Category: Comportamentos e Habilidades (page 1 of 2)

Independência é importante para você?

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Independência X Dependência. Em que ponto estamos?

Já falei aqui sobre a importância que se sentir independente tem na vida de todos nós. Se você ainda não sente essa importância existe uma grande possibilidade de que você viva numa relação de dependência e ainda não experimentou nenhuma situação crítica em que pudesse perceber essa situação e as consequências negativas da dependência. Pode apostar.

Eu mesma vivi isso muitos anos, muitos mesmo, e só percebi o quanto eu era dependente (no meu caso emocionalmente) de minha mãe, quando ela se foi. E continuo um pouco até agora – 4 anos depois, tendo que lidar com as consequências e buscando conquistar a minha independência e me apropriar de mim mesma.

E foi quando percebi que eu estava tendo atitudes com os meu filhos que iriam levar à mesma dependência, que eu resolvi mudar meu comportamento com eles (isso já faz uns dois anos), para evitar essa situação.

Como a última coisa que eu queria era que eles passassem pelo mesmo que eu estava vivendo – e acredite, foi um período muito ruim, intenso negativamente e sofrido, decidi que precisava mudar algumas atitudes que desencorajavam a independência e outras que provocavam a dependência deles.

Então, meu convite  é esta reflexão: o quanto nós temos atitudes que incentivam uma relação de dependência? Isso pode acontecer com nossos filhos ou com outras pessoas com as quais temos relacionamentos próximos, pessoais ou profissionais.

Sempre que agimos com uma postura que caracteriza um “super funcionamento”, como falamos no coaching, de acordo com a psicologia positiva, isto é, estar em super funcionamento é assumir toda e qualquer responsabilidade, inclusive de coisas que não são nossas – estamos alimentando uma postura de sub funcionamento de outra pessoa, quer dizer, incentivando que o outro tenha um comportamento sem iniciativa, que sempre precisa de alguém para realizar algo, para tomar decisões, para agir. E isso não é nada bom, não é saudável, mesmo que façamos com uma intenção muito positiva de ajudar, que é normalmente o que nós mães fazemos.

Na verdade estamos tirando a possibilidade desta pessoa, de aprender com os próprios erros, de se desenvolver, de crescer, de descobrir o que ela realmente gosta, de aprender a decidir, a escolher, de se fortalecer emocionalmente, de se apropriar de si mesma e ser o seu principal sustento.

Particularmente no caso de mães (como eu), sinto que faz parte deste processo de incentivar a independência:

– falar não aos filhos;

– incentivar e permitir que o outro assuma as responsabilidades pelas suas atitudes;

– deixar o outro fazer as próprias escolhas, consciente das consequências por mais que isso possa nos parecer cruel ou sem carinho;

– permitir a livre expressão dos nossos filhos, sem julgamentos prévios;

– que eles aprendam a lidar com situações divergentes, negociando e buscando argumentos;

– incentivar a identificação e expressão de sentimentos.

Pois, na verdade agir desta forma é exatamente o contrário, é prova de amor pelo outro.

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Urgência. E se fosse a sua última chance de conquistar seu objetivo?

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Sacrifícios e senso de urgência!

Esse final de semana eu estava passeando na Avenida Paulista com a minha família. Você conhece lá? De domingo ela é fechada para o trânsito de carros e fica livre para pedestres, ciclistas, patinadores, skatistas, etc..

E também vira um grande palco para músicos, performistas, artistas plásticos, artesãos. Pessoas que expõem o seu trabalho ou sua arte num extenso palco ao ar livre.

Mas, é claro que muitos dos que estão lá procuram não apenas a oportunidade de expor o seu trabalho, mas de eventualmente serem abordados por alguém que queira patrociná-los e também para coletar o dinheiro que vai ajudar no seu sustento ou talvez, seja tudo o que terão.

O que me chamou a atenção foi que muitas das pessoas que estavam ali, deveriam se esforçar ao máximo, abrindo mão de uma série de coisas que preferiam estar fazendo para lutar pelo próprio sonho e fazer acontecer. E faziam isso, porque não viam alternativas.

Você, quando corre atrás do seu sonho, quando trabalha para realizar o seu objetivo, tem a mesma força de vontade, o mesmo empenho? Abre mão de coisas que gosta de fazer e que são valiosas para você? Quanto exatamente é o seu empenho? Do que exatamente você abre mão?

Tenho certeza de que a grande maioria se estivesse em uma situação de “vida ou morte”, de última chance para fazer algo dar certo, teria muito mais dedicação, disciplina, empenho e coragem.

A falta de opções ou a necessidade nos tira do comodismo. Faz com que tenhamos uma performance muito melhor do que numa situação confortável, em que sabemos que temos alternativas.

Isso não quer dizer que é o único fator que fará termos sucesso em nossos objetivos. De forma alguma, as variáveis são muitas. Porém, ele é um fator decisivo para alcançar o sucesso. Sem esta garra, essa motivação, essa entrega, fica mais difícil, ou talvez quase impossível alcançarmos nossas metas.

É o nosso 120%. É o sacrifício. É abrir mão de coisas que são valiosas. E é uma coisa a mais. É a presença de um sentimento, que ouvi pela primeira vez, com o sistematizador do SwáSthya Yôga: um senso de urgência!

Mesmo que não tenhamos urgência no que tivermos que fazer, sentir-se assim faz diferença e nos alça a patamares bem mais elevados de performance, de execução, de lucidez!

O senso de urgência presente nos coloca favoráveis a:

– Fazer o que tem que ser feito, sem rodeios, sem melindres, sem reclamações. Tem que fazer, levanta e faz. Pense menos e haja mais;

– Não deixar coisas para depois. Uma vez que entendemos o teor da tarefa, o impacto que terá no nosso objetivo, não dá para procrastinar, para deixar para depois;

– Enxergar a falta de tempo de outra forma. Se eu não quero abrir mão de algumas coisas para alcançar meu objetivo, então pode ser que eu não tenha mesmo tempo. Mas, à medida que o senso de urgência atua, percebemos que o tempo existe e é uma questão de prioridade e organização. O tempo é emocional.

E ainda, sabendo que não somos eternos nesta nossa vida terrena atual, quanto mais rápido nos colocarmos a realizar o que temos que fazer, melhor. Porque, a sensação de passagem do tempo é cada vez maior. Quanto mais velhos ficamos, mais rápido o tempo passa.

Então, porque deixar para depois? Tem que fazer logo!

E, ao refletir sobre esse tema, comecei a perceber que eu mesma, que me considero produtiva, organizada e administro bem minhas tarefas, usava a desculpa do tempo. Porque não queria abrir mão de algumas coisas que são valiosas para mim.

Eu abro mão de muitas coisas hoje, mas percebi que se quero alcançar os meus objetivos, realizar, sempre tem um esforço a mais.

E nesse ponto, quando ampliamos nossa consciência, começamos a perceber que podemos mais. Que há mais para ser feito. Que verdadeiramente não estamos em nosso 120% ou 130% ou 140%. Tem espaço para agirmos com mais urgência.

Tudo vai depender da sua vontade de realizar os seus sonhos.

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Seja caridoso com você – aprenda a exigir menos de você!

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Exigir menos de você é trocar a culpa pela responsabilidade!

Uma noite eu estava em uma palestra, na verdade algo bem informal, em que o palestrante falava sobre comportamento humano e ele começou a falar sobre caridade. E como, para que possamos ser caridosos com os outros, precisamos ser caridosos conosco primeiro e exigir menos. E foi bem interessante, pois aquela frase foi perfeita para mim. Como se diz por aí: “caiu como uma luva”. E o mais especial foi perceber que eu já tinha esse conceito na minha mente, de que não podemos nos culpar, temos que exigir menos de nós mesmos, mas nunca havia absorvido daquela forma e feito tão sentido para mim, quando aquela pessoa usou a palavra “caridosa”. Ser caridosa comigo mesma. Caridosa.

Caridade no dicionário quer dizer bondade, generosidade, compaixão. E por isso fez tanta diferença para mim. Se comparado aos conceitos anteriores como “não se culpar”, “não exigir demais de mim mesma”, “ser caridosa comigo mesma” é completamente diferente, emocionalmente falando. Quer dizer, é entender que erramos, que falhamos, que sentimos emoções que não queremos, que nos expressamos como não gostaríamos, mas apesar disso tudo nos perdoarmos por isso. É ser caridoso. É aceitar o erro. É exigir menos de nós mesmos. É termos compaixão por nós mesmos e seguirmos em frente, sem nos punirmos. Existe uma carga emocional positiva muito forte no perdão, na caridade, e ao trazer este conceito à tona trazemos para perto de nós esta possibilidade que é perfeitamente viável, a de sermos caridosos começando por nós mesmos, de nos perdoarmos.

Não sei você, mas eu sempre associei caridade com o outro, e quando a possibilidade de começar a exercer a caridade em nós mesmos me foi trazida, a sensação foi um misto de alívio, de aceitação e de recomeço. Pois na verdade é isso, a cada erro que nós cometemos, a cada deslize, ao invés de (aí sim) nos culparmos, nos chicotearmos, precisamos aplicar esse conceito de caridade, identificar o que não gostamos no nosso comportamento e recomeçar.  Alívio por perceber que existe uma possibilidade a mais além da culpa, que é a compaixão. Aceitação por entender que todos somos passíveis de erros e de termos comportamentos que não admitimos e negamos. Recomeço por colocarmos em prática o aprendizado e buscarmos chegar um pouquinho mais perto da forma como realmente queremos agir, da nossa essência.

É importante nesse processo percebermos que sermos caridosos conosco não significa que temos que aceitar os nossos erros e não procurarmos melhorar. Não significa que cometemos o mesmo erro seguidas vezes e não fazemos nada para que seja diferente, para que não se repita. Ser caridoso não é ser complacente com nossos erros. Ser caridoso tem a ver com perdão, com a aceitação, mas não se estende além desse ponto, pois se isso acontece não evoluímos. Evoluímos quando aprendemos a praticar a caridade, conosco e com os outros; mas evoluímos também quando buscamos nos aperfeiçoar, melhorar não apenas o nosso comportamento, mas trabalhar a raiz, a causa do comportamento que são as nossas emoções. E nesse caso específico, principalmente as emoções negativas que nos impulsionam a atitudes ruins, que tem como fonte emoções como ódio, culpa, medo, mágoa, frustração. Atitudes que queremos evitar, pois não queremos que nossos comportamentos sejam pautados por estas emoções.

Então, da próxima vez que fizer algo que te desagrade profundamente, ao invés de se culpar e de se boicotar, entenda que você foi sim o responsável pela atitude – e isso é fundamental, mas aceite-a como parte de você, pois todos temos um lado que não está coberto pela luz,  uma sombra, mas seja caridoso com você mesmo, perdoe-se pelo que aconteceu e imediatamente procure entender o que motivou a atitude para que possa transformar o comportamento através da emoção, e desta forma se aproximar cada vez mais do comportamento desejado. Aprenda a exigir menos de você.

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Desaprenda.

Artigo revisto em 26 de setembro de 2016

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Descubra suas crenças limitantes, destrua paradigmas.

Esse texto foi feito para o início de 2016, mas, para que esperarmos o início do ano para fazermos as mudanças que queremos, não é mesmo? Então, faça agora. E comece com esse conselho:

O fim do ano chegou e eu gostaria de falar uma coisa para vocês uma única coisa: desaprenda. Desejar que em 2016 você, todos nós possamos desaprender.

Se tem algo que pode nos trazer novos aprendizados, nos mostrar novas possibilidades e nos abrir oportunidades é desaprender.

Desaprender é quebrar aqueles paradigmas que aprendemos no decorrer de nossa vida. Que absorvemos da sociedade. Desaprender é descobrir as nossas crenças limitantes ou não e destruir aquelas que nos prejudicam. É construir crenças novas. É reaprender aquilo que nos faz bem, que nos impulsiona. E introjetar estas novas crenças. É reconstruirmos a nós mesmos, incorporando em nossas vidas convicções que nos farão evoluir como seres humanos, crescer e contribuir para o mundo de alguma forma. Fazer a diferença e fazer diferente.

E é isso o que desejo para você neste novo ano.

Esse final de semana estive com alguns amigos e uma pessoa que conheci aquele dia começou a falar a sua interpretação, segundo a astrologia, sobre o que significava a forma como os meus filhos nasceram. Nesse momento eu percebi que tinha uma certa tendência em acreditar “de cara” em algumas coisas que ouço, leio, etc, percebi isso porque agi assim quando ela estava explicando e percebi que era assim que eu absorvia algumas das minhas crenças erradas, impróprias. E nesse momento lembrei-me do axioma número 1, preconizado pelo sistematizador do Yôga antigo, linha que sigo, o SwáSthya: Não acredite. E é isso que peço, exercite isso. Não acredite imediatamente em tudo o que ouvir. Nem mesmo no que estou escrevendo agora. Escute, leia, pondere, averigue outras opiniões, veja se o que você está ouvindo ou lendo tem sintonia com você, antes de absorver o que quer que seja. E desaprenda aquilo que você absorveu e que não serve mais para você, que algum dia serviu mas que hoje não está te ajudando em nada.

Aproveite o momento atual, afinal todo começo de ano é um época em que fazemos um balanço da nossa vida, do que realizamos, do que gostaríamos de ter feito e não fizemos, e também é uma época em que fazemos as promessas de ano novo, não é?

Ano novo é renovação, é recomeço, como o encerramento de um ciclo e uma nova chance para tentarmos realizar aquilo que ficou pela metade. Também o que deixou de ser feito pela falta de dinheiro, de tempo, de força de vontade, de momento ideal, etc.. E isso nos traz motivação para alcançar nossos objetivos e fazer diferente.

Então, faça diferente. Faça diferença. Desaprenda.

Feliz 2016!

Se quiser ler mais sobre crenças limitantes, clique aqui.

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É sua responsabilidade!

autorresponsabilidade, metas, objetivos, karma, mindset, alta performance, qualidade de vidaE não dá mais para escapar disso, da autorresponsabilidade.

No Yôga seguimos um conceito que se chama karma, para nós do Yôga pré-clássico karma nada mais é do que uma lei universal, de ação e reação. Ou seja, tudo o que nos acontece na vida é uma consequência de uma atitude nossa. Nós tomamos decisões, agimos de determinadas formas, nos expressamos, interagimos, etc., temos atitudes que todo o tempo trará consequências, boas ou ruins, que nos levarão para um caminho ou outro. Mesmo que talvez no momento não tenhamos consciência do lugar ou ponto para o qual estamos indo ou de todas as consequências possíveis. Aproximamos-nos ou nos afastamos de determinados karmas de acordo com as nossas escolhas. E entender que nossas atitudes nos levam para onde queremos ou não, é ter autorresponsabilidade.

E isso é tão verdadeiro que me faz cada vez mais querer ampliar minha consciência para poder enxergar um pouquinho mais longe para onde minhas ações, pensamentos e emoções vão me levar.

Mas, sabendo disso: que nós somos responsáveis pelo caminho que trilhamos e pelas pedras e flores que estão nesse caminho, vejo alguns pensamentos que valem a pena serem transformados em ações:

  1. Assuma a responsabilidade pelas consequências. Pratique a autorresponsabilidade. Busque sempre entender qual foi ou é a sua participação na situação, pois ela existe – em geral é grande e está lá; ao invés de culpar o outro, o momento, a situação, a empresa, o clima, o trânsito, etc..

  2. Identifique a sua responsabilidade e o que pode fazer de diferente a respeito na próxima vez. Qual seria outra alternativa ou resposta que te daria um resultado diferente, e melhor?

  3. Se sabemos dessa implicação das nossas atitudes e escolhas, que tal tornar isso mais consciente, planejando o seu futuro? Sabendo o que você quer, você pode estabelecer suas metas e traçar o que precisa fazer para atingi-las e tomar decisões que evitem determinados karmas que você não quer para você.

  4. Você pode ir mais além. Defina como deve ser o seu comportamento para refletir o que você quer. Quais as características que tem que ter uma pessoa que hoje é o que você quer ser? Como você deve se comportar? O que você tem que falar? E mais ainda, como eu devo pensar? Qual é o mindset de uma pessoa que já alcançou o que você quer alcançar tem?

Tenho observado que esse é um dos principais pontos cegos das pessoas – a autorresponsabilidade, ou seja, temos dificuldade em perceber a nossa responsabilidade. Não conseguimos enxergar que nossas atitudes provocam reações nos outros que não gostamos ou então, que deixamos de tomar algumas ações e nos queixamos de não sermos atendidos em nossas expectativas. Ou quando não comunicamos determinadas necessidades e culpamos o outro por não atendê-las. Como ele iria saber, se não tornamos isso claro? Está compreendendo como isso funciona?

Existe um estudo que modelou os comportamentos, pensamentos de diversas pessoas bem sucedidas, e percebeu-se que existem 5 crenças que são comuns nessas pessoas que experimentaram grande prosperidade nas suas vidas. E uma delas diz respeito à responsabilidade: essas pessoas estão no controle de suas vidas e sabem que são responsáveis pelos seus resultados. Não culpam ninguém. Sempre trazem para si a responsabilidade. Isto é autorresponsabilidade.

E mudarmos a nossa forma de pensar sobre esse ponto, adotando esta crença trará consequências marcantes e extremamente positivas em nossos comportamentos. Que tal começarmos por aí, para irmos em direção a uma vida mais próspera?

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É hora de mudar?

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Como saber?

Todas as nossas atitudes acontecem por duas razões:

1. Para irmos em direção ao prazer. Para vivermos emoções que de alguma forma nos trazem felicidade. Que provocam sensações positivas.

2. Para evitarmos a dor. Para nos afastarmos de emoções que nos machucam, que nos causam sofrimento

Parece óbvio, não?

Muitas vezes vivemos situações ou temos atitudes que não gostamos. No caso das situações, se não fizermos nada para entender por que elas não nos agradam e procurarmos superar o desconforto que essas situações produzem em nós mesmos, iremos sempre evitar viver qualquer uma dessas situações, vamos evitar que elas se repitam. Como por exemplo, quando temos medo de falar em público. Se não fizermos nada para mudar ou desvendar esse medo, sempre vamos nos esquivar de situações de exposição, porque nos fará viver uma dor que não queremos passar.

No caso de comportamentos que temos e não gostamos, normalmente é quando agimos por impulso, e temos pouca consciência do momento exato em que “nos perdemos”, ou seja, começamos a agir de uma forma que para nós é inadequada, por conta provavelmente de um impulso emocional descontrolado. Se a atitude não nos agrada é porque durante ou após, ela provoca sensações, sentimentos ruins e que se traduzem em dores que não queremos sentir. Mas, por que tantas vezes é tão difícil mudar?

Primeiro porque a dor não é suficientemente grande. Se conseguimos lidar com essa emoção negativa quando ela ocorre, vamos continuar agindo do mesmo jeito, porque por mais que seja desagradável, as consequências são administráveis a curto prazo.

Quando chegamos em nosso limiar de dor, ou seja, naquele ponto em que dizemos “não aguento mais” – de verdade, é o ponto em que conseguimos modificar um comportamento ou sair de uma situação.

Se insistimos em agir do mesmo jeito, vamos começar verdadeiramente a nos machucar, a violar os nossos valores mais profundos e de fato vivenciar aquela dor insuportável que não queremos. E por mais que isso possa parecer uma situação que ninguém se colocaria, isso é muito mais comum do que imaginamos. Isso porque é preciso coragem para mudar, se desconstruir e começar novas associações, padrões mais felizes.

Precisamos chegar nesse ponto? Se você quer uma mudança duradoura sim. Nesse ponto temos clareza do que é preciso fazer, qual o novo padrão comportamental ou situações que queremos estar e o principal, temos motivação, ou seja, não viver novamente aquela dor insuportável. Mas, você não precisa viver a dor no seu limiar para saber que é a hora de mudar e promover a mudança, muitas vezes, conseguimos identificar, mas não temos coragem ou motivação. O que você precisa então é criar essa motivação , ou seja, uma essa alavanca que dará a motivação, trazer essa dor para próximo de você, como se ela fosse real, para que sirva de alavanca para a mudança. Então é como se você a estivesse vivendo, e isso terá força suficiente para fazer você sair da situação ou mudar o comportamento indesejado.

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Ouça mais.

Mente aberta é mente livre.

Você deve ter visto o título e pensado: Ah, tá! Já sei. Ela vai dizer que temos que aprender a ouvir mais, que temos uma boca e dois ouvidos, justamente para ouvir mais e blá, blá, blá, blá…

Tudo bem! O título realmente parece que é isso mesmo! Parece porque no final das contas, a atitude básica que temos que ter é essa mesma. Mas o que talvez você não tenha percebido é o que podemos ganhar com essa atitude.

O mais óbvio aqui é que ganhamos um incremento enorme na qualidade dos nossos relacionamentos. Claro! Porque se prestamos atenção ao que o outro está falando, estamos desenvolvendo o que chamamos de escuta ativa. Estamos atentos às palavras e à fisiologia da outra pessoa. Estabelecemos uma conexão – rapport. Geramos empatia. Ampliamos a nossa compreensão do que está sendo dito.  Passamos a conhecer mais o nosso interlocutor, o que ele pensa, o que ele sente. A lista pode ser longa, ein?

Leia mais …

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Eu amo São Paulo!

E sou leal a ela. Mas afinal, prá que ser leal?

Nesses dias pós-eleição me deparei com alguns acontecimentos que me deixaram triste e me fizeram refletir. Foi notável a troca de insultos que aconteceram nas redes sociais, principalmente no twitter entre os paulistas e moradores de outros estados. Palavras discriminatórias, rudes, xingamentos dos dois lados. Paulistas condenando as decisões dos nordestinos e esses (e de outros estados também) condenando os votos dos paulistas, expressivamente diferente do Brasil.

Isso me fez refletir. O meu sentimento ao ver isso foi primeiro de repulsa pelo tratamento feito entre pessoas de um mesmo país. Depois, eu me senti insultada por ser paulista e pelo amor que sinto por este estado e particularmente por esta cidade.

Eu não sou paulistana, nasci numa cidade chamada Poá, que fica a 70 km daqui, mas bem cedo vim morar nesta cidade. E sinto gratidão por este local que me acolheu, me recebeu ainda estudante, me possibilitou crescer profissionalmente, me trouxe amigos inestimáveis, me permitiu viver situações muito felizes. Como não ser grata a um local assim, que me encanta pela sua diversidade, pelas possibilidades, pela liberdade que oferece. É claro que tem problemas. Mas, não ficamos em um lugar apenas pelas coisas boas. Assim como não amamos uma pessoa apenas pelas suas qualidades.  Assim como não amamos uma pessoa apenas pelas suas qualidades.

Essa reflexão me fez trazer a tona conceitos como Fidelidade e Lealdade. Estes são preceitos éticos de reeducação comportamental que sustentamos no Yôga. E lealdade inquebrantável é uma das características do Yôga que pratico e leciono, o SwáSthya. Por isso, a reflexão neste tema é fundamental para mim.

É muito fácil sermos leais quando tudo vai bem. Somos leais a um amigo enquanto ele faz o que nos agrada? Somos leais a um político em quem acreditamos até que ele seja envolvido em um escândalo verdadeiro ou não? Somo leais a nossa cidade, mesmo que ela tenha problemas? Somo leais ao nosso país, mesmo quando ele perde a copa do mundo de forma lamentável e até vergonhosa? Ou retiramos todos, as bandeiras das janelas? E acusamos também o político? Desdenhamos da nossa cidade?

Lealdade é questão de princípio. Somos leais naquilo e em quem acreditamos. E devemos permanecer leais mesmo que existam determinados pontos que a princípio podem nos parecer que não nos são favoráveis. Como podemos ser leais a uma religião, por exemplo, se existem certas orientações e comportamentos que não acreditamos e preferimos dizer: “isto eles seguem, mas eu não sigo porque não concordo”. É aquele comportamento típico de adotar apenas o que é conveniente para si. Eu vou seguir a religião X até o ponto em que me for conveniente. Não vou me submeter a isso ou aquilo, não vou perder meu tempo num determinado dia para me dedicar a alguma atividade compromissadamente. Exemplos não faltam.

O fato é que essa volatilidade em que nos colocamos não assumindo definitivamente aquilo a que somos leal é muito prejudicial para o nosso desenvolvimento. Primeiro porque ficamos pulando de canoa em canoa (tudo bem se isso é porque ainda não encontramos aquilo que nos sustenta, mas e se essa mudança é motivada por insatisfações pontuais e discordância em pequenos pontos?). Amamos uma pessoa apenas pelas suas qualidades?

“Somos leais naquilo e em quem acreditamos.
E devemos permanecer leais mesmo que existam
determinados pontos que a princípio podem nos parecer
q
ue não nos são favoráveis.”

Hoje li uma frase interessante no linkedIn: “As pessoas deixam uma empresa por causa do chefe e não por causa da empresa.” É a mesma coisa, não existe lealdade à empresa, e particularmente neste caso, uma característica do ambiente em que você está, faz com que você o abandone por completo, ao invés de tentar contornar ou até mesmo mudá-lo. Estou sendo muito restrita aqui neste exemplo e sei que muitas outras variáveis podem interferir uma decisão como essa e não pretendo fechar a reflexão neste ponto como sendo verdade absoluta sempre. É apenas mais um exemplo possível.

O importante é perceber que quando não somos leais a aquilo em que acreditamos é como se perdêssemos consistência naquilo que somos. Não nos construímos. Não estamos sendo leais às nossas próprias convicções, não lutamos pelo que acreditamos e queremos. Deixamos de defender, colocamos de lado nossos princípios, nos deixamos levar por facilidades que o comodismo oferece, preferimos permanecer em nossa zona de conforto.

Levando isso para um aspecto muito prático, se não cultivamos esse sentimento, esse conceito em nossas vidas, como agiremos em momentos em que a lealdade é posta à prova? Como agiremos quando temos um projeto em que acreditamos e estamos tentando realizá-lo, se não exercitamos a lealdade a ele? Vamos desistir perante dificuldades ou opiniões contrárias ou vamos nos manter leais ao propósito inicial? Se nossa convicção não for forte o suficiente, as críticas alheias podem facilmente nos desestruturar e fazer com que percamos a nossa lealdade e motivação.

Exercite a lealdade. Em pequenas coisas. Depois em grandes coisas. Não ceda ao impulso de querer ajustes que vão proporcionar o seu maior conforto. Seja leal por princípio, não por conveniência.

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7 medidas fundamentais para você ser mais produtivo hoje.

Para de desejar que o seu dia tenha 30 horas e otimize as 24 que você já tem.

É muito comum não identificarmos em nós mesmos que estamos procrastinando e acharmos que não nos consideramos improdutivos. Você vai me dizer: “Eu, não! É claro que sou produtivo. Eu produzo muito.”

Ok. Eu também pensava assim. E realmente era, mas, essencialmente sob pressão. Frequentemente ouço a frase: “eu trabalho melhor sob pressão.”. Hoje, isso me parece coisa de louco. De verdade. Hoje, para mim, isso não é ser produtivo.

“Produtividade é otimizar o tempo, fazendo mais com menos energia
e trabalhar não apenas no que é urgente.”

Só cheguei a essa conclusão depois de me avaliar muito e entender que ser produtivo é otimizar o seu tempo, fazer as coisas acontecerem (em qualquer campo de sua vida e em todos!) com o gasto mínimo de energia, manter o foco e não trabalhar apenas naquilo que é importante e urgente.

Para conseguir implantar isso em minha vida, passei por um longo processo e ainda estou, pois nada é estático, e ainda bem que não é. Desse processo consigo destacar pontos que foram fundamentais: um deles é a inclusão de hábitos no meu dia que farão toda a diferença na organização e consequentemente na produtividade. Vamos a eles:

  • Tire tudo, mas tudo mesmo que tem a fazer da sua cabeça e registre em um lugar confiável. Quando mantemos as tarefas em nossa mente, ela vai entender que precisa nos lembrar do que tem que ser feito periodicamente, e normalmente em momentos que não podemos realizá-las. Então, essa informação fica ali pendente, ocupando espaço, como em um hardware. E isso só contribui para aumentar a sensação de stress, de estar sobrecarregado e é claro, é responsável pela perda de prazos e trabalharmos sempre no que é urgente.

  • Utilize ferramentas apropriadas para registrar essas tarefas: aplicativos no celular, gravadores de som, caderno, enfim, algo que favoreça a mobilidade, podendo ser acessado a qualquer hora e que você irá acessar regularmente, mas precisa ser algo que por estar lá registrado você sabe que não irá esquecer. De nada vale registrar, se você não trabalhar nessa lista depois, caminhando nas pendências.

  • Sempre temos pequenas tarefas que se encerram em uma única ação: agendar uma consulta, comprar algo, enviar um email, fazer uma ligação, por exemplo. Ao se lembrar de uma tarefa assim que vá ocupar de 2 a 5 minutos do seu tempo e puder realizá-la na hora, faça. Não postergue, otimize o seu tempo.

  • Pela manhã, resgate ou estabeleça a sua “missão” naquele dia, aquilo que precisa ser feito de qualquer jeito. Eleja no máximo duas tarefas, dependendo da complexidade. Não estabeleça metas que não vai conseguir cumprir, isso aumentará sua sensação de improdutividade e gerará frustração. Estabelecer uma ou duas missões e conseguir cumpri-las alimentará sua sensação de produtividade e satisfação.

  • Mantenha o foco. Ao estabelecer suas tarefas, sua “missão”, não se deixe levar por tarefas que seriam mais agradáveis, ou por aquilo que não foi programado e surgiu de última hora, analise se esta nova tarefa pode ser programada para amanhã. E coloque-a como sua missão de amanhã, se for importante. Além disso, há diversas técnicas que podem te ajudar a se concentrar melhor. Eu utilizo algumas diariamente. Treine isso.

  • Monte uma agenda organizando seu tempo em grandes grupos de cada setor de sua vida (trabalho, família, social, pessoal, enfim, como quiser). Assim você terá certeza de que reserva um tempo para tudo, e não deixe de realizar. Saber que está atuando em toda a sua vida, aumentará a sensação de satisfação, de realização e disposição. Atenção para não engessar ou ser flexível demais.

  • Priorize a execução das tarefas de acordo com recursos disponíveis: computador, internet, telefone, tempo, lápis e papel, até mesmo o seu nível de energia e disposição. Nem sempre estamos dispostos a realizar tarefas complexas e longas. Se não estiver trabalhando naquilo que é urgente, transferir para outro dia esta tarefa será possível e com certeza, realizar uma tarefa com mais disposição, com todo o seu potencial energético será muito mais produtivo e satisfatório.

Eu vivenciei cada um desses pontos e percebi comigo mesma o efeito e a melhora que cada um provoca, alguns foram frutos da própria experiência, da necessidade de adquirir mais organização em prol da produtividade e até mesmo ampliar a percepção do meu corpo para melhor aproveitamento energético, outros de leituras preciosas que forneceram dicas pontuais, dentre as quais algumas que aqui estão nesse texto (Leia Getting Things Done – David Allen) .

O mais importante: comece a implementar. Não espere estar pronto. Comece e vá ajustando, até chegar num modelo que considere interessante para aquele momento.

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Como aproveitar melhor as 24 horas do seu dia.

4 maneiras de otimizar o seu tempo!

Acredito que uma das primeiras coisas que deve passar pela cabeça de todos é como conseguir tempo para realizar tudo o que tenho contado aqui nos posts durante esse ano. De fato é uma preocupação válida, porque se você tem uma rotina bem inflexível, isso pode se tornar difícil. Mas, há como facilitar muito esse processo.

Mas, antes de falar como isso é possível, é importante lembrar alguns pontos:

Primeiro, aquilo que você quer mudar, realizar, conquistar precisa ser prioridade na sua vida. Você realmente tem que querer. Sem o desejo, não há comprometimento. Só tendo toda a certeza de que realmente você quer alcançar o que definiu é que você encontrará forças para buscar as soluções, ultrapassar os obstáculos, enxergar as oportunidades e ser comprometido. E lembre-se, querer algo é querer percorrer todo o caminho necessário para esta conquista.

Segundo, as coisas não são fáceis. Nós vemos o sucesso de algumas pessoas e as vemos no momento atual, não presenciamos todo o caminho percorrido, o quanto houve de dedicação, as dificuldades que elas passaram e como se superaram. Mas, sabemos que elas insistiram, buscaram alternativas, tiveram disciplina e paciência. Portanto, lembre-se de que para toda construção é necessária disciplina e regularidade.

E os dois pontos se entrelaçam, porque se você não tiver comprometimento, você não terá disciplina.

Quando falamos em tempo disponível há alguns elementos que precisam ser implantados: organização, foco, prioridades, processos. Veja algumas maneiras que podem ajudar a otimizar o tempo e a melhor administrá-lo:

  • Organize-se em uma agenda. Faça antes de tudo um grande panorama de como o seu dia é ocupado, até pequenas atividades. E procure visualizar em forma de percentual, quanto do seu tempo é dedicado para cada setor de sua vida. Lembre-se de suas prioridades, quais setores são mais importantes e verifique para quais você está dedicando menos tempo do que gostaria. Refaça a sua agenda do jeito que você gostaria que fosse respeitando, é claro, os compromissos que são inalteráveis. Aqui você poderá observar se está dedicando muito tempo para coisas que não são importantes para você. Se são atividades necessárias, busque alternativas para administrá-las melhor (por exemplo: atividades de administração da casa podem ser separadas um pouco por dia, você pode distribuir um pouco das atividades entre todos os que moram com você, estabelecer alguns processos, etc.).
    Você também perceberá que pode eliminar algumas atividades, por exemplo, simplificando a sua vida material – quanto menos coisas temos para arrumar, organizar, limpar, menos tempo é gasto com essas atividades.

  • Estabeleça prioridades. Dentro de cada setor que você separou em sua agenda, estabeleça quais as atividades que você tem para fazer por ordem de importância. Estabeleça prazos e se for preciso faça até um cronograma. Por exemplo: o que quer realizar na sua vida pessoal (com seus comportamentos, no seu corpo, na sua alimentação, etc.), defina o que é mais importante e em que ordem você irá implantar. Lembre-se que as mudanças que forem sendo feitas, precisam ser incorporadas dentro de uma rotina diária, com disciplina. Se precisar coloque lembretes pela casa para que os comportamentos e atividades se tornem hábitos.
    Ao estabelecer as prioridades, você começará a cortar atividades e as substituí-las por outras que estão mais de acordo com seus objetivos. Isso aumentará a sua satisfação com relação ao aproveitamento do seu tempo.

  • Tenha foco. Quando começar a realizar uma atividade, estabeleça um prazo para concluí-la e não disperse. Concentre-se nela até realizar o ponto que estabeleceu. Pense em quais as atividades te tiram do foco e elimine-as de sua agenda, você ficará surpreso na quantidade de coisas que nos distrai e toma o nosso tempo, sem gerar resultados. Avalie o que você precisa para ter mais foco: é o seu ambiente de trabalho? As ferramentas disponíveis influenciam? Ocorrem muitas interrupções? O horário que você definiu para a realização da atividade é o mais adequado? Avalie neste ponto, aspectos de energia disponível do seu corpo, assim como de estrutura disponível para o momento e interferências presentes.
    Resista a tentação de deixar para depois e mudar de atividade.

  • Produza mais, em menos tempo. Para isso acontecer é interessante avaliar alguns processos atuais e adotar um método de organização. Eu adotei em quase sua totalidade, o método GTD (Getting Things Done) e os resultados aparecem e uma melhora pode ser sentida de fato.
    A falta de organização impacta no stress. A quantidade de tarefas que temos para realizar sobrecarrega a mente e produz uma sensação de escassez de tempo e improdutividade. Quando você se organiza e começa a livrar a mente das atividades pendentes, essa sensação começa a diminuir e você não apenas se sente mais produtivo, como realmente se torna assim. Escrevi um artigo sobre isso em que coloco 7 medidas para você se tornar mais produtivo hoje – este artigo contempla algumas medidas que com certeza impactarão na melhor administração do seu tempo – se você está interessado em administrar melhor o seu tempo, recomendo fortemente que você o leia: clique aqui para ler.

Com a reestruturação de sua agenda, simplificação da vida, ajuste de processos, priorizações e colocando o foco no local certo, você sentirá uma melhora considerável na distribuição de suas atividades e na percepção de aproveitamento do tempo.

É importante lembrar que esse processo precisa ser repetido e reavaliado periodicamente, pois outras necessidades podem surgir, mudanças de prioridades, formas mais interessantes de organização e se o seu corpo ainda não tiver incorporado os novos comportamentos, ele pode voltar a agir de acordo com padrões antigos que estão mais automatizados e por isso, você precisará de um maior tempo para reeducá-lo para automatizar os novos padrões que você quer.

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