O que você diz para você mesma quando pensa se vai dar conta de tudo o que tem para fazer?

Eu gosto de escrever sobre minhas experiências, meus insights e, principalmente, sobre as reflexões e atitudes práticas que funcionaram para mim…e hoje, a reflexão presente é: “Cansei de dar conta de tudo!”

Quando penso sobre esse tema duas coisas me vem a mente:

Primeiro, que o ímpeto de ter que dar conta de tudo está ligado à uma necessidade de perfeição. De sermos “mulheres maravilha”. A mãe perfeita. A profissional excepcional. A amante sempre presente e disposta. A filha, a amiga, etc., perfeitas!

E por mais que saibamos racionalmente que perfeição não existe, continuamos buscando essa tal mulher ideal e fazendo malabarismos gigantescos para dar conta de tudo! E, como você já deve ter concluído (e vivenciado!) isso não vai acontecer NUNCA e, então, nos frustramos e nos sentimos culpadas por não dar conta…daquilo que não tinha como ser dado conta…e em muitos casos, nem deveria…

Então, a primeira coisa que temos que fazer é nos livrarmos dessa busca pela perfeição. Trocar a perfeição pelo possível e em alguns casos, pelo necessário, ou o desejável. Porque, muitas vezes, aquilo além do necessário é prejudicial ao outro, impedindo-o de crescer. E desejável sim, porque não podemos nos esquecer daquilo que realmente desejamos fazer e incontáveis vezes abrimos mão ou nos colocamos a fazer para agradar o outro.

Não é fácil, mas é simples. Substitua a necessidade de ser perfeita, por ser humana e feliz.

Segundo, é que quando nos colocamos numa posição de dar conta, não nos damos escolha. Minamos a nossa capacidade de escolher o que deve ser feito, o que temos vontade de fazer, o que desejamos. Tudo é substituído pelo que tem que ser feito, flutuando no limiar da obrigação, sob pena de culpa e de ruir a imagem que teimamos em construir.

Podemos até escolher fazer determinadas tarefas em detrimento do que desejamos, mas será uma escolha, não um imperativo, uma ordem. E isso é completamente diferente, percebe?

E, é claro, que escolher não dar conta de tudo implicará em perdas, principalmente na questão de imagem, mas aos poucos nos acostumamos com essa condição “terrena” e vamos lidando melhor com as consequências das escolhas.

A culpa começa a se dissolver e a possibilidade de se viver no presente aquilo que antes sempre adiávamos sob o discurso de: “Quando eu estiver estável financeiramente, eu vou…”, “Quando eu tiver mais tempo, eu vou…”, etc., fará com que haja muito mais satisfação, mais do que suficiente para superar a culpa de ter deixado naquele dia a sala bagunçada, os emails sem responder, a lição do filho sem ser checada…

Viva e deixe viver!

 

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