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7 medidas fundamentais para você ser mais produtivo hoje.

Para de desejar que o seu dia tenha 30 horas e otimize as 24 que você já tem.

É muito comum não identificarmos em nós mesmos que estamos procrastinando e acharmos que não nos consideramos improdutivos. Você vai me dizer: “Eu, não! É claro que sou produtivo. Eu produzo muito.”

Ok. Eu também pensava assim. E realmente era, mas, essencialmente sob pressão. Frequentemente ouço a frase: “eu trabalho melhor sob pressão.”. Hoje, isso me parece coisa de louco. De verdade. Hoje, para mim, isso não é ser produtivo.

“Produtividade é otimizar o tempo, fazendo mais com menos energia
e trabalhar não apenas no que é urgente.”

Só cheguei a essa conclusão depois de me avaliar muito e entender que ser produtivo é otimizar o seu tempo, fazer as coisas acontecerem (em qualquer campo de sua vida e em todos!) com o gasto mínimo de energia, manter o foco e não trabalhar apenas naquilo que é importante e urgente.

Para conseguir implantar isso em minha vida, passei por um longo processo e ainda estou, pois nada é estático, e ainda bem que não é. Desse processo consigo destacar pontos que foram fundamentais: um deles é a inclusão de hábitos no meu dia que farão toda a diferença na organização e consequentemente na produtividade. Vamos a eles:

  • Tire tudo, mas tudo mesmo que tem a fazer da sua cabeça e registre em um lugar confiável. Quando mantemos as tarefas em nossa mente, ela vai entender que precisa nos lembrar do que tem que ser feito periodicamente, e normalmente em momentos que não podemos realizá-las. Então, essa informação fica ali pendente, ocupando espaço, como em um hardware. E isso só contribui para aumentar a sensação de stress, de estar sobrecarregado e é claro, é responsável pela perda de prazos e trabalharmos sempre no que é urgente.

  • Utilize ferramentas apropriadas para registrar essas tarefas: aplicativos no celular, gravadores de som, caderno, enfim, algo que favoreça a mobilidade, podendo ser acessado a qualquer hora e que você irá acessar regularmente, mas precisa ser algo que por estar lá registrado você sabe que não irá esquecer. De nada vale registrar, se você não trabalhar nessa lista depois, caminhando nas pendências.

  • Sempre temos pequenas tarefas que se encerram em uma única ação: agendar uma consulta, comprar algo, enviar um email, fazer uma ligação, por exemplo. Ao se lembrar de uma tarefa assim que vá ocupar de 2 a 5 minutos do seu tempo e puder realizá-la na hora, faça. Não postergue, otimize o seu tempo.

  • Pela manhã, resgate ou estabeleça a sua “missão” naquele dia, aquilo que precisa ser feito de qualquer jeito. Eleja no máximo duas tarefas, dependendo da complexidade. Não estabeleça metas que não vai conseguir cumprir, isso aumentará sua sensação de improdutividade e gerará frustração. Estabelecer uma ou duas missões e conseguir cumpri-las alimentará sua sensação de produtividade e satisfação.

  • Mantenha o foco. Ao estabelecer suas tarefas, sua “missão”, não se deixe levar por tarefas que seriam mais agradáveis, ou por aquilo que não foi programado e surgiu de última hora, analise se esta nova tarefa pode ser programada para amanhã. E coloque-a como sua missão de amanhã, se for importante. Além disso, há diversas técnicas que podem te ajudar a se concentrar melhor. Eu utilizo algumas diariamente. Treine isso.

  • Monte uma agenda organizando seu tempo em grandes grupos de cada setor de sua vida (trabalho, família, social, pessoal, enfim, como quiser). Assim você terá certeza de que reserva um tempo para tudo, e não deixe de realizar. Saber que está atuando em toda a sua vida, aumentará a sensação de satisfação, de realização e disposição. Atenção para não engessar ou ser flexível demais.

  • Priorize a execução das tarefas de acordo com recursos disponíveis: computador, internet, telefone, tempo, lápis e papel, até mesmo o seu nível de energia e disposição. Nem sempre estamos dispostos a realizar tarefas complexas e longas. Se não estiver trabalhando naquilo que é urgente, transferir para outro dia esta tarefa será possível e com certeza, realizar uma tarefa com mais disposição, com todo o seu potencial energético será muito mais produtivo e satisfatório.

Eu vivenciei cada um desses pontos e percebi comigo mesma o efeito e a melhora que cada um provoca, alguns foram frutos da própria experiência, da necessidade de adquirir mais organização em prol da produtividade e até mesmo ampliar a percepção do meu corpo para melhor aproveitamento energético, outros de leituras preciosas que forneceram dicas pontuais, dentre as quais algumas que aqui estão nesse texto (Leia Getting Things Done – David Allen) .

O mais importante: comece a implementar. Não espere estar pronto. Comece e vá ajustando, até chegar num modelo que considere interessante para aquele momento.

Como aproveitar melhor as 24 horas do seu dia.

4 maneiras de otimizar o seu tempo!

Acredito que uma das primeiras coisas que deve passar pela cabeça de todos é como conseguir tempo para realizar tudo o que tenho contado aqui nos posts durante esse ano. De fato é uma preocupação válida, porque se você tem uma rotina bem inflexível, isso pode se tornar difícil. Mas, há como facilitar muito esse processo.

Mas, antes de falar como isso é possível, é importante lembrar alguns pontos:

Primeiro, aquilo que você quer mudar, realizar, conquistar precisa ser prioridade na sua vida. Você realmente tem que querer. Sem o desejo, não há comprometimento. Só tendo toda a certeza de que realmente você quer alcançar o que definiu é que você encontrará forças para buscar as soluções, ultrapassar os obstáculos, enxergar as oportunidades e ser comprometido. E lembre-se, querer algo é querer percorrer todo o caminho necessário para esta conquista.

Segundo, as coisas não são fáceis. Nós vemos o sucesso de algumas pessoas e as vemos no momento atual, não presenciamos todo o caminho percorrido, o quanto houve de dedicação, as dificuldades que elas passaram e como se superaram. Mas, sabemos que elas insistiram, buscaram alternativas, tiveram disciplina e paciência. Portanto, lembre-se de que para toda construção é necessária disciplina e regularidade.

E os dois pontos se entrelaçam, porque se você não tiver comprometimento, você não terá disciplina.

Quando falamos em tempo disponível há alguns elementos que precisam ser implantados: organização, foco, prioridades, processos. Veja algumas maneiras que podem ajudar a otimizar o tempo e a melhor administrá-lo:

  • Organize-se em uma agenda. Faça antes de tudo um grande panorama de como o seu dia é ocupado, até pequenas atividades. E procure visualizar em forma de percentual, quanto do seu tempo é dedicado para cada setor de sua vida. Lembre-se de suas prioridades, quais setores são mais importantes e verifique para quais você está dedicando menos tempo do que gostaria. Refaça a sua agenda do jeito que você gostaria que fosse respeitando, é claro, os compromissos que são inalteráveis. Aqui você poderá observar se está dedicando muito tempo para coisas que não são importantes para você. Se são atividades necessárias, busque alternativas para administrá-las melhor (por exemplo: atividades de administração da casa podem ser separadas um pouco por dia, você pode distribuir um pouco das atividades entre todos os que moram com você, estabelecer alguns processos, etc.).
    Você também perceberá que pode eliminar algumas atividades, por exemplo, simplificando a sua vida material – quanto menos coisas temos para arrumar, organizar, limpar, menos tempo é gasto com essas atividades.

  • Estabeleça prioridades. Dentro de cada setor que você separou em sua agenda, estabeleça quais as atividades que você tem para fazer por ordem de importância. Estabeleça prazos e se for preciso faça até um cronograma. Por exemplo: o que quer realizar na sua vida pessoal (com seus comportamentos, no seu corpo, na sua alimentação, etc.), defina o que é mais importante e em que ordem você irá implantar. Lembre-se que as mudanças que forem sendo feitas, precisam ser incorporadas dentro de uma rotina diária, com disciplina. Se precisar coloque lembretes pela casa para que os comportamentos e atividades se tornem hábitos.
    Ao estabelecer as prioridades, você começará a cortar atividades e as substituí-las por outras que estão mais de acordo com seus objetivos. Isso aumentará a sua satisfação com relação ao aproveitamento do seu tempo.

  • Tenha foco. Quando começar a realizar uma atividade, estabeleça um prazo para concluí-la e não disperse. Concentre-se nela até realizar o ponto que estabeleceu. Pense em quais as atividades te tiram do foco e elimine-as de sua agenda, você ficará surpreso na quantidade de coisas que nos distrai e toma o nosso tempo, sem gerar resultados. Avalie o que você precisa para ter mais foco: é o seu ambiente de trabalho? As ferramentas disponíveis influenciam? Ocorrem muitas interrupções? O horário que você definiu para a realização da atividade é o mais adequado? Avalie neste ponto, aspectos de energia disponível do seu corpo, assim como de estrutura disponível para o momento e interferências presentes.
    Resista a tentação de deixar para depois e mudar de atividade.

  • Produza mais, em menos tempo. Para isso acontecer é interessante avaliar alguns processos atuais e adotar um método de organização. Eu adotei em quase sua totalidade, o método GTD (Getting Things Done) e os resultados aparecem e uma melhora pode ser sentida de fato.
    A falta de organização impacta no stress. A quantidade de tarefas que temos para realizar sobrecarrega a mente e produz uma sensação de escassez de tempo e improdutividade. Quando você se organiza e começa a livrar a mente das atividades pendentes, essa sensação começa a diminuir e você não apenas se sente mais produtivo, como realmente se torna assim. Escrevi um artigo sobre isso em que coloco 7 medidas para você se tornar mais produtivo hoje – este artigo contempla algumas medidas que com certeza impactarão na melhor administração do seu tempo – se você está interessado em administrar melhor o seu tempo, recomendo fortemente que você o leia: clique aqui para ler.

Com a reestruturação de sua agenda, simplificação da vida, ajuste de processos, priorizações e colocando o foco no local certo, você sentirá uma melhora considerável na distribuição de suas atividades e na percepção de aproveitamento do tempo.

É importante lembrar que esse processo precisa ser repetido e reavaliado periodicamente, pois outras necessidades podem surgir, mudanças de prioridades, formas mais interessantes de organização e se o seu corpo ainda não tiver incorporado os novos comportamentos, ele pode voltar a agir de acordo com padrões antigos que estão mais automatizados e por isso, você precisará de um maior tempo para reeducá-lo para automatizar os novos padrões que você quer.

9 formas de ter mais felicidade em sua vida na prática.

felicidade, como ter mais felicidade, eu amanha, proposito de vida, como ser feliz, lei da atração, qualidade de vida, alta performance Ter mais felicidade é algo que pode ser construído, se souber onde e como mexer!

A felicidade tem sido um tema que é estudado há muitos anos, desde Platão até a atualidade. Mas, foi a partir da década de 50 que a felicidade começou a ter uma dedicação maior de cientistas e estudiosos, que começaram a questionar o que fazia com que uma pessoa fosse mais feliz do que outra, quais as razões da felicidade e como seria possível aumentar o nível de felicidade. Eles começaram a fazer isso, de forma científica, analisando questões objetivas e subjetivas que impactavam no nível de felicidade do indivíduo.

Há evidências de que pessoas que são mais felizes são aquelas que são mais saudáveis, produtivas e resilientes. Outras evidências estão relacionadas com a presença de emoções positivas, uso das forças, relacionamentos de qualidade, significado atribuído a tudo o que se faz e a presença de autonomia nos setores da vida.

Com o objetivo de trazer mais felicidade é que existem algumas intervenções que quando colocadas em prática por um determinado período de tempo, tem o poder de aumentar esse nível. Essas intervenções são simples, mas muito eficientes porque estão associadas diretamente às dimensões e fatores que impactam na percepção de felicidade de todos nós e também porque vão associar determinadas emoções e comportamentos que desencadeiam o aumento de felicidade.

Separei aqui algumas formas que eu mesma uso e sei que tem esse impacto. Parece pouco, mas não é. Tanto no impacto que provocará em sua vida como na viabilização para colocar em prática no seu dia a dia.

E vale a pena! Além do que, algumas dessas medidas só tomarão alguns minutos do seu dia, então, por que não tentar?

Então, vamos à prática: o que você pode começar a fazer de prático agora para aumentar a sua felicidade?

Aqui estão 9 formas de trazer mais felicidade à sua vida:

  1. Pratique a gratidão – a gratidão é, das emoções positivas, a mais poderosa para afastar emoções negativas e gerar bem estar. Então, que tal todos os dias lembrar-se de 3 coisas que aconteceram de bom naquele dia e agradecer por elas?
  2. Conheça a suas forças – todos nós temos características que somos muito bons, que são nossas fortalezas. Identifique-as e busque utilizá-las em tudo o que fizer no seu dia.
  3. Estabeleça objetivos – tenha claro aonde quer chegar, o que quer conquistar, quais as suas metas e identifique a verdadeira razão pela qual você quer alcançar cada um dos objetivos. Atribua significado a eles!
  4. Estimule emoções positivas – para cada emoção negativa que vivemos, precisamos de 3 emoções positivas para neutralizá-la, por isso, provoque emoções positivas em sua vida. O item 1 é umas das formas de realizar isso!
  5. Você é otimista? Perceba como você se comporta na maioria das situações, com otimismo ou pessimismo? Modifique o seu mindset para ele operar de forma mais positiva, construtiva e otimista.
  6. Traga desafio para sua vida – mesmo quem não se identifica com o desafio, se estiver fazendo tarefas abaixo do seu conhecimento e capacidade tende a achá-las chatas e entediantes. Por isso, se envolva em atividades com certo grau de desafio e que sejam estimulantes.
  7. Recarregue as baterias – tenha uma atividade na sua rotina em que você recarrega as suas baterias.
  8. Cultive pequenos prazeres – todos nós temos aquelas pequenas coisas que nos dão prazer, que podem, dependendo, durar apenas alguns minutos, como ouvir música, mas que nos dão prazer. Insira uma destas atividade por dia na sua rotina.
  9. Cuide da sua saúde – dê atenção e cuide do seu corpo físico, da sua mente e do seu emocional. Não deixe para depois, nem coloque em segundo plano.

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que você precise sair de casa ou ter muito

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Como ter mais foco na sua vida!

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Por que não consigo ter mais foco?

Quando penso em  foco, e no que as pessoas me dizem sobre precisar ter mais foco, da dificuldade em permanecerem focadas, da dispersão ser grande, enfim pontos que versam sobre o mesmo tema – ter mais foco na vida; a primeira coisa que eu pergunto é “Você sabe claramente o que você quer? Você sabe onde quer chegar, quer dizer, qual é o resultado que você espera ter no final? Ou ainda, objetivamente, quais são as suas metas?”

Se a resposta para estas perguntas é não, a raiz da falta de foco está aí. Quando não temos isso definido, como podemos nos manter focados? Como podemos nos esforçar para que a nossa atenção esteja em um só ponto?

Com essa resposta, é possível partir para um segundo ponto que é entender a dispersão. Mas, se você ainda está no primeiro passo, não adianta querer ir para o próximo. Pare e avalie quais são os seus objetivos, o que você quer conquistar, o que você quer ser, como você quer que sua vida seja. São formas diferentes de se obter as respostas, nem sempre iguais, mas que vão se complementar e te dar um panorama bem completo dos seus desejos. E depois construa metas com esses desejos, quantificando e colocando prazos. Eu escrevi sobre isso em outro post, se quiser ler, clique aqui.

Mas, se você já tem isso claro, vamos para o segundo ponto que eu averíguo, que é entender a dispersão. O que eu faço que eu percebo que me tira do foco? Exemplos, eu fico pulando de um assunto para o outro, porque me canso? Eu me lembro de coisas que tenho para fazer e paro para executá-las, para não esquecer de novo? Eu tenho preguiça de fazer algumas coisas, e por isso fico adiando e fazendo outras que são mais fáceis? Eu pulo de uma tarefa para a outra, quando a tarefa é longa? Ou quando é mais difícil? Ou quando é específica sobre algo que não me agrada – por exemplo: oferecer meu serviço, falar em público, etc..

Entender como a falta de foco aparece, é importante para entender a razão, ou seja, qual é o desprazer que eu tenho no momento da atividade que me faz mudar para outra? É se conhecer mais, para saber onde agir. E aí atuar sobre a razão com consciência. E obter o que mais quer: ter mais foco! Quer ver só?

Se eu fico pulando de um assunto para o outro, porque me canso – a solução talvez seja desmembrar a minha agenda em pequenos blocos de tempo, que divido entre micro-projetos que desenvolvo simultaneamente. Mesmo que sejam diferentes, eles se complementam, desde que sejam atividades que me levarão para o meu objetivo. Isso é a procrastinação produtiva, segundo Austin Kleon, autor do livro Roube como um artista.

Ou: Eu me lembro de coisas que tenho para fazer e paro para executá-las, para não esquecer de novo – para que você não se deixe levar por esse impulso, você precisa estar seguro de que não vai esquecer do que a sua mente acabou de se lembrar, então talvez você precise armazenar os seus to do´s em um lista confiável que você saiba que irá checar com frequência e também reservar um tempo para as atividades desta lista. Também tenho um post interessante sobre esse tipo de atitude, clique aqui para ler.

Vamos para mais um exemplo? Eu tenho preguiça de fazer algumas coisas, e por isso fico adiando e fazendo outras que são mais fáceis – Aqui você só está se enganando, a não ser que a preguiça seja decorrente de um estado de saúde física ou emocional debilitada, o que requer atenção e algum tipo de tratamento. Mas excetuando esses casos, você simplesmente está dando importância para um prazer imediato, se iludindo que isso é mais importante do que os seus objetivos e que vai lhe trazer mais satisfação. Reaja!

E esse ponto é interessante de falar, porque além de te ajudar a ter mais foco e também se manter no foco, ele é um grande motivador para conquistarmos o que queremos e lutarmos contra preguiça, procrastinação, medo, etc.. Tendemos a ceder para os prazeres mais imediatos, aqueles de curto prazo, os que no momento em que realizamos nos supre uma necessidade momentânea.

Isso ocorre quando cedemos a tentação de comer um doce, mesmo estando de dieta; ou quando preferimos ficar assistindo a um filme largado no sofá, do que fazer um exercício para nos dar mais disposição ou estudar para o concurso que queremos prestar; ou quando preferimos fazer uma tarefa mais fácil, mas de baixo impacto em nosso objetivo, ao invés de nos focarmos e colocarmos toda a nossa energia em uma tarefa cujo impacto é alto na realização de nossos sonhos. Esquecemos de olhar para o futuro e visualizar o prazer, a satisfação que teremos quando atingirmos a forma física que queremos; ou quando passarmos no concurso; quando atingirmos uma condição de saúde melhor e nos sentirmos mais dispostos; e claro, quando nos vemos realizando nossos sonhos.

O que vale mais a pena? O prazer imediato ou a realização de uma meta?

Ter mais foco, exige clareza dos objetivos e dos passos que precisam ser dados. Se manter no foco, exige força de vontade, disciplina, empenho e uma pitada de autoconhecimento, para fazer ajustes que vão facilitar a permanência no foco, que não vão te atrapalhar a ser uma pessoa mais focada.

As dispersões muitas vezes nos mostram aspectos de nós mesmos que precisamos ajustar ou que estamos negando ou escondendo, ou então necessidades que estamos deixando de atender. Muitas vezes, basta pequenos ajustes para atender essa necessidade em outro momento do seu dia que ela não será mais um fator de desequilíbrio e causador da falta de foco.

É uma auto-observação. Entenda as suas necessidades, ajuste o que for preciso, construa sua rotina de tal forma que nada seja obrigação, mas que seja vista simplesmente como passos necessários para se conquistar o que quer. Se o que você estiver fazendo tiver um propósito verdadeiro e fundamentado nos seus valores, será fácil trocar esse conceito de obrigação para disciplina. E ter mais foco será apenas uma consequência.

Stress. Aprenda a lidar e ser mais feliz!

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Melhore a sua qualidade de vida, gerenciando o stress!

Falar que conseguimos viver sem stress é algo bem desafiador. Isso porque não podemos deixar de considerar a realidade em que vivemos hoje, mas acredito que seja possível administra melhor nossas emoções e com isso viver em um nível de stress mais baixo e aceitável.

Pense que o stress é um efeito físico produzido em nosso corpo. É a somatória de respostas físicas e mentais causadas por fatores externos. Estes fatores impactam em nosso corpo emocional desencadeando emoções e sensações desagradáveis. O acúmulo e repetição destas emoções como ansiedade, desmotivação, preocupação, angústia, etc. acabam por gerar o stress.

Olha que interessante: o termo stress foi tomado emprestado da física, que designa a tensão e o desgaste a que estão expostos os materiais. É uma definição bem adequada, pois é isto mesmo que começa a acarretar em nosso corpo: desgaste, cansaço, exaustão. Física, emocional e mental.

Sabendo disso, é preciso atuar sobre as causas do stress. Por isso, o primeiro passo destas medidas que podem ajudar na administração do stress é exatamente esse:

  • Identifique a(s) causa(s) e avalie a viabilidade de eliminá-la(s), ou se não for possível, se faça a seguinte pergunta: o que eu posso fazer para reduzi-la(s)?

  • Reflita sobre alternativas. Eliminar a causa é sempre a melhor opção, porém às vezes não vemos alternativas. É importante sempre refletir e repetir esta reflexão, pois muitas vezes não conseguimos enxergar possibilidades em um momento, mas em outro é possível. Sempre existe alternativas, o problema é que nem sempre estamos dispostos a pagar o preço para mudar e adotar a alternativa possível. Avalie cada possibilidade, sem censura, sem reservas.

Se mesmo assim, a(s) causa(s) ainda permanecer, podemos procurar amenizar o stress. Veja estas dicas:

  • Aprenda a respirar adequadamente. Sabemos que as emoções influenciam o nosso estado físico e consequentemente a nossa respiração. As emoções que desencadeiam o stress alteram o nosso padrão respiratório, tornando-o ofegante, curto, torácico. Da mesma forma, se atuamos na nossa respiração, conduzindo-a, promovemos um impacto em nosso corpo físico denso e dessa forma podemos conduzi-lo para um patamar em que há menos influência destas emoções prejudiciais e com isso menos stress. Há muitas técnicas respiratórias que podem auxiliar, mas a simples condução do padrão respiratório para o seguinte nível já auxilia:

– Respire utilizando as narinas apenas.

– Respire utilizando a região abdominal – quando o ar entra, o abdômen se dilata, quando o ar sai, o abdômen se retrai.

– Prolongue a respiração, quanto mais lenta ela for, melhor. E procure fazer a expiração sempre mais longa do que a inspiração. Experimente por exemplo: contar até 2 lentamente ao inspirar e expirar contando até 4 ou 6.

  • Incorpore uma atividade de lazer. Inclua na sua rotina semanal uma atividade que te dê prazer e que seja apenas para você. Pode ser um hobbie, algo que trabalhe sua criatividade, uma atividade esportiva, um momento de leitura, contato com a natureza, enfim, qualquer atividade que você tenha a sensação de que está fazendo para você, apenas para o seu deleite, porque você gosta. É interessante que seja uma atividade que te coloque em produção, ficar deitado no sofá não vale.

  • Pratique uma atividade física. Estudos dizem que ao praticarmos pelo menos 30 minutos de atividade física, ocorre a liberação em nosso corpo de uma substância chamada endorfina.  A endorfina é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer. Ela é considerada um analgésico natural, reduzindo o stress e a ansiedade, aliviando as tensões. Então, mexa-se!

  • Pratique meditação. A técnica de meditação conduz a diminuição das ondas mentais. Quando diminuímos a atividade cerebral, nos colocamos em um estado de maior estabilidade. Estabilidade é o oposto de confusão, de diversidade, estados em que a nossa mente se coloca quando estamos sob o efeito das emoções, principalmente as emoções citadas no texto. O efeito desta técnica é acumulativo e precisa de regularidade e constância. Por isso, comece reservando 2 minutos por dia, subindo para 5 minutos depois de um tempo e assim, gradativamente até atingir 20 minutos. Mas, se você não tiver 20 minutos, 5 minutos já serão bem interessantes. E quem não tem 5 minutos disponíveis?

  • Relaxe. Reserve um tempo na sua agenda, mesmo que semanal, para realizar alguma atividade de relaxamento. Talvez você já tenha uma atividade que te coloca num patamar de descontração muito bom, talvez você ainda tenha que descobrir. Algumas pessoas gostam de ouvir um determinado tipo de música, outras gostam de passar um tempo contemplando a natureza, outras gostam de técnicas de massagem, é importante que seja uma atividade que te coloque em um estado de descontração muscular, nervosa, emocional e mental. Portanto, atividade esportiva não vale aqui. Eu utilizo técnicas de descontração do Yôga, que são bem profundas e tem um impacto não apenas de relaxamento. Experimente e escolha a sua!

    Você encontrará aqui no site alguns áudios de respiração e descontração com técnicas que podem te ajudar, acesse aqui e confira!

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Aprenda a lidar com o stress

E melhore a sua qualidade de vida!

Falar que conseguimos viver sem stress é algo bem desafiador. Isso porque não podemos deixar de considerar a realidade em que vivemos hoje, mas acredito que seja possível administra melhor nossas emoções e com isso viver em um nível de stress mais baixo e aceitável.

Pense que o stress é um efeito físico produzido em nosso corpo. É a somatória de respostas físicas e mentais causadas por fatores externos. Estes fatores impactam em nosso corpo emocional desencadeando emoções e sensações desagradáveis. O acúmulo e repetição destas emoções como ansiedade, desmotivação, preocupação, angústia, etc. acabam por gerar o stress.

Olha que interessante: o termo stress foi tomado emprestado da física, que designa a tensão e o desgaste a que estão expostos os materiais. É uma definição bem adequada, pois é isto mesmo que começa a acarretar em nosso corpo: desgaste, cansaço, exaustão. Física, emocional e mental.

Sabendo disso, é preciso atuar sobre as causas do stress. Por isso, o primeiro passo destas medidas que podem ajudar na administração do stress é exatamente esse:

  • Identifique a(s) causa(s) do stress e avalie a viabilidade de eliminá-la(s), ou se não for possível, se faça a seguinte pergunta: o que eu posso fazer para reduzi-la(s)?

  • Reflita sobre alternativas. Eliminar a causa é sempre a melhor opção, porém às vezes não vemos alternativas. É importante sempre refletir e repetir esta reflexão, pois muitas vezes não conseguimos enxergar possibilidades em um momento, mas em outro é possível. Sempre existe alternativas, o problema é que nem sempre estamos dispostos a pagar o preço para mudar e adotar a alternativa possível. Avalie cada possibilidade, sem censura, sem reservas.

Se mesmo assim, a(s) causa(s) ainda permanecer, podemos procurar amenizar o stress. Veja estas dicas:

  • Aprenda a respirar adequadamente. Sabemos que as emoções influenciam o nosso estado físico e consequentemente a nossa respiração. As emoções que desencadeiam o stress alteram o nosso padrão respiratório, tornando-o ofegante, curto, torácico. Da mesma forma, se atuamos na nossa respiração, conduzindo-a, promovemos um impacto em nosso corpo físico denso e dessa forma podemos conduzi-lo para um patamar em que há menos influência destas emoções prejudiciais e com isso menos stress. Há muitas técnicas respiratórias que podem auxiliar, mas a simples condução do padrão respiratório para o seguinte nível já auxilia:
    – Respire utilizando as narinas apenas.
    – Respire utilizando a região abdominal – quando o ar entra, o abdômen se dilata, quando o ar sai, o abdômen se retrai.
    – Prolongue a respiração, quanto mais lenta ela for, melhor.

  • Incorpore uma atividade de lazer. Inclua na sua rotina semanal uma atividade que te dê prazer e que seja apenas para você. Pode ser um hobbie, algo que trabalhe sua criatividade, uma atividade esportiva, um momento de leitura, contato com a natureza, enfim, qualquer atividade que você tenha a sensação de que está fazendo para você, apenas para o seu deleite, porque você gosta. É interessante que seja uma atividade que te coloque em produção, ficar deitado no sofá não vale.

  • Pratique uma atividade física. Estudos dizem que ao praticarmos pelo menos 30 minutos de atividade física, ocorre a liberação em nosso corpo de uma substância chamada endorfina.  A endorfina é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer. Ela é considerada um analgésico natural, reduzindo o stress e a ansiedade, aliviando as tensões. Então, mexa-se.

  • Pratique meditação. A técnica de meditação conduz a diminuição das ondas mentais. Quando diminuímos a atividade cerebral, nos colocamos em um estado de maior estabilidade. Estabilidade é o oposto de confusão, de diversidade, estados em que a nossa mente se coloca quando estamos sob o efeito das emoções, principalmente as emoções citadas no texto. O efeito desta técnica é acumulativo e precisa de regularidade e constância. Por isso, comece reservando 2 minutos por dia, subindo para 5 minutos depois de um tempo e assim, gradativamente até atingir 20 minutos. Mas, se você não tiver 20 minutos, 5 minutos já serão bem interessantes. E quem não tem 5 minutos disponíveis?

  • Relaxe. Reserve um tempo na sua agenda, mesmo que semanal, para realizar alguma atividade de relaxamento. Talvez você já tenha uma atividade que te coloca num patamar de descontração muito bom, talvez você ainda tenha que descobrir. Algumas pessoas gostam de ouvir um determinado tipo de música, outras gostam de passar um tempo contemplando a natureza, outras gostam de técnicas de massagem, é importante que seja uma atividade que te coloque em um estado de descontração muscular, nervosa, emocional e mental. Portanto, atividade esportiva não vale aqui. Eu utilizo técnicas de descontração do Yôga, que são bem profundas e tem um impacto não apenas de relaxamento, mas de restauração e reprogramação. Experimente e escolha a sua!

Se quiser saber mais sobre as técnicas de respiração, meditação e descontração entre em contato comig

 

Os 5 obstáculos que te impedem de conseguir o que quer e como lidar com eles.

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O que te impede de fazer as mudanças que te fariam ter uma vida mais feliz, com mais sucesso?

Chega um momento em que sabemos o que precisamos fazer. Um momento em que depois de analisarmos tudo e nos conhecermos melhor identificamos o que precisamos mudar e que atitudes ter para mudar a nossa vida, para alcançar o sucesso que queremos, no que for. Algumas vezes são grandes mudanças, como começar um negócio próprio, mudar de país, transformar alguns comportamentos que sempre nos levam para o mesmo lugar. Outras vezes são mudanças menores, como inserir hábitos em nosso dia a dia, ou excluir alguns hábitos. Porém, qualquer mudança é na verdade significativa para quem está envolvido nela e está esforçando-se para conquistá-la. Por isso, não se deixe levar por esse julgamento acima e considere a sua mudança a mais importante para você.

Pensando nas razões que nos impedem de tomarmos uma decisão e de iniciarmos o trajeto a tão sonhada vida que queremos, ao nosso sucesso, cheguei a algumas razões principais e mais comuns, por experiência e também por relato de outras pessoas que compartilharam comigo a sua vivência. São elas:

  • MEDO. Medo de dar errar, medo de falhar, medo de não saber o que fazer, medo de mudar e não gostar do resultado, de não ter sucesso, etc.. Para não assumir medos que possuímos nós inventamos razões (para nós mesmos) que são nada mais nada menos do que desculpas para a falta de coragem de enfrentar o nosso medo.

    O medo é nosso grande inimigo porque ele nos paralisa e nos impede de avançarmos. O medo é uma reação de autopreservação e de proteção. Ele é instintivo, e por isso mesmo, às vezes não provém de algo palpável. O que significa que muitas vezes, ele é puramente emocional, por isso se avaliarmos os nossos medos, podemos chegar no caminho para superá-los. O caminho é identificá-los e buscar a sua origem. Quais os medos que você reconhece presente? É realmente uma ameaça? Como enfrentá-lo? Quanto tempo seria necessário para se recuperar caso algo desse errado?

    O que te impede de ter a vida

que você quer?

 

  • HABILIDADES. Ou melhor, a falta de habilidades necessárias. Muitas vezes por não nos considerarmos capazes ou hábeis em alguma competência técnica ou comportamental, excluímos totalmente a possibilidade de ir adiante com o plano. Precisamos refletir sobre o quanto aquela habilidade é fundamental para o nosso sucesso e quais as opções disponíveis? Adquiri-la. Transferi-la. Reconfigurar os seus planos de forma que a habilidade deixe de ser fundamental. Entre muitas outras possibilidades. Avaliar as opções não é o mais difícil, o ponto crucial é identificarmos que o problema está em não termos alguma competência necessária, ao invés de atribuir a falta de sucesso, de coragem para mudar, a relutância em iniciar, a outros motivos como falta de tempo, de dinheiro, etc.

  • CRÍTICAS EXTERNAS. Isso pode ser mais significativo do que você pensa. Afinal, qual é o peso que tem para você receber uma crítica de pessoas que são importantes para você ou que são referenciais? Qual a sua habilidade em receber críticas e administrá-las bem? Críticas pode ser um fator enorme de desmotivação. Elas podem até te fazer desistir do seu projeto.

  • CRENÇAS LIMITANTES. As crenças como o próprio nome diz podem ser extremamente limitantes e nocivas. Uma crença se constrói a partir de experiências que vivemos e a forma como as interpretamos. Em geral, são interpretações negativas e que acabam por nos condicionar a comportamentos padronizados, sempre que nos deparamos com o fator originário da crença. Assim, toda a vez que nos vemos frente a frente com uma situação relacionada à crença agimos, ou melhor, reagimos da mesma forma, o que nos coloca em um círculo de respostas iguais e nos impede de romper paradigmas e tomarmos atitudes diferentes. Essas crenças agem fortemente em nossa mente, indo além dos comportamentos, nos condicionando a mentalizações destrutivas e negativas, que acabam por reforçá-las.

  • PROCRASTINAÇÃO. Recentemente conversando com um amigo descobri porque somos tão impelidos a procrastinar. Existe uma tendência humana em se colocar sempre numa zona de extremo conforto. Não queremos estar fora dela e fazemos de tudo para nos mantermos nela. E o pior é que associamos zona de conforto com ócio. O que se conclui que estar na zona de conforto é estar em ócio. Quer dizer, se mesmo perante atividades que julgamos agradáveis nos colocamos a favor de procrastinar o que dirá de atividades que não são agradáveis, ou que dispendem mais tempo?

    E aqui, cabe um parênteses: se estamos fazendo algo para chegarmos a um objetivo que traçamos, um sonho, uma mudança que queremos promover, não devíamos considerar todos as atividades motivadoras, importantes e agradáveis, pois é um passo a mais que damos em direção à meta que traçamos? Isso significa atribuir significado ao que temos que fazer para alcançar o sucesso que queremos. Escrevi dois textos que falam mais sobre isso: Você tem certeza que quer isso? e 7 maneiras de se tornar mais produtivo hoje.

Tendo as razões mais comuns que nos impedem de conseguir o que queremos, o importante é refletir sobre elas na nossa vida. Identificá-las e atuar. De nada adianta conhecer, se não agimos sobre elas. Quebrando paradigmas, mudando comportamentos, criando mentalizações positivas, estruturando-se emocionalmente para não se deixar levar novamente por qualquer uma delas. Caminhando em direção ao seu objetivo, passo a passo, com consciência.

Estagnação. Você se sente assim? Saiba como se livrar disso.

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Estagnação. Uma das razões é achar que tudo tem que ser para sempre.

Às vezes nos deparamos em momentos de nossa vida em que nos sentimos estagnadas. Não vemos possibilidades, perspectiva ou não temos motivação para virar a mesa…
 
Quando queremos mudar algo em nossa vida, para ter uma vida mais feliz, ter mais sucesso, ter um desempenho melhor naquilo que fazemos, precisamos buscar nos aprimorar para alcançar nossas metas. Ao pensar no que impede ou interfere no meu aprimoramento para sair da estagnação não apenas no lado pessoal, mas em qualquer atividade que eu venha a desempenhar, ressalta para mim um comportamento rígido que é a tendência que temos de achar que tudo é definitivo, que qualquer decisão que tomemos é para sempre. Isso nos aprisiona e nos impede de crescer, de melhorar. Além disso, algumas razões me pareceram bastante razoáveis e recorrentes, além desse comportamento rígido que pode aparecer na matriz dos comportamentos e que ao tomarmos consciência nos dão forças para sair da estagnação.

Percebi que:

  • A busca pelo perfeccionismo conduz a uma espécie de paralisia. O resultado nunca está bom o suficiente. Isso me impedia de fazer as coisas acontecerem. Sempre havia algo que precisava ser feito antes. A marca que tinha que ficar pronta. O domínio de algum conhecimento. Um ajuste no planejamento, etc..Eu não percebia, mas fazendo isso eu só atrasava uma atitude, com a justificativa (falsa) de que sem a tal pendência concluída, nada daria certo.

    Faça agora. Depois, volte a avaliar. Aprimore. Avalie de novo. Lembre-se que sua percepção muda, porque você muda.

  • Muitas vezes é o contentamento com o estado atual que faz o papel de vilão. Demoramos tanto para tomar uma decisão, batalhamos muito por alguma conquista, dispendemos tempo e energia para alcançar um objetivo, que damos àquela conquista o estado de “imutável”, de ponto final. Não percebemos que mesmo quando atingimos um resultado esperado, ele ainda pode ser melhorado.
    Ou então, temos receio de arriscar, recomeçar ou modificar uma situação atual satisfatória, pela incerteza do resultado. Aí, nos contentamos com o que temos ou estamos fazendo e perdemos a oportunidade de atingirmos um patamar superior de qualidade. Estagnação.

    Pense sobre isso. Não é porque a sua situação atual é satisfatória, que ela não pode ser melhor. Não tenha medo de mudar.

  • Falta de foco e desorganização também levam a perda de oportunidades para o aprimoramento. Levam a estagnação. Quando não temos clareza do que é preciso ser feito ou dispersamos frequentemente, temos dificuldade em traçar uma linha coerente de tudo o que tem que ser feito e permanecer nela, isso dificulta analisarmos o entorno e percebermos possíveis aprimoramentos que podem ser feitos e pode ocasionar até mesmo uma dificuldade em enxergar qual a melhor maneira para realizar o que queremos.

    A desorganização pode levar à falta de foco. Avalie se isso não está prejudicando a sua concentração e permanência no objetivo traçado, atrapalhando a visão de possíveis melhorias. (você pode ler mais sobre isso nesse texto aqui

  • O medo de errar costuma ser uma causa bem comum, mas bem escondida por nós, de muitas decisões e comportamentos que deixamos de ter, que nos colocam em estagnação. Precisamos arranjar motivos, ou melhor, desculpas, para justificar a falta de ação. E isso impacta diretamente numa decisão de aprimoramento, porque exige uma mudança de atitude, de postura. Implica em colocar em risco o que conquistamos, ou o estado em que estamos. Ou pelo menos, é assim que nos parece quando temos medo de errar. Só conseguimos enxergar o que pode dar errado, os efeitos negativos.

    Avalie os riscos. O que você pode ganhar com a mudança não é maior do que seu medo? Se a consequência do erro for muito ruim ou grande o que você precisará fazer para se recuperar e quanto tempo isso levará? Se esta mudança vai te trazer uma vida mais feliz, com mais propósito, por que ter tanto medo?

Nossa meta deve ser sempre o aprimoramento, visando a evolução. Por isso, dê um passo por vez, com consciência, porque a evolução não dá saltos, mas a direção tem que ser sempre para frente.

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