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Para encontrar o seu equilíbrio, muitas vezes precisará cair ou passar do ponto.

Maria é uma pessoa preocupada com seus comportamentos e suas atitudes. Ela sempre tomou muito cuidado na educação de seus filhos. Por isso, alguns comportamentos que ela tem com os filhos a desagradam. Lidar com crianças não é simples, exige uma boa gestão emocional. E ela quer melhorar alguns comportamentos, mas várias tentativas são inócuas. Ela não consegue modificar-se e continua agindo da mesma forma que ela não gosta e acha prejudicial aos filhos.

Você já passou por uma situação assim? Mesmo que não tenha filhos, já deve ter identificado um comportamento que quer mudar, no trabalho, no relacionamento afetivo, no relacionamento com sua família, etc. – mas não consegue. Não é? Muitas vezes porque não sabe como, outras porque a mudança leva a um comportamento oposto, que parece não combinar com você, é forçado e parece ir contra sua natureza.

No primeiro caso, o processo pode ser um pouco mais longo pois essa descoberta exige reflexão e talvez a ajuda de um profissional competente para te auxiliar nessa mudança. E o segundo é o que eu gostaria de falar nesse texto. Porém, nos dois casos, reflita: o quanto você está disposto a investir na mudança vai depender da importância e significado que ela tem para você. O quanto é importante? O que você estaria disposto a abrir mão para alcançá-la?

Então, falando deste segundo caso… Quero que pense em um pêndulo. Quando você o solta de uma das extremidades ele vai direto para a outra e assim sucessivamente até que a sua força diminui e então, ele tende a parar no meio. Quando nos colocamos a mudar um comportamento que é muito característico nosso, que é muito presente, funcionamos como um pêndulo. Repelimos tanto aquele comportamento antigo, porque nos causa uma dor tão intensa que não queremos mais experimentar, que vamos para o comportamento oposto. E aí, está a razão de nos sentirmos violados. Como se aquele comportamento fosse muito, muito diferente de nós. Como resultado não conseguimos sustentá-lo muito tempo, porque de fato é muito diferente de como agimos normalmente.

O que você precisa saber disso é que, assim como o pêndulo chegará a um ponto de equilíbrio, você também irá encontrar o comportamento ideal que não será mais uma violação, mas também representará uma mudança. Isso se você se dedicar à mudança.

Costumo também trazer um exemplo aos meus coachees, que acontece no Yôga, quando estamos praticando no processo de conquista de posições de equilíbrio em uma mão ou duas, sustentando todo o corpo em apoios frágeis, quase sempre caímos nas primeiras tentativas por passarmos do ponto de equilíbrio. Ou seja, precisamos passar do ponto para entender onde é o nosso equilíbrio e só então conquistar o objetivo de se sustentar no ásana (posição firme e agradável).

Essa analogia ajuda para entender o processo de mudança, e o quanto é necessário que seja assim. Sem cair não há a consciência corporal. Sem experimentarmos atitudes inadequadas não perceberemos o quanto estas podem ser contra a nossa essência. Em ambos os casos nossa consciência se amplia.

Sabendo disso, sempre que se colocar em um estado de mudança não se critique demais, nem se considere incapaz de mudar. Lembre-se que você é o pêndulo que ainda não encontrou o ponto ideal. Mas, encontrará.

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