Category: Concentração e Estrutura Mental

Como construir a realidade que você quer

Entenda o que deixamos de fazer para alcançar objetivos.

A ideia de escrever sobre esse tema surgiu depois de um café com uma amiga, mãe como eu, enquanto falávamos sobre os desafios de ser mãe, as mudanças que acontecem em nossa vida, e como é difícil às vezes alcançar objetivos, conquistar algo que queremos.

A conversa nos levou num determinado momento à pergunta: o quanto eu realmente quero…mudar de emprego, fazer o meu negócio dar certo, vender o meu apartamento, me recolocar no mercado de trabalho, emagrecer, … não importa qual seja o seu objetivo que queira alcançar.

E por que essa resposta é tão importante? Porque é preciso separar a resposta racional da emocional. Racionalmente eu posso estar totalmente convencida das razões e do quanto a mudança é melhor para mim. Mas, e emocionalmente? E aí está o “pulo do gato”. O grande segredo.

O que faz com que algumas pessoas construam, atraiam para si mesmas a realidade tão desejada? Elas descobrem o que emocionalmente a mudança significa e o que as prendem à situação atual. Ao trabalhar essas questões, destravam os bloqueios que as impedem de alcançar os objetivos. Pois passam verdadeiramente a agir em prol do objetivo.

Enquanto não entendemos esses aspectos emocionais e o que nos prende à situação indesejada (desemprego, estar fora de forma, estar sem dinheiro, etc…), nos enganamos achando que queremos a mudança, mas na verdade não queremos, porque de fato queremos os benefícios que temos ao permanecer da situação. Entendem?

Para ficar bem claro, de um lado enxergamos os ganhos que teremos ao promover e conquistar a mudança que queremos. Do outro lado, nos deparamos com o que nos faz bem se permanecermos como estamos ou o que perderemos ao mudarmos.

Emocionalmente os ganhos atuais e as perdas futuras são mais fortes do que os ganhos futuros e isso faz com que esses “argumentos” emocionais se sobreponham em força e poder aos “argumentos” racionais dos ganhos futuros que imaginamos alcançar.

Isso porque de acordo com a física quântica tudo pode ser entendido como ondas de energia eletromagnéticas que vibram em frequências diferentes. Toda a matéria é formada dessas ondas vibracionais. E assim são os pensamentos e as emoções. A ciência já sabe hoje que os pensamentos emitem ondas com uma frequência que vai de 10 a 30 hertz…porém, quando temos presente emoções, as ondas emanadas vibram numa frequência muito, muito superior, às vezes até 6.000 hertz! Uma vibração tão alta, que além de ativar processos neurobiológicos e químicos em nosso corpo, produz uma conexão com o todo, atraindo para nós a realidade que queremos! Demais, não é?

Sendo assim, fica claro que entender racionalmente as razões e o que ganhamos ao conquistar nossos objetivos não é suficiente, porque são apenas pensamentos. É importante aliar a esses pensamentos, emoções positivas muito fortes e neutralizar as que estão ligadas aos ganhos atuais que não queremos nos desfazer, mas que é preciso. E a partir daí começamos a entender o processo de construir a nossa realidade, alcançar objetivos que tanto queremos.

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Olhos de turista

Você sabe o que são olhos de turista?

Estive recentemente na Chapada dos Veadeiros, e, à propósito, se você tiver a oportunidade de conhecer, não deixe de fazê-lo – e numa das caminhadas, estávamos passando por um campo de flores que pareciam estrelas caídas do céu…o guia passou sem parar, meus filhos também não deram bola, mas eu parei para fotografar e pude ver na expressão do guia, algo como “por que ela está fotografando essa flor sem graça?”. Naquele instante, meu marido percebeu e comentou sobre algo que realmente é essencial. O comentário dele foi mais ou menos assim: “A gente deixa de olhar para as coisas pequenas, porque nos acostumamos com elas, devíamos sempre olhar para tudo com olhos de turista.”

E isso é um fato! Depois eu fui perguntar para ele sobre isso, e ele me disse que havia lido em algum lugar, mas não se lembrava onde…e eu procurei, mas AINDA não encontrei.

Mas, isso realmente é muito verdadeiro.

Como um turista olha para qualquer coisa? Com encanto, com júbilo, procurando detalhes, com ânsia de captar tudo que o que está vendo pode oferecer e assim, armazenar com carinho cada lembrança. Esses são os olhos de turista.

E nós fazemos isso no nosso dia a dia? Muitas vezes, nem lembramos como chegamos até um lugar! Esquecemos o que comemos no dia anterior! Perguntamos o nome para uma pessoa em um instante e no próximo já esquecemos!

Mas, o ponto principal é que se olhássemos com esses olhos de turista para tudo a nossa volta teríamos muito a ganhar, olha só:

  • Ampliaríamos a nossa percepção da beleza, dando valor para pequenas coisas que vivemos no nosso dia e nem percebemos o quanto são importantes;
  • Como uma consequência à anterior, estaríamos muito mais presentes no nosso dia e no que estamos fazendo. Estando mais presente, a nossa noção relativa de tempo aumenta, quer dizer, vivemos mais o momento e temos a sensação de que o tempo demora mais para passar;
  •  Veríamos tudo com mais vitalidade, estímulo, como se estivéssemos mesmo vendo algo novo. E muitas vezes estaremos mesmo, porque como disse acima, nem percebemos o que vemos no caminho.

Por isso, que muitas pessoas gostam de andar a pé ao invés de carro, porque isso lhes dá esta oportunidade de observar o que há ao redor, com cuidado, atenção, com olhos de turista.

Ah! E porque isso tudo seria bom para mim? Porque amplia a sua capacidade de concentração, porque aumentam as emoções positivas em sua vida e isso gera mais felicidade, porque aumenta a qualidade de tudo o que você faz, a partir do momento que você está mais presente no momento, e com isso melhora a sua performance, porque você começará a desenvolver a habilidade de ser observadora, atenciosa, entre outras. Isso, só para começar!

E, além disso, tem muita, muita relação com contentamento, mas isso já é assunto para outro post! Eu gravei um vídeo falando sobre contentamento, então, se você é como eu que quer ir descobrindo cada vez mais, e ir se aprofundando,  para assistir ao vídeo clique aqui!

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O que acontece quando você começa a meditar

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E como fazer? Como meditar?

A imagem daquela pessoa sentada de pernas cruzadas, com os olhos fechados , mãos sobre os joelhos com as palmas para cima, pronunciando a palavra AUM é a que vem à mente da maioria das pessoas quando elas pensam em meditação. E talvez tenha vindo à sua mente também. Infelizmente essa visão estereotipada só contribui para reforçar uma imagem de que a pessoa que medita é esotérica, alienada, alternativa ou outros adjetivos incorretos.

Então, por favor, esqueça tudo isso! E se dê a chance de trocar essa imagem por uma nova.

Tudo bem que algumas coisas estão corretas: posição sentada e de pernas cruzadas, coluna ereta e olhos fechados. E acabou por aí! Meditação é ampliação da consciência. É nisso que a meditação irá culminar. Mas, você pode escolher muitas outras razões para praticar meditação.

Para que você comece a entender um pouco como é isso, vou descrever como esse processo se dá com a gente. Para entender como meditar.

Eu pratico meditação já há alguns bons anos, mas não meditação isoladamente, faço como uma parte integrante da minha rotina como praticante e instrutora do Yôga. O que não quer dizer que você deve fazer o mesmo. Essa é a minha escolha. Você fará a sua.

Ao se programar aprender como meditar, para realizar diariamente alguns minutos de meditação você primeiro de tudo está treinando disciplina, persistência e empenho. Porque meditação é treino. É um treinamento do corpo físico, do emocional e do mental. E, em especial no início, disciplina e empenho são extremamente necessários. Já que esse começo pode causar certa estranheza. Primeiro por ter que ficar imóvel – para isso o treinamento do corpo físico em superar dispersões físicas e emocionais é necessário e importante. Segundo que meditar exige da mente num primeiro momento, quer dizer, se esforçar para parar a mente de pensar pode cansar tanto quanto pensar demais. E nesse ponto, meditar é como começar a correr, é importante uma orientação e acompanhamento para que você comece a gostar de correr, assim como de meditar.

Assim que se colocar para meditar, as distrações começarão a surgir e muitas vezes nos deixamos ser levadas por elas. Mas, como toda prática, de novo é preciso dedicação, comprometimento e disciplina. Isso significa que para meditar você precisa querer. Você precisa fazer. E repetir. Repetir. Repetir.

Mas, de repente, o seu corpo começa a assimilar. Não há mais desconforto, há prazer. Não há mais vontade de terminar, há vontade de permanecer. Não há mais tanta dispersão, há concentração. A sensação produzida ao final de cada período diário de meditação é um estado de leveza, de plenitude, uma vontade de ficar mais.

Aqui cabe bem a explicação que dei aos meus filhos sobre a necessidade da meditação: pense que o seu corpo trabalha o tempo todo e quando chega a noite, ele descansa e começa a se recuperar. Muitos processos não param, mas de uma forma geral, a intensidade e a exigência é diminuída. Mas, a sua mente continua a trabalhar. A meditação é uma pausa para a mente. Por isso, é necessária e os efeitos são tão impressionantes. Eu imponho de forma gradativa e agradável para a mente uma diminuição da produção mental, das ondas mentais, provocando um estado de aquietamento, concentração e o consequente estado de meditação.

Comigo, chegou um momento em que comecei a perceber algumas mudanças, comportamentos diferentes no dia a dia, principalmente no que dizia respeito à concentração, foco, memória. Com a continuidade da prática diária, tornava-se mais simples e fácil selecionar aquilo que eu queria me concentrar e por quanto tempo queria me manter concentrada. Tudo começou com o aumento da concentração, mas através dela foi possível acessar outros caminhos: ampliei a percepção de mim mesma (dos meus corpos físico, emocional, mental), adquiri mais qualidade em tudo o que faço, já que estou mais presente no que estou fazendo, o que aumenta a duração relativa do tempo (enquanto as pessoas comentavam como o ano passava rápido, eu me lembrava dos meses anteriores e a minha sensação era de que eu tinha feito tanta coisa, vivido tantos momentos em muito pouco tempo), isso sem falar em ganhos de produtividade, organização, serenidade, que são decorrentes.

No final das contas, o mínimo que você ganha com a prática é:

– maior gestão sobre estresse e ansiedade;

– melhora da qualidade de vida;

– mais foco e concentração;

– maior presença no dia a dia;

– impacto em algumas funções cerebrais associadas à memória, aprendizagem e emoções.

Tudo bem que praticar meditação apenas para atingir esses efeitos é como você viajar para uma cidade como Paris, Nova Iorque, Madrid, Roma e ficar apenas curtindo a vista de dentro do taxi. É bom? Sim. Mas pode ser ainda melhor!

Ah! E, por favor, não pronuncie nunca AUM! O correto tanto na pronúncia como na escrita é ÔM! Ajude a corrigir este equívoco!

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Urgência. E se fosse a sua última chance de conquistar seu objetivo?

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Sacrifícios e senso de urgência!

Esse final de semana eu estava passeando na Avenida Paulista com a minha família. Você conhece lá? De domingo ela é fechada para o trânsito de carros e fica livre para pedestres, ciclistas, patinadores, skatistas, etc..

E também vira um grande palco para músicos, performistas, artistas plásticos, artesãos. Pessoas que expõem o seu trabalho ou sua arte num extenso palco ao ar livre.

Mas, é claro que muitos dos que estão lá procuram não apenas a oportunidade de expor o seu trabalho, mas de eventualmente serem abordados por alguém que queira patrociná-los e também para coletar o dinheiro que vai ajudar no seu sustento ou talvez, seja tudo o que terão.

O que me chamou a atenção foi que muitas das pessoas que estavam ali, deveriam se esforçar ao máximo, abrindo mão de uma série de coisas que preferiam estar fazendo para lutar pelo próprio sonho e fazer acontecer. E faziam isso, porque não viam alternativas.

Você, quando corre atrás do seu sonho, quando trabalha para realizar o seu objetivo, tem a mesma força de vontade, o mesmo empenho? Abre mão de coisas que gosta de fazer e que são valiosas para você? Quanto exatamente é o seu empenho? Do que exatamente você abre mão?

Tenho certeza de que a grande maioria se estivesse em uma situação de “vida ou morte”, de última chance para fazer algo dar certo, teria muito mais dedicação, disciplina, empenho e coragem.

A falta de opções ou a necessidade nos tira do comodismo. Faz com que tenhamos uma performance muito melhor do que numa situação confortável, em que sabemos que temos alternativas.

Isso não quer dizer que é o único fator que fará termos sucesso em nossos objetivos. De forma alguma, as variáveis são muitas. Porém, ele é um fator decisivo para alcançar o sucesso. Sem esta garra, essa motivação, essa entrega, fica mais difícil, ou talvez quase impossível alcançarmos nossas metas.

É o nosso 120%. É o sacrifício. É abrir mão de coisas que são valiosas. E é uma coisa a mais. É a presença de um sentimento, que ouvi pela primeira vez, com o sistematizador do SwáSthya Yôga: um senso de urgência!

Mesmo que não tenhamos urgência no que tivermos que fazer, sentir-se assim faz diferença e nos alça a patamares bem mais elevados de performance, de execução, de lucidez!

O senso de urgência presente nos coloca favoráveis a:

– Fazer o que tem que ser feito, sem rodeios, sem melindres, sem reclamações. Tem que fazer, levanta e faz. Pense menos e haja mais;

– Não deixar coisas para depois. Uma vez que entendemos o teor da tarefa, o impacto que terá no nosso objetivo, não dá para procrastinar, para deixar para depois;

– Enxergar a falta de tempo de outra forma. Se eu não quero abrir mão de algumas coisas para alcançar meu objetivo, então pode ser que eu não tenha mesmo tempo. Mas, à medida que o senso de urgência atua, percebemos que o tempo existe e é uma questão de prioridade e organização. O tempo é emocional.

E ainda, sabendo que não somos eternos nesta nossa vida terrena atual, quanto mais rápido nos colocarmos a realizar o que temos que fazer, melhor. Porque, a sensação de passagem do tempo é cada vez maior. Quanto mais velhos ficamos, mais rápido o tempo passa.

Então, porque deixar para depois? Tem que fazer logo!

E, ao refletir sobre esse tema, comecei a perceber que eu mesma, que me considero produtiva, organizada e administro bem minhas tarefas, usava a desculpa do tempo. Porque não queria abrir mão de algumas coisas que são valiosas para mim.

Eu abro mão de muitas coisas hoje, mas percebi que se quero alcançar os meus objetivos, realizar, sempre tem um esforço a mais.

E nesse ponto, quando ampliamos nossa consciência, começamos a perceber que podemos mais. Que há mais para ser feito. Que verdadeiramente não estamos em nosso 120% ou 130% ou 140%. Tem espaço para agirmos com mais urgência.

Tudo vai depender da sua vontade de realizar os seus sonhos.

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O que a meditação faz por mim

E pode fazer por você!

A princípio eu não queria falar sobre este tema aqui, pois já é um tema muito comentado, cheio de estereótipos e com muitas pessoas colocando conceitos e técnicas que não são autênticas, muitas vezes nem produzem resultados e só contribuem para tornar o tema  mais obscuro e polêmico.

Mas, quando penso na minha evolução até aqui, fica impossível não falar sobre isso e dizer: pratique.

Eu acredito na construção de hábitos. Todo processo de construção de um novo hábito não é fácil, causa estranheza no início, às vezes até indisposição, mas com o tempo ocorre a assimilação pelo organismo e o novo hábito torna-se natural e prazeroso. Com a meditação é o mesmo. Mas, para isso, é preciso prática, dedicação e disciplina. E antes de tudo, você precisa querer. Não há hábito que se construa sem intenção.

Após um tempo de prática e, infelizmente, não estou falando de dias, estou falando de meses, comecei a perceber que coisas começavam a acontecer: eu comecei a me comportar diferente no meu dia. Quanto mais eu praticava, diariamente, mais se tornava fácil selecionar no que eu queria me concentrar e por quanto tempo queria me manter concentrada. Posso dizer que o ponto de partida foi o aumento da concentração – já que este é o início da meditação. Porém, através dela foi possível acessar outros caminhos:

* ampliei a percepção de mim mesma (meus corpos físico, energético, emocional, mental);

 * adquiri mais qualidade em tudo o que faço, pois estou mais presente no que estou fazendo;

 * além de ganhos de produtividade, organização, serenidade, que são decorrentes.

Por isso, vale a pena!

Sei que o caminho ainda é longo, mas ele precisa ser começado em algum momento. E mesmo no início já é possível notar resultados impactantes no desempenho de diversas atividades.

Imagine que seja possível diminuir pelo menos um pouco do impacto que recebemos de um mundo altamente globalizado, conectado, multitarefas e com abundância de informação. Que consigamos focar em um pensamento, sem deixar que outros interfiram. Que nos sintamos mais capazes de nos concentrar em uma atividade. Que consigamos ampliar os momentos em que estarmos verdadeiramente presentes e que nos permitamos ouvir o outro, porque realmente nos interessamos pelo que ele tem a dizer. A meditação nos possibilita isso. E isso é só uma parte. É só uma das técnicas possíveis para aprimorar a nossa performance. Já vale a pena, não?

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Experimente estar 100% presente em tudo

 

Esforce-se para se concentrar no momento presente. Não no futuro, nem no passado.

No Yôga, durante toda a prática, mas especialmente nas técnicas corporais (porque eu sinto que é mais fácil ocorrer a dispersão) procuramos todo o tempo estar 100% presentes no que estamos fazendo. Diversos fatores promovem isso: a respiração, a concentração direcionada e a atitude interior. Um dos meus objetivos é trazer a prática cada vez mais para o meu dia a dia. Por isso procuro trazer esse conceito presente na minha vida, o conceito de estar 100% presente em tudo o que estou realizando, e é sobre isso esse texto.

É muito comum e provavelmente você já deve ter passado por experiências assim: quando estamos vivendo algo muito agradável o tempo voa, 4 horas parecem minutos e o oposto também é verdadeiro, a espera por alguém querido que está em um processo cirúrgico, fazem minutos parecerem horas. Isso porque quando algo é muito agradável tendemos a dispersar, a relaxar e não nos concentramos muito no que estamos vivendo. Ou seja, não estamos totalmente presentes. Além de às vezes, dividirmos a vivência do momento presente com pensamentos sobre o que temos que fazer, sobre o futuro, ou sobre o que nos aconteceu horas antes, dias antes, meses antes até.  O resultado disso é essa sensação de que o tempo passou e não percebemos. O tempo passa a ser flexível, ser relativo.

“Ouça mais as pessoas. Contemple o ambiente em
que você está. Sinta os aromas.
Use todos os seus sentidos em cada momento.”

E quando ao invés de ocorrer a expansão (como a que ocorre em momentos menos felizes) e só acontece a sensação de retração do tempo, muitas vezes, infelizmente, temos a percepção de que não vivemos. “Puxa! Como o seu filho cresceu? Cresceu mesmo, não é? Nem percebi, quando vi, ele já estava grande assim…”

Então, no meu ponto de vista, estar presente o tempo todo é fundamental. Não apenas para ampliar a sensação de “viver”, mas para viver mesmo. Usufruir de cada momento seja ele qual for. Estar atenta às reações do ambiente e das pessoas, estar atenta às reações que o seu corpo produz em cada situação. Ouvir mais as pessoas. Contemplar o ambiente em que você está. Sentir os aromas. Usar todos os seus sentidos em cada momento. Isso para mim é viver.

Ah! Mas você deve estar pensando: “ela faz isso o tempo inteiro?” Eu te respondo: não, ainda não. Como disse no início, ainda estou tentando trazer a minha prática para todas as 24 horas do meu dia. Mas, justamente porque faço em vários momentos e aumentando, é que percebo a diferença que isso representa e acho fundamental incluir esse comportamento na nossa vida.

A qualidade das suas atitudes para aumentar.  A qualidade das suas relações vai melhorar. A compreensão do seu interior vai ampliar. A sensação de vida presente vai amplificar. Experimente. Viva 100% presente.

Há um outro texto que aborda esse assunto sobre outro aspecto, vai lá conferir: pequenos momentos.

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