Este artigo foi revisto em 19/09/2016

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Aprendendo a lidar com o emocional e ser forte.

Você já deve ter se sentido mais seguro quando estava com alguém especial. Como se nada pudesse lhe fazer mal ao lado dessa pessoa. Ou como se caso algo acontecesse com consequências indesejáveis, essa pessoa poderia resolver tudo. Não? Se você nunca se sentiu assim, fico feliz por você. Isso é parecer ser forte, mas na verdade emocionalmente dependente.

Esses sentimentos para mim hoje representam um sinal de perigo. Porque quando nos sentimos assim estamos depositando no outro a segurança que precisamos ter em nós mesmos. É como se nossa tranquilidade emocional estivesse fora de nós mesmos.

Se essa estabilidade não está dentro de nós, e sim está fora, o que nos acontece quando perdemos o contato com o outro, aquele que guarda a nossa serenidade emocional? Precisamos do outro para nos sentirmos seguros.

Eu nunca achei que me sentiria assim, nem imaginei que isso existisse. Se me dissessem isso eu provavelmente desdenharia e afirmaria que não era verdade comigo. E o que mais me impressionou nesse processo todo, foi ter percebido só depois no tamanho da minha dependência e as consequências que ela estava me trazendo. O que só aconteceu quando eu perdi essa pessoa. Hoje, essa é a minha batalha pessoal mais acirrada. Quando penso que estou ganhando, sou derrubada. E tenho que me levantar de novo e seguir em frente.

“A nossa visão fica prejudicada e enxergamos
as situações sob a ótica da emoção dominante”

Não posso dizer que já encontrei uma solução, mas estou buscando na filosofia que escolhi para mim e nas ferramentas que ela me oferece. Não é fácil. Pelo menos consegui compreender o processo. Para mim, a insegurança aparece num segmento bem específico e quando ela surge, minha mente começa a trabalhar vorazmente a favor dessa insegurança. Então, minhas armas são acalmar a mente e me estruturar emocionalmente quando não estou no olho do furacão.

Esse é o processo. Temos pensamentos a respeito de algo que nos aflige, incomoda. A emoção aflora muito intensamente, sem controle. A nossa visão fica prejudicada e enxergamos as situações sob a ótica da emoção dominante, seja ela boa ou ruim. O que vem em seguida é uma construção mental que vai suportar a situação ilusória que foi gerada. Nesse momento, a mente começa a trazer o raciocínio lógico, com argumentações, suposições e todo o subsídio que irá sustentar aquela situação. Em seguida, a emoção é reforçada e amplificada pelo suporte mental. E aí temos o caos! Temos um processo que precisa ser cortado em algum ponto. É preciso às vezes, até atuar em vários pontos simultaneamente para chegarmos no resultado esperado.

Então, se queremos mais energia, mais qualidade de vida, ser forte emocionalmente precisamos atuar sobre essa questão. Precisamos aprender a entender e administrar nosso emocional, assim como procuramos fazer com o nosso corpo físico, energético e mental.

Para trabalhar melhor essa questão de forma prática, temos duas alternativas:

  • A primeira alternativa é cortar a ligação entre pensamento e emoção, ou seja, não se deixar dominar pelos pensamentos negativos que irão gerar as emoções ruins
  • A segunda é agir na própria emoção, quando ela surge, gerenciando e modificando-a.

Ah! Mas como faço isso? Para isso é que foram desenvolvidas técnicas, ferramentas do coaching para produzir esses efeitos e que tem ótimos resultados!

Mas, o primeiro passo é sempre tomar consciência dos mecanismos e dinâmicas. E isso você já pode começar fazer.

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