sem nenhum reservatório. E a ideia é acumular energia, portanto é preciso construir este reservatório.

Portanto, a dica é: descubra aquilo que te faz perder energia facilmente e feche esse “ralo”.

Pode ser que seja algo grande, que com certeza te dará mais trabalho, pode ser que sejam muitas pequenas coisas, e talvez mais fáceis de resolver, ou pode ser que você ainda tenha que descobrir o que é. E aí, segue outra dica: situações que consomem energia estão relacionadas a emoções ruins, por exemplo: através do desânimo com uma situação, na falta de vontade em realizar algo, ou pode ser que ela apareça através de uma explosão comportamental, devido ao stress provocado por uma situação. Se você identificar situações assim que são recorrentes, é bem possível que aí você tenha um “ralo”.

Então, que tal trabalhar nessa lição de casa? Descobrir o que mais consome a sua energia no seu dia a dia e num segundo momento listar o que pode ser feito para resolver esse problema, que alternativas você teria. Use a criatividade. Foque na resolução do problema.

Quer mais uma dica final? Simplifique sua vida. Mas, isso será assunto para o próximo post.

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