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E como fazer? Como meditar?

A imagem daquela pessoa sentada de pernas cruzadas, com os olhos fechados , mãos sobre os joelhos com as palmas para cima, pronunciando a palavra AUM é a que vem à mente da maioria das pessoas quando elas pensam em meditação. E talvez tenha vindo à sua mente também. Infelizmente essa visão estereotipada só contribui para reforçar uma imagem de que a pessoa que medita é esotérica, alienada, alternativa ou outros adjetivos incorretos.

Então, por favor, esqueça tudo isso! E se dê a chance de trocar essa imagem por uma nova.

Tudo bem que algumas coisas estão corretas: posição sentada e de pernas cruzadas, coluna ereta e olhos fechados. E acabou por aí! Meditação é ampliação da consciência. É nisso que a meditação irá culminar. Mas, você pode escolher muitas outras razões para praticar meditação.

Para que você comece a entender um pouco como é isso, vou descrever como esse processo se dá com a gente. Para entender como meditar.

Eu pratico meditação já há alguns bons anos, mas não meditação isoladamente, faço como uma parte integrante da minha rotina como praticante e instrutora do Yôga. O que não quer dizer que você deve fazer o mesmo. Essa é a minha escolha. Você fará a sua.

Ao se programar aprender como meditar, para realizar diariamente alguns minutos de meditação você primeiro de tudo está treinando disciplina, persistência e empenho. Porque meditação é treino. É um treinamento do corpo físico, do emocional e do mental. E, em especial no início, disciplina e empenho são extremamente necessários. Já que esse começo pode causar certa estranheza. Primeiro por ter que ficar imóvel – para isso o treinamento do corpo físico em superar dispersões físicas e emocionais é necessário e importante. Segundo que meditar exige da mente num primeiro momento, quer dizer, se esforçar para parar a mente de pensar pode cansar tanto quanto pensar demais. E nesse ponto, meditar é como começar a correr, é importante uma orientação e acompanhamento para que você comece a gostar de correr, assim como de meditar.

Assim que se colocar para meditar, as distrações começarão a surgir e muitas vezes nos deixamos ser levadas por elas. Mas, como toda prática, de novo é preciso dedicação, comprometimento e disciplina. Isso significa que para meditar você precisa querer. Você precisa fazer. E repetir. Repetir. Repetir.

Mas, de repente, o seu corpo começa a assimilar. Não há mais desconforto, há prazer. Não há mais vontade de terminar, há vontade de permanecer. Não há mais tanta dispersão, há concentração. A sensação produzida ao final de cada período diário de meditação é um estado de leveza, de plenitude, uma vontade de ficar mais.

Aqui cabe bem a explicação que dei aos meus filhos sobre a necessidade da meditação: pense que o seu corpo trabalha o tempo todo e quando chega a noite, ele descansa e começa a se recuperar. Muitos processos não param, mas de uma forma geral, a intensidade e a exigência é diminuída. Mas, a sua mente continua a trabalhar. A meditação é uma pausa para a mente. Por isso, é necessária e os efeitos são tão impressionantes. Eu imponho de forma gradativa e agradável para a mente uma diminuição da produção mental, das ondas mentais, provocando um estado de aquietamento, concentração e o consequente estado de meditação.

Comigo, chegou um momento em que comecei a perceber algumas mudanças, comportamentos diferentes no dia a dia, principalmente no que dizia respeito à concentração, foco, memória. Com a continuidade da prática diária, tornava-se mais simples e fácil selecionar aquilo que eu queria me concentrar e por quanto tempo queria me manter concentrada. Tudo começou com o aumento da concentração, mas através dela foi possível acessar outros caminhos: ampliei a percepção de mim mesma (dos meus corpos físico, emocional, mental), adquiri mais qualidade em tudo o que faço, já que estou mais presente no que estou fazendo, o que aumenta a duração relativa do tempo (enquanto as pessoas comentavam como o ano passava rápido, eu me lembrava dos meses anteriores e a minha sensação era de que eu tinha feito tanta coisa, vivido tantos momentos em muito pouco tempo), isso sem falar em ganhos de produtividade, organização, serenidade, que são decorrentes.

No final das contas, o mínimo que você ganha com a prática é:

– maior gestão sobre estresse e ansiedade;

– melhora da qualidade de vida;

– mais foco e concentração;

– maior presença no dia a dia;

– impacto em algumas funções cerebrais associadas à memória, aprendizagem e emoções.

Tudo bem que praticar meditação apenas para atingir esses efeitos é como você viajar para uma cidade como Paris, Nova Iorque, Madrid, Roma e ficar apenas curtindo a vista de dentro do taxi. É bom? Sim. Mas pode ser ainda melhor!

Ah! E, por favor, não pronuncie nunca AUM! O correto tanto na pronúncia como na escrita é ÔM! Ajude a corrigir este equívoco!

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Faça a sua escolha e inclua a meditação de vez em sua vida!