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Sensação do tempo voando, na correria do dia a dia?

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O tempo voando e nós: corremos automaticamente ou vivemos conscientemente?

E já estamos novamente no final do ano…eu poderia começar este texto como todo mundo te perguntando se você conquistou o que queria, se alcançou seus objetivos, se produziu, etc., etc., etc….mas, não vou…vou começar te perguntando assim: Você se sentiu ouvida e ouviu este ano?

Posso estar errada, mas acho que uma das piores sensações ao concluir um ciclo (e final de ano tem esse peso e esse significado, não é?) é a sensação de que o tempo passou e não o vivemos, não estivemos presentes de verdade, vivemos, mas não VIVEMOS! Contemplamos o tempo voando. Apenas fizemos as nossas tarefas, cumprimos os nossos deveres, cumprimos nossa jornada de trabalho e sim, nos divertimos em alguns momentos, passeamos, estivemos com amigos, mas…VIVEMOS?

Aqui cabe muito bem abrir um parênteses para trazer um trecho de um texto muito bacana de Eliane Brum:

“Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo.  E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E já percebemos que essa condição humana um corpo humano não aguenta. O corpo então virou um atrapalho, um apêndice incômodo, um não-dá-conta que adoece, fica ansioso, deprime, entra em pânico. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo. Pelo menos até conseguirmos nos livrar desse corpo que se tornou uma barreira. O problema é que o corpo não é um outro, o corpo é o que chamamos de eu. O corpo não é limite, mas a própria condição. O corpo é.”

Mas, voltando…Não há como ter uma resposta positiva para esta pergunta (estamos VIVENDO?) se não nos conhecermos profundamente, se não mergulharmos em nós mesmos, nos conectarmos com a nossa essência, com o que realmente importa para nós; mas a resposta negativa é fácil de obter, e para mim um dos sinais é a falta de presença no que fazemos cotidianamente, falta que podemos perceber quando:

* Primeiro pela sensação do tempo passar muito rápido, do tempo voando;

* Segundo pela sensação de vazio que fica ao final de um ano e a vontade de ter podido fazer mais;

* E por último pela percepção de não termos sido ouvidos, o que gera a contraparte: soubemos ouvir o outro? A nós mesmos? Ao universo?

Mas, então apenas nos apercebermos deste fato, trazermos para consciência e está feito? A minha natureza mental de ser humano, me obriga a pensar e buscar respostas e atitudes a serem tomadas, para se fazer algo a respeito, para mudar esta situação e virar o jogo. Então, imagino que o que você esteja esperando seja isso, uma lista agora de “X formas” de melhorar esta questão.

Coinscidências ou não à parte, recentemente publiquei um post no meu instagram com os seguintes dizeres: “ PRECISAMOS URGENTEMENTE NÃO FAZER ALGO À RESPEITO DE TUDO” (quer conferir vai lá: https://www.instagram.com/p/BbxrWRGHOZu/?taken-by=fabianaaparicio)

Então, se você quiser você pode buscar ações práticas para essa questão, se ela te motivou o suficiente. De hoje, até pelo menos o final do ano eu vou fazer o seguinte:

Primeiro respirar. Segundo ouvir. Falar menos, muito menos e ouvir. Depois, procurar estar presente cada segundo que vivo. Perceber as minhas sensações naquele momento, em busca de uma conexão com a minha essência. E não fazer mais nada.

Vou focar muito em ouvir, fazer a minha parte.

Se ainda assim, você estiver pensando em como colocar tudo isso em prática e diminuir essa sensação do tempo voando, tenho algumas dicas que pode ajudar:

1. Procure uma atividade para entrar em contato com você mesmo, para acalmar a mente, para estar em maior contato com estímulos internos do que externos, por exemplo a prática de meditação ou Yôga, que faz parte da minha vida e por isso, posso indicar tranquilamente (se quiser ler mais sobre meditação, clique aqui);

2. Procure incluir em sua vida atividades que te dão prazer e que você faz por escolha, exclusivamente porque quer, por prazer;

3. Alimente e provoque emoções positivas em sua vida (tenho um artigo sobre isso, leia clicando aqui, se quiser);

4. Procure descobrir por onde a sua energia escoa. Todos temos formas de captar energia, mas também temos os nossos “ralos”, que é por onde perdemos energia, descubra os seus. (quer ler mais, clique aqui para acessar o meu artigo);

5. Para estar mais presente, trabalhe os sentidos: quando estiver comendo sinta o sabor do alimento, separe um tempo para ouvir música e faça apenas isso, ao esperar alguém em qualquer lugar contemple o espaço ao seu redor, observe o entorno, a movimentação; estes são alguns exemplos para exercitar a presença.

 

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Independência é importante para você?

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Independência X Dependência. Em que ponto estamos?

Já falei aqui sobre a importância que se sentir independente tem na vida de todos nós. Se você ainda não sente essa importância existe uma grande possibilidade de que você viva numa relação de dependência e ainda não experimentou nenhuma situação crítica em que pudesse perceber essa situação e as consequências negativas da dependência. Pode apostar.

Eu mesma vivi isso muitos anos, muitos mesmo, e só percebi o quanto eu era dependente (no meu caso emocionalmente) de minha mãe, quando ela se foi. E continuo um pouco até agora – 4 anos depois, tendo que lidar com as consequências e buscando conquistar a minha independência e me apropriar de mim mesma.

E foi quando percebi que eu estava tendo atitudes com os meu filhos que iriam levar à mesma dependência, que eu resolvi mudar meu comportamento com eles (isso já faz uns dois anos), para evitar essa situação.

Como a última coisa que eu queria era que eles passassem pelo mesmo que eu estava vivendo – e acredite, foi um período muito ruim, intenso negativamente e sofrido, decidi que precisava mudar algumas atitudes que desencorajavam a independência e outras que provocavam a dependência deles.

Então, meu convite  é esta reflexão: o quanto nós temos atitudes que incentivam uma relação de dependência? Isso pode acontecer com nossos filhos ou com outras pessoas com as quais temos relacionamentos próximos, pessoais ou profissionais.

Sempre que agimos com uma postura que caracteriza um “super funcionamento”, como falamos no coaching, de acordo com a psicologia positiva, isto é, estar em super funcionamento é assumir toda e qualquer responsabilidade, inclusive de coisas que não são nossas – estamos alimentando uma postura de sub funcionamento de outra pessoa, quer dizer, incentivando que o outro tenha um comportamento sem iniciativa, que sempre precisa de alguém para realizar algo, para tomar decisões, para agir. E isso não é nada bom, não é saudável, mesmo que façamos com uma intenção muito positiva de ajudar, que é normalmente o que nós mães fazemos.

Na verdade estamos tirando a possibilidade desta pessoa, de aprender com os próprios erros, de se desenvolver, de crescer, de descobrir o que ela realmente gosta, de aprender a decidir, a escolher, de se fortalecer emocionalmente, de se apropriar de si mesma e ser o seu principal sustento.

Particularmente no caso de mães (como eu), sinto que faz parte deste processo de incentivar a independência:

– falar não aos filhos;

– incentivar e permitir que o outro assuma as responsabilidades pelas suas atitudes;

– deixar o outro fazer as próprias escolhas, consciente das consequências por mais que isso possa nos parecer cruel ou sem carinho;

– permitir a livre expressão dos nossos filhos, sem julgamentos prévios;

– que eles aprendam a lidar com situações divergentes, negociando e buscando argumentos;

– incentivar a identificação e expressão de sentimentos.

Pois, na verdade agir desta forma é exatamente o contrário, é prova de amor pelo outro.

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Como construir a realidade que você quer

Entenda o que deixamos de fazer para alcançar objetivos.

A ideia de escrever sobre esse tema surgiu depois de um café com uma amiga, mãe como eu, enquanto falávamos sobre os desafios de ser mãe, as mudanças que acontecem em nossa vida, e como é difícil às vezes alcançar objetivos, conquistar algo que queremos.

A conversa nos levou num determinado momento à pergunta: o quanto eu realmente quero…mudar de emprego, fazer o meu negócio dar certo, vender o meu apartamento, me recolocar no mercado de trabalho, emagrecer, … não importa qual seja o seu objetivo que queira alcançar.

E por que essa resposta é tão importante? Porque é preciso separar a resposta racional da emocional. Racionalmente eu posso estar totalmente convencida das razões e do quanto a mudança é melhor para mim. Mas, e emocionalmente? E aí está o “pulo do gato”. O grande segredo.

O que faz com que algumas pessoas construam, atraiam para si mesmas a realidade tão desejada? Elas descobrem o que emocionalmente a mudança significa e o que as prendem à situação atual. Ao trabalhar essas questões, destravam os bloqueios que as impedem de alcançar os objetivos. Pois passam verdadeiramente a agir em prol do objetivo.

Enquanto não entendemos esses aspectos emocionais e o que nos prende à situação indesejada (desemprego, estar fora de forma, estar sem dinheiro, etc…), nos enganamos achando que queremos a mudança, mas na verdade não queremos, porque de fato queremos os benefícios que temos ao permanecer da situação. Entendem?

Para ficar bem claro, de um lado enxergamos os ganhos que teremos ao promover e conquistar a mudança que queremos. Do outro lado, nos deparamos com o que nos faz bem se permanecermos como estamos ou o que perderemos ao mudarmos.

Emocionalmente os ganhos atuais e as perdas futuras são mais fortes do que os ganhos futuros e isso faz com que esses “argumentos” emocionais se sobreponham em força e poder aos “argumentos” racionais dos ganhos futuros que imaginamos alcançar.

Isso porque de acordo com a física quântica tudo pode ser entendido como ondas de energia eletromagnéticas que vibram em frequências diferentes. Toda a matéria é formada dessas ondas vibracionais. E assim são os pensamentos e as emoções. A ciência já sabe hoje que os pensamentos emitem ondas com uma frequência que vai de 10 a 30 hertz…porém, quando temos presente emoções, as ondas emanadas vibram numa frequência muito, muito superior, às vezes até 6.000 hertz! Uma vibração tão alta, que além de ativar processos neurobiológicos e químicos em nosso corpo, produz uma conexão com o todo, atraindo para nós a realidade que queremos! Demais, não é?

Sendo assim, fica claro que entender racionalmente as razões e o que ganhamos ao conquistar nossos objetivos não é suficiente, porque são apenas pensamentos. É importante aliar a esses pensamentos, emoções positivas muito fortes e neutralizar as que estão ligadas aos ganhos atuais que não queremos nos desfazer, mas que é preciso. E a partir daí começamos a entender o processo de construir a nossa realidade, alcançar objetivos que tanto queremos.

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E aí? Vai dar conta de tudo?

O que você diz para você mesma quando pensa se vai dar conta de tudo o que tem para fazer?

Eu gosto de escrever sobre minhas experiências, meus insights e, principalmente, sobre as reflexões e atitudes práticas que funcionaram para mim…e hoje, a reflexão presente é: “Cansei de dar conta de tudo!”

Quando penso sobre esse tema duas coisas me vem a mente:

Primeiro, que o ímpeto de ter que dar conta de tudo está ligado à uma necessidade de perfeição. De sermos “mulheres maravilha”. A mãe perfeita. A profissional excepcional. A amante sempre presente e disposta. A filha, a amiga, etc., perfeitas!

E por mais que saibamos racionalmente que perfeição não existe, continuamos buscando essa tal mulher ideal e fazendo malabarismos gigantescos para dar conta de tudo! E, como você já deve ter concluído (e vivenciado!) isso não vai acontecer NUNCA e, então, nos frustramos e nos sentimos culpadas por não dar conta…daquilo que não tinha como ser dado conta…e em muitos casos, nem deveria…

Então, a primeira coisa que temos que fazer é nos livrarmos dessa busca pela perfeição. Trocar a perfeição pelo possível e em alguns casos, pelo necessário, ou o desejável. Porque, muitas vezes, aquilo além do necessário é prejudicial ao outro, impedindo-o de crescer. E desejável sim, porque não podemos nos esquecer daquilo que realmente desejamos fazer e incontáveis vezes abrimos mão ou nos colocamos a fazer para agradar o outro.

Não é fácil, mas é simples. Substitua a necessidade de ser perfeita, por ser humana e feliz.

Segundo, é que quando nos colocamos numa posição de dar conta, não nos damos escolha. Minamos a nossa capacidade de escolher o que deve ser feito, o que temos vontade de fazer, o que desejamos. Tudo é substituído pelo que tem que ser feito, flutuando no limiar da obrigação, sob pena de culpa e de ruir a imagem que teimamos em construir.

Podemos até escolher fazer determinadas tarefas em detrimento do que desejamos, mas será uma escolha, não um imperativo, uma ordem. E isso é completamente diferente, percebe?

E, é claro, que escolher não dar conta de tudo implicará em perdas, principalmente na questão de imagem, mas aos poucos nos acostumamos com essa condição “terrena” e vamos lidando melhor com as consequências das escolhas.

A culpa começa a se dissolver e a possibilidade de se viver no presente aquilo que antes sempre adiávamos sob o discurso de: “Quando eu estiver estável financeiramente, eu vou…”, “Quando eu tiver mais tempo, eu vou…”, etc., fará com que haja muito mais satisfação, mais do que suficiente para superar a culpa de ter deixado naquele dia a sala bagunçada, os emails sem responder, a lição do filho sem ser checada…

Viva e deixe viver!

 

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Mire no impossível!

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Meta impossível. Será mesmo?

Eu já tinha ouvido muitas frases e pensamentos a respeito de fazer o impossível, que ao não saber que era impossível fez, etc….Mas, até esta semana não tinha pensado desta forma, que vou contar agora…

“Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez!” – Jean Cocteau

Mas, e quando temos quase certeza que é mesmo impossível? Determinadas coisas isso é um fato. Outras, a nossa mente pode nos limitar e nos induzir a pensar que é impossível. E só o fato de pensarmos assim, já pode transformar aquilo em impossível mesmo!

Por isso, a citação no início faz sentido. Porque não tem interferência da mente nos limitando. E, de fato, muitas coisas são consideradas impossíveis até que alguém as realiza, cria, constrói, descobre…

Então, a pergunta neste ponto é: o que fazer para neutralizar a mente?

E minha resposta é: nós não neutralizamos a mente. Ela vai continuar a funcionar como ela sempre funciona. O que fazemos é aprender a lidar com a situação e com os pensamentos que a mente produz, e, desta forma, produzir respostas diferentes.

Então, foi justamente aí que surgiu o insight. Eu não preciso insistir em olhar para um resultado que eu queira alcançar como sendo possível e minha mente me mostrando o tempo todo como ele é impossível. Isso será sempre uma briga e um tormento. Mas, independente do que a minha mente diz, eu posso sim, mirar o impossível! Eu posso sim estabelecer o impossível, ou que a minha mente julga ser, como meu objetivo.

Ao fazer isso, o meu esforço para alcança-lo será grande o bastante para garantir no mínimo tudo o que for possível. E quem sabe, aquilo que eu julgava inatingível? Mas, o mínimo acima, eu vou ter.

Pois sabemos que existem muitos fatores que vão nos empurrar para baixo, que vão nos desanimar, atrapalhar, enfim…e no final, fazer com que alcancemos menos do que imaginávamos. Conclusão: se estabelecemos como resultado desejado o possível, as chances de alcançarmos algo menor do que o possível são grandes, bem grandes.

Procure o impossível e estará muito mais próximo do resultado que quer ter. Mire o possível e seu resultado será menor do que o que poderia ser.

Resumindo, estabeleça metas que você mesmo olhe e fale: “isso me parece impossível!”, “estou louco!” e aja, tome decisões para alcançá-las mesmo assim. Mesmo que sua mente diga “Isso é impossível!”, mesmo que outros digam “Isso não é possível!”. Só o futuro vai dizer quem estava certo.

 

Quer lidar melhor com as emoções?

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Olhe para o seu interior, são suas emoções.

Tenho caminhado ultimamente numa seara mais profunda, colocando muito foco em perceber minhas emoções e trabalhar para gerenciá-las cada vez mais e melhor. Acho que gerenciar não é a palavra…Entender, viver e dissipar é mais preciso.
Toda emoção que nasce é um produto nosso. Por mais que pensemos e atribuamos a causa estando fora de nós mesmos, a origem continua sendo interna. Eu não posso jogar a responsabilidade de um mal estar em mim, no outro. Muito menos culpá-lo. Isso não me ajudará a lidar melhor com as emoções.
 Quando alguma pessoa ou situação provoca em mim uma determinada emoção, e aí falemos de emoções que nos causam mal estar, porque as que causam bem estar não nos incomodam obviamente, e nem provocam reações que não gostamos ou que prejudicam o outro – esta emoção não tem nada a ver com o outro. É minha. É a minha visão de mundo, os meus filtros, minha interpretação que a provocou, o resto são só elementos do contexto.
Sendo assim, não faz o mínimo sentido eu dizer que “aquela me pessoa me irrita”, ou “estou assim, porque ele agiu de tal forma”, etc. Percebe? Qual o segredo para começar a lidar melhor com as emoções então?
Se eu coloco as coisas nesse patamar, torna-se muito mais simples olhar para a emoção e dizer: “cara, não viaja. É apenas produto da sua interpretação…disso, daquilo, daquilo outro…” E então, eu me permito sentí-la, e deixar com que se vá, da mesma maneira que veio. Entender, sentir e dissipar.
E quando eu paro de culpar o outro ou a situação, parece até que a emoção perde um pouco do peso, porque ao perceber que eu sou a única responsável, vou ainda mais fundo. Percebo que querer me colocar de vítima (porque é isso que fazemos quando colocamos a culpa no outro, assim como quando enfatizamos demais as NOSSAS emoções) é mais uma armadilha de um ego hipertrofiado.
E isso não me interessa em nada. Só me atrapalha. Só me engana. Só me impede de evoluir e de ter um relacionamento mais verdadeiro, transparente e espontâneo com o outro, independente de quem seja.
Se quiser “gerenciar” melhor às emoções, treine isso. Se colocarmos a ‘culpa’ no outro como sendo o responsável pela nossa emoção, tendemos a descontar no outro, o que se reflete em ações indesejadas, ou se não em ações, pelo menos em sentimentos que nos causam ainda mais mal estar.
Olhando pelo outro prisma, como eu sendo a origem do que sinto, não existe necessidade de descontar no outro, portanto, os comportamentos podem ser outros, de uma forma muito mais fluida, mais viva, mais natural. Sacou?
Vai ficar mais fácil lidar melhor com as emoções. Com as suas emoções. Que nascem e morrem em você.

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Olhos de turista

Você sabe o que são olhos de turista?

Estive recentemente na Chapada dos Veadeiros, e, à propósito, se você tiver a oportunidade de conhecer, não deixe de fazê-lo – e numa das caminhadas, estávamos passando por um campo de flores que pareciam estrelas caídas do céu…o guia passou sem parar, meus filhos também não deram bola, mas eu parei para fotografar e pude ver na expressão do guia, algo como “por que ela está fotografando essa flor sem graça?”. Naquele instante, meu marido percebeu e comentou sobre algo que realmente é essencial. O comentário dele foi mais ou menos assim: “A gente deixa de olhar para as coisas pequenas, porque nos acostumamos com elas, devíamos sempre olhar para tudo com olhos de turista.”

E isso é um fato! Depois eu fui perguntar para ele sobre isso, e ele me disse que havia lido em algum lugar, mas não se lembrava onde…e eu procurei, mas AINDA não encontrei.

Mas, isso realmente é muito verdadeiro.

Como um turista olha para qualquer coisa? Com encanto, com júbilo, procurando detalhes, com ânsia de captar tudo que o que está vendo pode oferecer e assim, armazenar com carinho cada lembrança. Esses são os olhos de turista.

E nós fazemos isso no nosso dia a dia? Muitas vezes, nem lembramos como chegamos até um lugar! Esquecemos o que comemos no dia anterior! Perguntamos o nome para uma pessoa em um instante e no próximo já esquecemos!

Mas, o ponto principal é que se olhássemos com esses olhos de turista para tudo a nossa volta teríamos muito a ganhar, olha só:

  • Ampliaríamos a nossa percepção da beleza, dando valor para pequenas coisas que vivemos no nosso dia e nem percebemos o quanto são importantes;
  • Como uma consequência à anterior, estaríamos muito mais presentes no nosso dia e no que estamos fazendo. Estando mais presente, a nossa noção relativa de tempo aumenta, quer dizer, vivemos mais o momento e temos a sensação de que o tempo demora mais para passar;
  •  Veríamos tudo com mais vitalidade, estímulo, como se estivéssemos mesmo vendo algo novo. E muitas vezes estaremos mesmo, porque como disse acima, nem percebemos o que vemos no caminho.

Por isso, que muitas pessoas gostam de andar a pé ao invés de carro, porque isso lhes dá esta oportunidade de observar o que há ao redor, com cuidado, atenção, com olhos de turista.

Ah! E porque isso tudo seria bom para mim? Porque amplia a sua capacidade de concentração, porque aumentam as emoções positivas em sua vida e isso gera mais felicidade, porque aumenta a qualidade de tudo o que você faz, a partir do momento que você está mais presente no momento, e com isso melhora a sua performance, porque você começará a desenvolver a habilidade de ser observadora, atenciosa, entre outras. Isso, só para começar!

E, além disso, tem muita, muita relação com contentamento, mas isso já é assunto para outro post! Eu gravei um vídeo falando sobre contentamento, então, se você é como eu que quer ir descobrindo cada vez mais, e ir se aprofundando,  para assistir ao vídeo clique aqui!

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Por que algumas situações se repetem em sua vida e como evitar isso

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Entenda a atuação dos padrões nas situações que se repetem

Você já pensou o quanto a gente se prende em padrões? Padrões de todos os tipos: de comportamentos, de fala, de atitudes, de relacionamentos, de respostas, de pensamentos até…

E o pior é que fazemos isso sem perceber e depois não entendemos por que as coisas se repetem. Por que sempre temos os mesmos resultados. Por que sempre acabamos numa mesma situação. Por que determinadas situações se repetem.

Einstein dizia: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.”.

Só que para começarmos a mudar, a fazer diferente, temos primeiro que perceber, que tomar consciência do que estamos repetindo. E isso, nem sempre é fácil. Mas, é necessário e é o primeiro passo. Para alcançar isso, você pode trabalhar de formas diferentes…há quem escolha uma terapia, há quem prefira reflexões e atenção plena ao comportamento, há quem goste de conversas com um amigo “cabeça” que tem uma percepção mais apurada e pode ajudar a esclarecer, enfim, há várias formas de tornar isso consciente.

Mas, há também uma forma muito prática, que ao invés de começar pela causa, pelo entendimento, começa pela consequência. E qual é a consequência? O comportamento. E como isso acontece? Fazendo diferente. Sem pensar no que fazemos normalmente, mas pensando em simplesmente fazer diferente.

Por exemplo, se você sempre vai até algum lugar usando o mesmo caminho, use outro. Se você sempre toma a mesma coisa de café da manhã, faça escolhas diferentes, se você sempre age de acordo com uma rotina específica todos os dias, mude algo de vez em quando. Ou ainda, escove os dentes com a mão esquerda, ouça uma música que não costuma ouvir, leia um livro que jamais leria, vá a lugares diferentes, etc..

Simplesmente faça, sem se questionar a razão de fazer ou qual é a ligação que há com qualquer de seus comportamentos, falas, pensamentos. Ou pensando nas situações que se repetem. Não importa. Apenas pense em fazer algo novo todos os dias.

Pode parecer difícil, talvez você tenha pensado: “Nossa! Como vou achar uma coisa nova todos os dias?”. Pois é… está vendo como estamos condicionados? É exatamente este trabalho que começará a ser processado…o estímulo para coisas novas, diferentes é tão intenso, de tal forma que o cérebro começará a criar novos caminhos, novas respostas e deixar de se prender a padrões.

Sempre que repetimos um padrão ele se reforça em nossa mente, e a tendência do cérebro, para economizar energia, será apontar para a resposta mais parecida que possa ser implementada sem muito esforço. Começamos, então, a entender porque situações se repetem. E o que será que acontece quando as respostas são sempre muito diferentes? Começamos a quebrar estes padrões. E aí sim, a ter resultados diferentes.

Isso sem falar que, ao fazer coisas novas, estamos vivendo experiências diferentes e podemos descobrir e viver emoções que nunca vivemos, podemos nos deparar com novas paixões, novas descobertas sobre o mundo e sobre nós mesmos, um novo mundo pode se abrir bem na nossa frente! E isso, não tem preço!

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Você está em busca de mais equilíbrio?

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Para encontrar o seu equilíbrio, muitas vezes precisará cair ou passar do ponto.

Maria é uma pessoa preocupada com seus comportamentos e suas atitudes. Ela sempre tomou muito cuidado na educação de seus filhos. Por isso, alguns comportamentos que ela tem com os filhos a desagradam. Lidar com crianças não é simples, exige uma boa gestão emocional. E ela quer melhorar alguns comportamentos, mas várias tentativas são inócuas. Ela não consegue modificar-se e continua agindo da mesma forma que ela não gosta e acha prejudicial aos filhos.

Você já passou por uma situação assim? Mesmo que não tenha filhos, já deve ter identificado um comportamento que quer mudar, no trabalho, no relacionamento afetivo, no relacionamento com sua família, etc. – mas não consegue. Não é? Muitas vezes porque não sabe como, outras porque a mudança leva a um comportamento oposto, que parece não combinar com você, é forçado e parece ir contra sua natureza.

No primeiro caso, o processo pode ser um pouco mais longo pois essa descoberta exige reflexão e talvez a ajuda de um profissional competente para te auxiliar nessa mudança. E o segundo é o que eu gostaria de falar nesse texto. Porém, nos dois casos, reflita: o quanto você está disposto a investir na mudança vai depender da importância e significado que ela tem para você. O quanto é importante? O que você estaria disposto a abrir mão para alcançá-la?

Então, falando deste segundo caso… Quero que pense em um pêndulo. Quando você o solta de uma das extremidades ele vai direto para a outra e assim sucessivamente até que a sua força diminui e então, ele tende a parar no meio. Quando nos colocamos a mudar um comportamento que é muito característico nosso, que é muito presente, funcionamos como um pêndulo. Repelimos tanto aquele comportamento antigo, porque nos causa uma dor tão intensa que não queremos mais experimentar, que vamos para o comportamento oposto. E aí, está a razão de nos sentirmos violados. Como se aquele comportamento fosse muito, muito diferente de nós. Como resultado não conseguimos sustentá-lo muito tempo, porque de fato é muito diferente de como agimos normalmente.

O que você precisa saber disso é que, assim como o pêndulo chegará a um ponto de equilíbrio, você também irá encontrar o comportamento ideal que não será mais uma violação, mas também representará uma mudança. Isso se você se dedicar à mudança.

Costumo também trazer um exemplo aos meus coachees, que acontece no Yôga, quando estamos praticando no processo de conquista de posições de equilíbrio em uma mão ou duas, sustentando todo o corpo em apoios frágeis, quase sempre caímos nas primeiras tentativas por passarmos do ponto de equilíbrio. Ou seja, precisamos passar do ponto para entender onde é o nosso equilíbrio e só então conquistar o objetivo de se sustentar no ásana (posição firme e agradável).

Essa analogia ajuda para entender o processo de mudança, e o quanto é necessário que seja assim. Sem cair não há a consciência corporal. Sem experimentarmos atitudes inadequadas não perceberemos o quanto estas podem ser contra a nossa essência. Em ambos os casos nossa consciência se amplia.

Sabendo disso, sempre que se colocar em um estado de mudança não se critique demais, nem se considere incapaz de mudar. Lembre-se que você é o pêndulo que ainda não encontrou o ponto ideal. Mas, encontrará.

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O que acontece quando você começa a meditar

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E como fazer? Como meditar?

A imagem daquela pessoa sentada de pernas cruzadas, com os olhos fechados , mãos sobre os joelhos com as palmas para cima, pronunciando a palavra AUM é a que vem à mente da maioria das pessoas quando elas pensam em meditação. E talvez tenha vindo à sua mente também. Infelizmente essa visão estereotipada só contribui para reforçar uma imagem de que a pessoa que medita é esotérica, alienada, alternativa ou outros adjetivos incorretos.

Então, por favor, esqueça tudo isso! E se dê a chance de trocar essa imagem por uma nova.

Tudo bem que algumas coisas estão corretas: posição sentada e de pernas cruzadas, coluna ereta e olhos fechados. E acabou por aí! Meditação é ampliação da consciência. É nisso que a meditação irá culminar. Mas, você pode escolher muitas outras razões para praticar meditação.

Para que você comece a entender um pouco como é isso, vou descrever como esse processo se dá com a gente. Para entender como meditar.

Eu pratico meditação já há alguns bons anos, mas não meditação isoladamente, faço como uma parte integrante da minha rotina como praticante e instrutora do Yôga. O que não quer dizer que você deve fazer o mesmo. Essa é a minha escolha. Você fará a sua.

Ao se programar aprender como meditar, para realizar diariamente alguns minutos de meditação você primeiro de tudo está treinando disciplina, persistência e empenho. Porque meditação é treino. É um treinamento do corpo físico, do emocional e do mental. E, em especial no início, disciplina e empenho são extremamente necessários. Já que esse começo pode causar certa estranheza. Primeiro por ter que ficar imóvel – para isso o treinamento do corpo físico em superar dispersões físicas e emocionais é necessário e importante. Segundo que meditar exige da mente num primeiro momento, quer dizer, se esforçar para parar a mente de pensar pode cansar tanto quanto pensar demais. E nesse ponto, meditar é como começar a correr, é importante uma orientação e acompanhamento para que você comece a gostar de correr, assim como de meditar.

Assim que se colocar para meditar, as distrações começarão a surgir e muitas vezes nos deixamos ser levadas por elas. Mas, como toda prática, de novo é preciso dedicação, comprometimento e disciplina. Isso significa que para meditar você precisa querer. Você precisa fazer. E repetir. Repetir. Repetir.

Mas, de repente, o seu corpo começa a assimilar. Não há mais desconforto, há prazer. Não há mais vontade de terminar, há vontade de permanecer. Não há mais tanta dispersão, há concentração. A sensação produzida ao final de cada período diário de meditação é um estado de leveza, de plenitude, uma vontade de ficar mais.

Aqui cabe bem a explicação que dei aos meus filhos sobre a necessidade da meditação: pense que o seu corpo trabalha o tempo todo e quando chega a noite, ele descansa e começa a se recuperar. Muitos processos não param, mas de uma forma geral, a intensidade e a exigência é diminuída. Mas, a sua mente continua a trabalhar. A meditação é uma pausa para a mente. Por isso, é necessária e os efeitos são tão impressionantes. Eu imponho de forma gradativa e agradável para a mente uma diminuição da produção mental, das ondas mentais, provocando um estado de aquietamento, concentração e o consequente estado de meditação.

Comigo, chegou um momento em que comecei a perceber algumas mudanças, comportamentos diferentes no dia a dia, principalmente no que dizia respeito à concentração, foco, memória. Com a continuidade da prática diária, tornava-se mais simples e fácil selecionar aquilo que eu queria me concentrar e por quanto tempo queria me manter concentrada. Tudo começou com o aumento da concentração, mas através dela foi possível acessar outros caminhos: ampliei a percepção de mim mesma (dos meus corpos físico, emocional, mental), adquiri mais qualidade em tudo o que faço, já que estou mais presente no que estou fazendo, o que aumenta a duração relativa do tempo (enquanto as pessoas comentavam como o ano passava rápido, eu me lembrava dos meses anteriores e a minha sensação era de que eu tinha feito tanta coisa, vivido tantos momentos em muito pouco tempo), isso sem falar em ganhos de produtividade, organização, serenidade, que são decorrentes.

No final das contas, o mínimo que você ganha com a prática é:

– maior gestão sobre estresse e ansiedade;

– melhora da qualidade de vida;

– mais foco e concentração;

– maior presença no dia a dia;

– impacto em algumas funções cerebrais associadas à memória, aprendizagem e emoções.

Tudo bem que praticar meditação apenas para atingir esses efeitos é como você viajar para uma cidade como Paris, Nova Iorque, Madrid, Roma e ficar apenas curtindo a vista de dentro do taxi. É bom? Sim. Mas pode ser ainda melhor!

Ah! E, por favor, não pronuncie nunca AUM! O correto tanto na pronúncia como na escrita é ÔM! Ajude a corrigir este equívoco!

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Faça a sua escolha e inclua a meditação de vez em sua vida!

 

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